Zoo Argentino Razão Polêmica Ao Permitir Entrada Em Jaulas De Tigre
Mas na Argentina não é preciso se contentar com persas, siameses ou um vira-lata. No Zoo Lujan, que fica a setenta quilômetros de Buenos Aires, visitantes conseguem entrar em suas jaulas pra fazer amor, dar leite e tomar fotografias, como se nada mais fossem que grandes gatos domésticos. Bem como é possível alimentar e interagir com elefantes e ursos.
O zoo é um sucesso. Quem não desejaria de tocar um leão bebê no colo, tocar e doar leite a um tigre adulto ou visualizar bem de perto um urso pardo sem correr riscos? Em sites de vídeos como o Youtube pra acompanhar uma porção de visitantes animados - muitos deles brasileiros - em aparente pacífica convivência com diferentes animais silvestres.
Em fotos de 2009 publicadas em alguns automóveis da imprensa mundial, uma mulher aparece sentada no lombo de um leão. O controvertido Zoo Lujan existe desde 1994. A coleção inicial tinha um macaco, 2 burros, 2 pôneis, várias lhamas e cervos, um casal de leões e alguns pavões, que faziam porção da coleção pessoal do dono, Jorge Alberto Semino.
Com o tempo, Semino foi agregando novos exemplares, vários vindos de doações, permutas e compras de criadores de animais, especialmente aves, como melros e papagaios. Hoje, em um terreno de 15 hectares, estão abrigadas jaulas e setores arborizados, onde os visitantes conseguem, inclusive, ir o dia e fazer churrasco, além de interagir com os animais.
O grupo de leões africanos é o mais significativas entre os felinos do zoo, com mais de oitenta animais. Há assim como vinte tigres de Bengala e 12 onças. Há por volta de 50 macacos de diferentes espécies da América do Sul, como essa de um casal de elefantes, Sharima e Arly, que chegaram a Lujan em 1999, comprados de criadores da Sumatra. Neste momento o casal de ursos pardos Leonel e Florencia foram comprados do Zoológico de Batan, pela cidade argentina de Mar del Plata, em 2008, ainda filhotes.
- Se pesa oito kg, entre 340 e 410 g
- 237 "Vegeta disputa pelos seus entes queridos." O Sacrifício de um Pai 24 de Agosto de 1994
- vinte e quatro de Junho de 1999
- Prisão de ventre
Em teu site, o Zoo de Lujan diz que a compra de animais, o que eles preferem chamar de resgate, acontecem pra salvar os animais das condições lamentáveis em que algumas vezes eles vivem, principalmente em circos. Apesar do discurso consciente, Lujan é um recinto polêmico. Eu só tenho uma expressão pra contar o zoológico de Lujan: vergonha", alegou ao iG Carlos Fernandes Balboa, responsável pela porção de educação ambiental da Fundação Existência Silvestre, de Buenos Aires. Para Balboa, os animais representam um traço pros visitantes e cuidadores inexperientes. Um tigre em ‘dia ruim’, como podes ter qualquer um, podes variar a sorte dos visitantes", diz. A direção do zoológico nega veemente o uso de remédios.
No roteiro pelo zoológico, uma guia diz bem como que animais sedados costumam ser mais nocivos que os outros, já que se sentem tontos e acuados. Em entrevista ao iG , Santiago Semino, coordenador do zoológico, diz que os tratadores estão em contato com os animais desde que eles nascem e sabem ler tuas reações e humores. Isso evita acidentes", admite.
E se algo suceder, a responsabilidade é nossa, como qualquer outro estabelecimento comercial". Em um filme institucional, o criador do recinto aparece brincando com leões e cuidando deles dentro de jaulas da sala de uma residência. Diz que os felinos do zoológico são todos nascidos em cativeiro e construídos, desde menores, de modo a perder teu instinto predador e de competitividade.
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