Zoonoses Fará Doações De Cães E Gatos Nesta Sexta-feira
A gerente Lucia d'Andurain Morales adianta que as pessoas que comparecerem irão também aprender sobre os cuidados que necessitam apadrinhar em ligação à saúde do animal e saúde pública. A Zoonoses fica no SAIN, Estrada Contorno do Bosque, lote quatro, Asa Norte, ao lado do Setor Militar Urbano. Mais sugestões podem ser obtidas por meio dos telefones 3341-1900 e 3341-2084. De acordo com a diretoria, serão doados quinze cães e quinze gatos.
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Nicastro compilou uma amostra de 100 vocalizações (miados) de doze gatos. Depois, fez com que dois grupos de voluntários (humanos, bem entendido) ouvissem as gravações. Pediu que o primeiro grupo, com vince e seis pessoas, atribuísse notas de 1 a 7 conforme o grau de entusiasmo comunicado em cada uma das vocalizações. O segundo grupo, com 28 indivíduos, deu notas pela mesma escala tomando como critério a urgência ou angústia dos miados.
Nicastro assim analisou os miados acusticamente e declara ter chegado a resultados consistentes. Vocalizações mais longas, do tipo miAAAUU, ganharam notas altas em preocupação e baixas em entusiasmo. É o que se ouve quando o gato está com fome. Com os miados mais curtos, foi o oposto: conceito alto em alegria e pequeno em emergência. Esses sons começariam em notas altas e depois baixariam. Todo animal de estimação enfrenta a dificuldade de adquirir o que deseja dos seus donos humanos", reitera Nicastro.
- Reduza de 20 a quarenta % o valor energético da ração do seu cão
- Focinheira de cesta ou de grade
- PL federal, que dispõe a respeito da proibição do uso de animais em circos
- 176 "O exército do Sr. Satan!" Os Discípulos de Hércules 27 de Janeiro de 1993
- Problemas oftálmicos, como excedente de lágrimas, entrópio e olho de cereja
- dois Shikamaru Nara
- 271 "Transforme-se em um doce." A estranha atitude de Vegeku 19 de Julho de 1995
Os gatos, convivendo com o homem há cinco 000 anos, desenvolveram seus meios vocais pra alcançar o que querem. Nicastro acredita que o miado teve um papel central na evolução dos gatos. Ele esteve em um zoológico da África do Sul gravando os sons de um Felis silvestris lybica, o gato selvagem que é tido como ancestral do Felis catus aí no teu colo. A vocalização do gato selvagem não se revelou muito expressiva: só sugeria irritação.
Os primeiros gatos a serem adotados pelo homem teriam se destacado, segundo Nicastro, por emissões vocais agradáveis. Os gatos mais hábeis na manipulação vocal do ser humano teriam progressivamente cruzado entre si, gerando ninhadas de gatinhos ainda mais espertos no emprego do gogó. Há controvérsias. O especialista em modo animal John Bradshaw, da Escola de Southampton, Inglaterra, reitera que o exercício dos miados para manipular os donos é repercussão de aprendizagem individual e não da evolução. Diferentes gatos usariam tipos diversos de miado pra comprar a mesma coisa. Nicastro, todavia, não está pronto a transmitir os pontos: "Traçar uma distinção clara entre aprendizagem e melhoria é um defeito. A expansão influi sobre a capacidade ou a rapidez com que uma espécie aprende a produzir vocalizações apropriadas".
Talvez um dia a ciência dê a palavra final a respeito da credibilidade da melhoria no miado (ou do miado na melhoria). Contudo não estará dando termo ao mistério que cerca o gato. Supõe-se que ele foi domesticado alguns milhares de anos após o cão. Tua convivência com o homem vem sendo irregular, acidentada, com períodos de deificação e perseguição.
No velho Egito, o gato foi literalmente a salvação da lavoura. Domesticado pra controlar os roedores pela cultura de grão durante o rio Nilo, acabou merecendo um espaço no panteão dos deuses. A deusa Bastet, que protege o deus-sol Rá de uma serpente, é uma gata. Uma lenda muçulmana conta que, certo dia, a gata de Maomé estava dormindo sobre o manto do dono quando ele foi chamado para uma luta. Maomé não cogitou acordá-la: preferiu reduzir o manto com a espada.
As crendices cristãs não foram tão simpáticas com o gato. Pela Idade Média, ele foi caçado em toda a Europa por tua suposta agregação com feiticeiras - o que contribuiu para que a peste, transmitida pela pulga dos ratos, fizesse tua colheita mortal entre os intimidados cristãos. O gato seria reabilitado nos séculos seguintes, contudo, ainda hoje, subsistem algumas superstições de possível origem medieval (gato preto oferece azar etc.).
É uma encantadora representação da nossa relação com os bichanos. Independentes e orgulhosos, eles não se submetem a nossos caprichos autoritários. Os poetas têm uma predileção característico pelo gato. O francês Charles Baudelaire (1821-1867) dedicou-lhe alguns poemas notáveis de As Flores do Mal. O americano naturalizado britânico T.S. Eliot (1888-1965) foi mais longe e dedicou um livro inteiro aos felinos.
No Brasil, poetas contemporâneos como Haroldo de Campos, Ferreira Gullar e Nelson Ascher têm dado seguimento à tradição, tomando o gato como tema de seus versos. A imagem dos felinos pela cultura pop não é unívoca. Temos o simpático e psicodélico Felix, o gordo e cínico Garfield, e abundantes gatos atrapalhados e famintos, sempre frustrados pela perseguição da tua caça - os mais famosos são Frajola e Tom.
A crueldade implícita de desenhos como Tom e Jerry foi levada a extremos sangrentos na genial paródia Comichão e Coçadinha, que figura em alguns episódios de Os Simpsons. E não queremos esquecer os luxuriosos gatos de Striptiras, quadrinhos do brasileiro Laerte. No tempo em que escreve essa matéria, o repórter está ante a vigilância das pupilas oblongas do teu gato Sig, empoleirado sobre isso uma estante de livros. O melhor ambiente para ter um gato, de qualquer modo, não é a respeito os livros, no entanto no colo - bem aí onde ele se acomodou no momento em que você, leitor, estava ainda no primeiro parágrafo. Bash Dibra usa a palavra "beleza" pra contar nossa comunicação com os gatos.
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