Uma Corporação De Tecnologia De Wisconsin
Uma corporação de tecnologia de Wisconsin, nos Estados unidos, causou furor ao publicar que implantaria chips no corpo de seus funcionários pra substituir crachás, chaves e a necessidade de senhas em computadores e materiais eletrônicos. O chip tem êxito como um código de barras e permite que leitores digitais identifiquem o nome, a área de serviço e até mesmo o cartão de crédito dos funcionários que decidem obter alguma coisa para lanchar na cantina da empresa.
BBC Brasil Todd Westby, CEO da Three Square Market, que era conhecida até hoje como produtora de máquinas de autoatendimento, como aquelas que vendem latinhas de Coca-Cola no metrô ou substituem o serviço dos operadores de caixas em supermercados. Pra que esse tipo de monitoramento fosse possível, todavia, o chip subcutâneo precisaria ter um aparelho de GPS - algo que não está presente na versão instalada nos funcionários da empresa de tecnologia. No mínimo até o momento. Westby à BBC Brasil .
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O empreendedor diz que, num futuro próximo, a tecnologia conseguirá ser utilizada para substituir documentos, fichas médicas e até tornozeleiras eletrônicas - bastante conhecidas no Brasil em consequência a sentenças recentes da operação Lava Jato. Neste ano, no mínimo 5 estados brasileiros - Goiás, Espírito Santo, Piauí, Alagoas e Rio de Janeiro - registraram inexistência de tornozeleiras por excessod e demanda.
O ex-ministro Geddel Vieira Lima, que teve prisão preventiva expedida por suposto envolvimento em corrupção, teve sua liberação para o regime semi-aberto atrasada assim como pela escassez do objeto. A organização de Wetsby, um economista que migrou pra industria da tecnologia em 1997, é a primeira de que se tem entendimento nos Estados unidos a implantar chips em funcionários.
Neste instante, com 6 patentes diferentes em modo de registro, ele quer vender a tecnologia para diferentes setores. Wetsby se limita a expor que um deles está em São Paulo, no entanto não revela nomes "já que as negociações ainda estão em andamento". Segundo Westby, médicos brasileiros estariam interessados em fazer testes com o chip em pacientes com doenças degenerativas.
O chip reuniria sugestões sobre o histórico médico dos pacientes, incluindo registros de remédios e tratamentos efetuados nos últimos anos e poderia garantir um acesso simples a essas informações em caso de desorganização mental ou se o paciente estiver desacordado. A reportagem questiona se a implantação dos chips nos funcionários não foi uma estratégia de marketing, pelo motivo de garantiu visibilidade à corporação e abriu as portas pra interessados na tecnologia. Westby jura que não.
O lançamento da tecnologia, em 1º de agosto, reuniu dezenas de equipes de Televisão pela pequena cidade de River Falls, de 15 1 mil habitantes. Entre os entrevistados estava uma funcionária que não aceitou receber o chip. Katie Langer em entrevista à NBC News . O chip usado na empresa neste instante permite que funcionários se identifiquem em catracas e roletas, utilizem computadores e máquinas de fotocópias e paguem por produtos consumidos pela cantina.
O chip tem êxito a uma distância máxima de quinze centímetros dos leitores. Segundo o criador, ele podes ser removido em poucos minutos com auxílio de um médico ou enfermeiro - do mesmo jeito com que foram inseridos. As principais preocupações dos usuários se referem a privacidade - quem garante que o chip não poderá ser hackeado ou os detalhes que coleta conseguem ser utilizados por patrões sem o consentimento dos empregados? A reportagem lembra que ele havia dito há pouco que está desenvolvendo uma versão com GPS.
Os usos do chip subcutâneo, segundo seu criador, poderiam incluir monitoramento de criancinhas em regiões com alta incidência de tráfico infantil ou de animais domésticos, cuja fugas poderiam ser evitadas ou controladas. Em 2015, um boato de que a desta maneira presidente Dilma Rousseff implantaria chips nos brasileiros pra substituir documentos como RG e CPF foi o conteúdo mais buscado no nação pelo Google durante semanas. O detalhe era falsa. Dilma não havia sancionado ou debatido cada lei sobre o assunto microchips - no entanto discutia a fabricação de um novo cartão chamado Registro de Identidade Civil, que possuiria um chip como os presentes em bilhetes de ônibus ou cartões de crédito. Para Wetsby, a emoção ocorrida à data no Brasil deixará de transcorrer em alguns anos.
Eu sei quem necessita ser o rei! Todos os animais fizeram um silêncio de grande probabilidade. A senhora domina, contudo como? Montanha, você me ganhou! Montanha, você me ganhou! Montanha, você me venceu, por hora! No entanto você, montanha, já é que o terceiro leão teve uma maneira de vencedor diante da derrota e quem pensa assim é maior que seu defeito: é rei de si mesmo, está
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