Telhanorte Esclarece As Funções De Cada Artefato


Ao longo do procedimento de construção e reforma da moradia, várias perguntas podem surgir para aqueles que não estão familiarizados com todos os produtos que envolvem o universo da construção civil como, por exemplo, o rejunte e a argamassa. Trata-se da mesma solução? Onde e como utilizar cada um deles? O arquiteto explica, objetivamente, a geração de cada solução. São produtos diferentes: a argamassa é usada pro assentamento dos pisos, enquanto o rejunte necessita ser utilizado no acabamento entres as juntas".



Argamassa: Produzida com uma mistura de cimento, aditivos químicos e substâncias de origem mineral, como areia e quartzo, a argamassa é desenvolvida pra ambientes específicos. No geral, são encontradas argamassas pra uso interno, externo, piso sobre piso, pra porcelanato e poderá ser cinza ou branca", diz o arquiteto. Usar o objeto específico confere maior característica e segurança pela instalação, evitando problemas como o descolamento. Normalmente, o consumo da argamassa fica entre 4 kg a oito kg por m², dependendo do tamanho do revestimento. Acabei de me lembrar de outro site que assim como poderá ser vantajoso, veja mais dicas neste outro post simplesmente clique na próxima página do site, é um agradável web site, creio que irá querer. É considerável ler e prestar atenção nas instruções da embalagem, que apontam o jeito de preparo, jeito de uso, tempo de secagem e validade do produto", aconselha.



Outra dica sério é referente ao armazenamento certo da argamassa, que tem que acontecer em lugar coberto, alto e retirado das paredes para evitar o contato com a umidade. Rejunte: É produzido com cimento, grãos de areia muito finos e aditivos químicos, cumprindo o sério papel de manter os revestimentos vedados, longe da umidade, além da atividade estética. Conseguem ser encontrados nas versões cimentícia ou resinada, como epóxi e acrílico," ressalta Pasquini.



O rejunte cimentício é fácil de utilizar e se adequa à maioria das obras do ponto de visibilidade estético. Por isso, é a solução mais utilizada nos lares brasileiros. A versão epóxi requer aplicação mais delicada, porém retém superior resistência e acabamento melhor do que os outros tipos de rejunte. Agora a versão acrílica é vantajosa por ser comercializada pronta pro exercício, facilitando a aplicação, no entanto, o acabamento é plataforma elevatóRia modesto. Antes de botar o rejunte, é necessário ainda limpar as peças para facilitar a penetração do artefato. Assim sendo, a aplicação terá acabamento perfeito", conclui o arquiteto.



Revestida de litocerâmica e com tampos superior de Corian e, de refeições, em madeira teca, a suporte é complementada por cadeiras de fibra. Idealizada pela arquiteta Suzy Melo, esta cozinha com 16,cinco m² fica numa moradia de campo. Nesse ângulo da cozinha projetada pela arquiteta Suzy Melo, vê-se a bancada de serviço com tampo locação de plataforma elevatória mármore e os armários de madeira.







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Sobre o frontão da pia, ladrilhos hidráulicos protegem a parede dos respingos de água. A coifa preta remete ao ferro pintado e a mesa em madeira rústica é de abrir. A cozinha inventada pela arquiteta Suzy Melo pra esta moradia de campo está integrada à área de jantar por janelas guilhotina e na porta de vidro. Deste ângulo é possível ver a suporte aparente de madeira, o pé-justo e o forro de madeira que reforçam o modo rústico do projeto.



Com 10 m², esta cozinha integra-se à outra interna e leva assinatura da arquiteta Paula Gambier. De um lado, o ambiente é composto pela bancada de trabalho revestida de ladrilho hidráulico e contornada por tosetos no mesmo equipamento. A cozinha externa e rústica, pensada pela arquiteta Paula Gambier, conta com fogão a lenha, forninho com tampa de ferro trabalhada e churrasqueira dispostos em linha.



Toda revestida por cimento queimado e com cobertura estruturada em eucalipto roliço, esta cozinha externa mede 110 m² e faz cota de um sítio. Projetado por Vilma Meirelles, o espaço tem arremates de tijolos no piso, que fazem o papel de juntas. O volume em L, com acabamento em cimento queimado, concentra fornos e fogões, além de pia e nichos pro armazenamento de utensílios e mantimentos. A cozinha com 32 m² segue as mesmas linhas da versão rústica e externa (imagens 13 a quinze) planejada pela designer Vilma Meirelles. Nessa cozinha de fazenda com 20 m², o arquiteto René Fernandes aplicou verde nas paredes, que sustentam quadros antigos.