Vale a pena A Troca?

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6 Plataformas Para Web sites E Suas Vantagens E Desvantagens


Na exposição sobre isto Dries van Noten no Musée des Arts Décoratifs de Paris existe um video que reúne sequências de vinte anos de seus desfiles —um "supercut", no jargão online. Em uma visita à exposição qualquer tempo atrás, Van Noten indicava com acenos de cabeça seu reconhecimento de momentos notáveis: modelos masculinos pedalando bicicletas, mulheres caminhando por sobre isso uma imensa mesa de jantar. Porém o que mais se destacava eram as fantasmagóricas luzes brancas iluminando os rostos de pessoas da audiência em alguns de seus desfiles mais recentes —os smartphones dos espectadores, apontou o estilista.


Os fotógrafos profissionais posicionados nos tablados com visão ampla da passarela imediatamente representam apenas uma fração das pessoas que disputam furiosamente o direito de documentar cada roupa, acessório e peça do cenário. Quase todos os espectadores dos desfiles, da primeira fila aos que assistem em pé lá no fundo, nesta ocasião chegam com seus celulares nas mãos e teu aplicativo do Instagram aberto.


Essa é a moda pela era do Instagram, uma etapa inspirador no qual a mídia digital está mudando a maneira na qual as roupas são apresentadas e mesmo a maneira na qual são desenhadas. Inquestionavelmente, o advento da mídia digital alterou a as regras da moda, diz o estilista Alexander Wang. A mídia digital também mudou a forma pela qual a moda é reportada, consumida e compartilhada. As publicações e web sites especializados que no passado eram os carros respeitáveis para a cobertura das coleções tiveram seu território invadido por operadores individuais. Eva Chen, editora-chefe da "Lucky". Keith Baptista, sócio diretor da Prodject, agência de fabricação que produz desfiles pra freguêses como Wang, Giorgio Armani e Ralph Lauren. Desenvolver uma experiência única —e por descrição compartilhável— pros mal acostumados espectadores de desfiles tornou-se parte da tarefa obrigatória dos estilistas.


Os desfiles são concebidos para deslumbrar não só os presentes entretanto os seus seguidores. Dez milhões, e dura menos de dez minutos. Poucos desfiles são capazes de concorrer com os da Chanel em termos de excessos teatrais. Contudo a companhia estabeleceu um padrão desafiador até pra ela mesma, em fevereiro, ao erigir um vasto supermercado com prateleiras repletas de 100 1 mil produtos falsos, desenvolvidos pela Chanel para o evento.


Pela seção de carnes, tendo como exemplo, os presuntos tinham o rótulo "Jambon Cambon", uma fonte ao nome da rodovia na qual a Chanel mantém seus escritórios e uma loja. Antes do desfile, os espectadores podiam passear pelos corredores, registrando selfies, antes que as modelos, empurrando carrinhos de mercado pelas passarelas, os enchessem de produtos. O fervor foi tamanho que a coleção mesma foi um pouco eclipsada. Não são apenas as grifes maiores que pensam amplo.


Wang adquiriu reputação como promotor de espetáculos que tratam com admiração a rede social. Em fevereiro, seu desfile foi encerrado por modelos de aparência robótica girando sobre isso uma plataforma, enquanto ondas de ar aquecido mudavam a cor de seus trajes sensíveis à temperatura —um momento que parecia concebido especialmente pro Instagram. A atenção que a mídia digital imediatamente recebe vai além da cenografia e da montagem de desfiles.


Ela assim como começou a influenciar o desenho de algumas coleções, dizem estilistas e críticos. Tiziana Cardini, diretora de moda da La Rinascente, uma cadeia de lojas de departamentos de Milão e colaboradora da "Vogue" italiana, percebeu a modificação. Perguntada sobre o fundamento para isso, ela responde: "Foi a Internet; ela absolutamente mudou a linguagem". Os jovens editores também foram condicionados a raciocinar em moda no plano chapado de uma tela digital. Ed Filipowski, presidente de relações com a mídia da KCD. Será que foi essa tendência que Rei Kawakubo, a oracular guru da Comme des Garçons, satirizou —ou celebrou? — com tua coleção do outono de 2012, que consistia de roupas de feltro achatadas como roupas de bonecas de papel?



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  • *_* says
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  • Quantas bolinhas de pingue-pongue seriam necessárias pra preencher esta sala? zoom_out_map


As transformações causadas pela tela plana têm potenciais lados negativos. Inclusive até quando incontáveis estilistas tenham mencionado a prática dos usuários do Instagram para capturar um padrão de bem mais ângulos do que no passado, os detalhes mais intrincados do corte e construção desaparecem quando capturados em só duas dimensões. Ocasiões que podem ser inspiradoras ao vivo algumas vezes não são tratadas com a devida justiça na tela.


A coleção de outono de Junya Watanabe, toda preta (uma cor notoriamente penoso de fotografar), era composta por peças de vários tecidos costurados juntos, formando um patchwork. Pela tela, as nuanças muitas vezes não aparecem. A couture, que depende de serviço de detalhe, podes sofrer ainda mais. Raf Simons, da Dior, à revista "Interview".