Tecnologia Multiplica 'nômades Digitais', Os Profissionais Que Trabalham Sempre que Viajam Pelo.

is?2Gra3GxC8uAOnKt5mIwVfh9eBk9tuksCBb9Qcn57zjU&height=131


A paulistana Luciana Zago vai colocar em prática um plano velho de viver qualquer tempo pela praia. Vai alugar um quarto na moradia que alguns amigos dividem em Baleia, no litoral norte do Estado. Não é um sabático, pelo contrário. Ela acaba de ser promovida a gerente de busca clínica em uma multinacional que presta serviços pra indústria farmacêutica. A dúvida é que, além de maleável, tua jornada de serviço não tem base definida.



Ela atua na fase inicial das pesquisas, coordenando equipes em diferentes países a partir de teleconferências e reunindo em uma plataforma digital todos os documentos para iniciar um novo projeto. Pra fazer isto, ela deve fundamentalmente de uma interessante conexão de internet. Mesmo antes da promoção, com a responsabilidade de aparecer no escritório alguns dias na semana, Zago com frequência dava um jeito de ir além do home office. Prontamente trabalhou com a Chapada dos Veadeiros (GO) ao fundo, de Natal (RN), de Miami.







    • Associações de post de website






    • Definindo a localização






    • Faça tudo em pequenos passos






    • Estruture o seu funil de vendas






    • Webdesigner e programador






    • CLUBE DE LOCAÇÃO DE SAPATOS






    • Sem testes você está só chutando






    • vinte fatores relevantes pra ajudar você a construir um negócio de sucesso







No término do ano sua base será Boipeba, na Bahia. Ela é o que o mercado de serviço tem denominado como "nômade digital", um grupo heterogêneo que, com a ajuda da banda larga, da computação pela nuvem e dos aplicativos de intercomunicação, faz os lugares mais improváveis de escritório. Também paulistano, Eduardo Borges, de trinta e três anos, neste momento fez de tudo. Desde atividades mais "tradicionais", criando blogs e a prestando serviços de marketing digital e de consultoria em S.e.o. (search engine optimization) a modalidades mais inventivas. Desde 2010, ele viaja com quinze quilos de bagagem e um portarretrato dos dois cachorros. Prontamente teve em torno de 10 "bases" pelo mundo, nas quais ficou por um estágio mais extenso, de até um ano.



Entre elas estão Odessa, na Ucrânia, Budapeste, na Hungria, Medellín, na Colômbia, e Florianópolis, a capital catarinense. No instante ele está em São Paulo, onde ficará por 2 meses para finalizar o curso de marketing digital que está criando e o site que leva teu nome. A ideia é anunciar o "lifestyle nômade" entre os brasileiros.



Distanciado de ser diretriz, a "semana de 4 horas" é o que Ferriss chama de períodos de "miniaposentadorias", dos quais se podes desfrutar no momento em que um negócio finalmente passa a gerar renda de modo passiva. É o caso, como por exemplo, dos aplicativos, que são rentabilizados por download. É desta maneira que vive desde 2013 o americano Johnny Jen.



Natural de San Francisco, Johnny FD, como é famoso, leu o livro de Ferriss em 2007, no momento em que tinha vince e seis anos, e, pela sequência, pediu demissão do departamento de contabilidade da multinacional Honeywell. BBC Brasil de Odessa, na Ucrânia. Ele se mudou para a Tailândia e passou os quatro anos seguintes sobrevivendo como instrutor de mergulho.



Hoje ele alterna períodos de cerca de 2 meses em que se dedica aos negócios digitais - de "drop shipping" a cursos online e publicação de ebooks - com dois meses de "miniaposentadorias". No ano passado, Johnny visitou 17 países e, em alguns dias, quota pra Ilhas Canárias. Apaixonado pelo tópico, ele comanda o podcast Travel Like a Boss, onde entrevista nômades digitais. Desde 2015 ele organiza em Chiang Mai, pela Tailândia, um encontro de três dias em que nômades digitais de todo o mundo trocam experiências.