The Maraviroc-Adventure
O primeiro desafio relaciona-se com a marcada eleva??o do n��mero de casos de cancro do pulm?o registados, que duplicou ao longo do per��odo de estudo. Esta evolu??o n?o �� f��cil de explicar. Considerando as taxas de incid��ncia e de mortalidade por cancro do pulm?o em Portugal ao longo do mesmo per��odo1, 2, 3, 6?and?7, n?o se encontra explica??o v��lida para este aumento (fig. 4). A incid��ncia do cancro do pulm?o http://www.selleckchem.com/products/pirfenidone.html aumentou, por��m, essa eleva??o n?o �� suficiente para explicar os valores registados nos hospitais inclu��dos no estudo3, 6?and?7. Daqui resultam 2 possibilidades de explica??o alternativas: falhas no registo e defici��ncias na refer��ncia dos doentes para os centros de diagn��stico e tratamento, especialmente nos primeiros anos de estudo. Estas explica??es s?o, contudo, dif��ceis de aceitar, considerando as caracter��sticas e a agressividade da doen?a; por��m, n?o foi poss��vel identificar outras mais satisfat��rias que pudessem ter estado subjacentes a esta evolu??o. O cancro do pulm?o fundamentalmente atingiu pessoas com mais de 60 anos. Os adultos jovens contribu��ram unicamente com 5% dos casos ( http://www.selleck.cn/products/Paclitaxel(Taxol).html Outra das observa??es importantes est�� ligada ao padr?o de ocorr��ncia do cancro do pulm?o nas mulheres que mostrou um incremento muito superior ao esperado, aparentemente n?o associado aos h��bitos tab��gicos (*Supl. figs. 1 e 2). Em Portugal, as mulheres com cancro do pulm?o representaram 20-25% do total dos casos em 20087. Estes valores s?o bastante similares aos casos diagnosticados ao longo do per��odo de estudo, no sexo feminino, o que �� bastante distante dos 34,5% de casos ocorridos no sexo feminino no mesmo per��odo, na ?eurozone?1?and?3. O h��bito de fumar �� o fator de risco isolado mais frequentemente identificado nos doentes com cancro do pulm?o. O n��mero de cancros do pulm?o estabilizou no grupo de n?o fumadores, tem vindo a decrescer no grupo dos fumadores e tem aumentado entre os ex-fumadores. Este padr?o de ocorr��ncia7, 8, 9?and?10 poder�� relacionar-se com a altera??o da atitude da sociedade em rela??o ao h��bito de fumar e ao receio da associa??o deste ao risco http://www.selleckchem.com/products/Maraviroc.html de cancro do pulm?o. O PS dos doentes representa uma condicionante decisiva �� escolha do tratamento. A avalia??o da repercuss?o da doen?a no PS mostra que, embora a maioria dos doentes tenha bom estado geral na altura do diagn��stico, 48,6% estavam gravemente limitados. Contrariamente ao que ocorre com outros tumores malignos, uma elevada propor??o de doentes tem mau PS11. No nosso estudo, a propor??o de doentes com bom PS foi aumentando ao longo do estudo. Na d��cada passada, as boas condi??es socioecon��micas podem explicar um melhor PS.
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