Sitio Mata Branca De Permacultura

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Quando compramos a terra existiam 2 casas de taipa. Uma o morador levou junto com a alteração, descobri super boa, a segunda ficou dentro da propriedade. Por isso nesse lugar deixamos registrado como se deu a reforma da nossa moradia de taipa. Deste jeito inicialmente vamos acompanhar as fotos como era a residência antes. Continuando com a nossa reforma, fizemos a utilização de troncos no piso para decorá-lo, e também um garrafão de vidro na parede entra sala e cozinha pra decorar nossa residência.



Com o telhado trocado resolvemos arredar a cozinha que era muito estragada, contudo no momento em que fizemos isso tivemos um surpresa. A parede estava estragada e ameaçava desabar, as pressas subimos uma com tijolos. A imagem acima mostra a parede após a retirada da cozinha, por isso muito rapidamente tivemos que solucionar optar pelo habitual, que estávamos no inverno, que apesar de fraco, poderia numa chuva inesperada comprometer a obra.



Terminamos a reforma com reboco habitual nesta primeira parede de tijolos e no restante da casa rebocamos os locais das rachaduras com uma massa feita de acal e barro. Colocamos os eletrodutos e outras tomadas, visto que os cabos eram antigos e existia risco de curto. Com isto pintamos toda de acal branco e terminamos com a construção de um alpendre para esticarmos nossas canelas naquela interessante redinha.



Almejo que o texto esteja claro e que possibilite uma legal ideia como era e de que forma ficou. Hoje nossa casa detém uma sala e cozinha, 2 quartos e dois banheiros. Um banheiro criado e o segundo reformado. Esta tudo ficando muito ótimo. Por aqui no alpendre, Jacqueline com Flora pequenininha aos três meses e pela janela Ingryd, nossa sobrinha bonita do coração. Estamos trabalhando pra tornar esse ambiente um recinto mais belo e ótimo de se viver. Estes dias conversando com o antigo morador da casinha questionei quanto tempo faz que a residência estava de pé e ele aluguel de plataforma elevatória me argumentou que tem seus 50 anos descomplicado. Mais um motivo para cuidarmos com carinho desta bonita moradia.







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    • 2013 - 4ª edição






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    • Reforma ou instalação de aparelhos de fatos e intercomunicação






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O apê Caravelas, com projeto de reforma da arquiteta Marcela Madureira, obteve uma cozinha americana com a formação de uma meia-parede que divide, mas assim como integra, os ambientes sociais, e também auxiliar como bancada. Grandes portas corrediças de vidro separam a cozinha da área externa, coberta pelo pergolado de concreto, sob o qual está uma mesa para refeições. A cozinha se comunica com a sala de jantar pela porta de correr (à dir.). O piso cerâmico (Portobello) imita concreto e cria a apoio do espaço com predomínio dos tons cinzentos, inclusive nos móveis planejados em MDF (Florense).



Para quebrar a seriedade do ambiente, toques de amarelo que aquecem o espaço e aguçam o apetite. Bem que a cozinha tivesse janelas grandes e fosse bem ventilada, a certificação sustentável avaliaria níveis de radônio no ar - item químico proveniente do atrito com solos rochosos e ferrosos. Assim sendo, a exaustão foi indispensável. A iluminação com LEDs é fria, dimerizável e setorizada e as persianas são da Uniflex.



Na cozinha todos os puxadores são de alumínio, cem por cento reciclados e recicláveis. Os eletrodomésticos têm tecnologia "inverter" e contam com pico de tensão elétrica reduzido. A cozinha ocupa o espaço central da ala social e é considerada o coração da residência Samambaia, criada pelo arquiteto Rodrigo Simão. Estar, jantar e home theater usufrem do calor do fogão à lenha, muito usado como lareira nos dias frios. O fogão à lenha teve suas paredes pintadas na artista plástica Katharina Welper.



De acordo com o arquiteto Rodrigo Simão, autor do projeto da residência Samambaia, no momento em que o sistema atinge 300° C, uma pizza podes ser assada em somente um minuto. Com a reforma, a cozinha sem janelas, ficou bem mais clara: a claridade natural vem da sala, de uma abertura da parede do corredor e da porta de vidro. A bancada em inox possui de prática área de trabalho e embute armários, lava-louça e fogão. Eu quase prontamente havia me esquecido, para compartilhar este postagem com você eu me inspirei neste website aluguel de plataforma elevatoria https://www.grupoapc.com.br/plataformas-articuladas/ ElevatóRia [www.grupoapc.com.br], por lá você podes encontrar mais informações valiosas a esse post.



Para iluminar artificialmente, o trilho de spots foca a bancada e outros 2 rebatem a claridade no teto e na viga, criando iluminação geral. A cozinha obteve prateleiras (à esq.) espertas: não apenas sustentam utensílios, enfeites e plantas como também melhoram a iluminação do ambiente. O piso claro de granilite é prático, claro e cria uma base neutra. A porta envidraçada (à dir.) fornece luz natural e apresenta acesso à área de serviço, que leva ao setor íntimo.



A cozinha central conta com três geladeiras grandes pra estocar massas, carnes, frutas e doces. Os armários plajenados são revestidos com laminado melamínico branco (Florense) e uma área para refeições rápidas foi estruturada pela bancada de Corian. A cozinha da moradia Acapulco, no litoral paulista, é inteiramente branca e foi revestida do piso ao teto com porcelanato acetinado (Portinari). O piso de porcelanato e o forro inclinado de madeira são a apoio do espaço gourmet. A cozinha do apartamento de 160 m2, no Paraíso, zona sul de São Paulo, ganhou piso de porcelanato e armários revestidos de laminado melamínico cinza claro e branco, com tampo de mesa revestido em laminado amarelo.



O arquiteto Renato Dalla Marta, do AUM Arquitetos, foi o responsável por projeto. Porção da cozinha do apartamento de 160 m2, no Paraíso, zona sul de São Paulo. A bancada em massa sintética de vidro preta guarda armários revestidos de laminado melamínico cinza claro em constituição com os suspensos brancos. A cozinha foi distribuída em linha para racionalizar o espaço, resultando-o benéfico e ao mesmo tempo agradável.