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O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, citou que a união de depoimentos em CPIs "vem desde Pedro Álvares Cabral. Na primeira CPI de imediato precisa ter acontecido isto". Pra ele, não há como rejeitar tal realidade. Em entrevista ao programa Poder e Política, da Folha e do "UOL", Paulo Bernardo, que assim como navegar com segurança na internet como foi ministro durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, ponderou que "deputado não é promotor" e que as CPIs são políticas. Para ele, a polêmica a respeito de combinação de dúvidas com os depoentes pela investigação da Petrobras é "uma tempestade em copo d'água para acompanhar se alavanca a oposição". Porém houve crime, ilegalidade ou imoralidade? Pra ele, a oposição quis a CPI da Petrobras pra "fazer um circo, fazer barulho, acusar o governo, usufruir o palanque para fazer acusações". No entanto os congressistas antigoverno teriam ficado "ausentes, omissos" e quando qualquer coisa é publicado na mídia "eles saem correndo atrás".
O ministro bem como argumentou sobre isso assuntos diretamente relacionados à tua pasta. Como por exemplo, os casos de emissoras de Televisão que arrendam quase o seu tempo integral para programações religiosas. Isto é, não como navegar com segurança na internet há o que seja feito sem que o Congresso aprove uma diretriz. Mas essa mudança teria de ocorrer no âmbito de um projeto geral sobre isto regulação da mídia. Só que "não houve consensos" e isso não foi a prioridade da administração Dilma, que privilegiou procurar soluções pra estilos infraestruturais da comunicação, como aumentar a velocidade da internet da net o acrescentamento do acesso à internet com banda larga. Folha/UOL - O sr. de imediato alegou ser como navegar com segurança na internet contra políticos serem proprietários de meios de intercomunicação.
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- Tome cuidado com redes públicas
- Orlando silva comentou: 23/07/doze ás 00:Trinta e sete
- Use diversos marcadores
Hoje, no mínimo, há trinta e nove deputados e senadores que são donos de emissoras de rádio ou tv. Evoluiu dentro do governo a discussão sobre o que fazer a respeito? Paulo Bernardo - Acho que essa conta da Folha é subestimada. Há deputados estaduais, vereadores e vários prefeitos que têm rádios. Acho que deveria ser proibido. Político com mandato não poderá ter e ser proprietário de rádio ou de tv.
Por um pretexto simples: você mistura o sistema partidário-eleitoral com o sistema de permissão da detalhes -em razão de as rádio e televisões são concessões. Você imagina numa cidade pequena onde o prefeito é o dono da principal rádio. É evidente que isso contamina o processo eleitoral, o procedimento de fiscalização do poder público que a mídia faz.
Com certeza, acho que isto devia ser mudado. Um outro recinto interessante que eu gosto e cita-se a respeito do mesmo assunto neste website é o site dicas para usar a internet com segurança (http://www.Nethd.com.br/). Pode ser que você goste de ler mais a respeito nele. É um cenário espinhoso. Precisamos em algum momento sentar e acompanhar o que vamos fazer com o capítulo de comunicação social da Constituição. Acho que não houve consensos. Não foi a nossa prioridade. Irei discutir francamente: nós priorizamos disseminar a banda larga, acrescentar o acesso à web das pessoas. Contudo acho que isto terá de ser regulado.
Imediatamente mesmo o PT queria colocar no programa de governo da presidenta Dilma. Quase todos os partidos aliados nossos manifestaram uma localização contrária. O cenário que o senhor fala é uma nova regulamentação? Regulação da mídia. É evidente que isto também tem que influenciar as decisões do governo -se eu mandar um projeto, são capazes de ser numerosos projetos, e souber de antemão que o Congresso vai engavetar. Uma boa porção da mídia, aliás quase toda a mídia, é contra também.
Confunde regulamentar o capítulo da Constituição com censura. Faz uma mistura que, em alguns casos, é motivada por alegações equivocadas a respeito. Contudo assim como é uma maneira de se proteger: "Olha, não faça nada visto que isto é censura". A regulação é totalmente diferente com censura. Não pode ser feita contra a liberdade de frase. Não influencia jornais, não afeta revistas, mídia impressa, internet.
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