Site Expressão De Homem Por Felipe Machado

is?UNuXtFFgGCat8TxrPbWDTwqJSzGTDQuxYdPLzZ8bgJI&height=214


Chamar um festival como o Lollapalooza de maratona é subestimar o físico dos roqueiros: aposto que quem foi aos 3 dias andou muito mais que os quarenta e dois quilômetros previstos pela prova olímpica. É pesado, desgastante, cansativo. Mas, para as pessoas que gosta de rock, é uma vitória que flashbacks notáveis e, melhor ainda, um dever de tarefa cumprida.



Lembrando Euclides, eu diria que o roqueiro é, antes de tudo, um potente. Um festival como o Lollapalooza, com vários palcos rolando simultaneamente, propicia uma experiência única. E essas alternativas são feitas através do gosto musical de qualquer um, porém também levam em conta as companhias. Aquela criancinha que você curtiu quer olhar o Hot Chip, se bem que você esteja desequilibrado pra ver de perto a reunião do Planet Hemp. Uma pessoa muito especial quer visualizar o Alabama Shakes, durante o tempo que teu grupo de amigos não admite perder o Franz Ferdinand. E portanto cada um faz o seu próprio ‘line up’ do festival.



O meu festival começou lá pelas 5 da tarde. Peraí, no entanto o show de imediato começou? Sério que pensei que ainda era música local, pelo motivo de estava nanico. Como acontecem shows simultâneos no festival, é preciso haver uma elegante equalização de sons e volumes para um show não atrapalhar o outro. Hora de correr para o palco Cidade Jardim, lá do outro lado, em razão de ia começar o show do Flaming Lips. Flaming Lips é aquela banda que toda gente imediatamente ouviu dizer, toda gente entende que é significativo, contudo ninguém conhece nenhuma música.



Era hora de agarrar cerveja e encaminhar-se ao banheiro. Peraí, contudo como fazer isso? Tenho certeza de que o festival utiliza qualquer tipo de logística internacional pra calcular o número de banheiros X o número de pessoas, porém é excelente deixar claro: estes números estão errados. É claro: aluguem mais banheiros químicos. Não é honesto deixar alguém esperando mais de uma hora numa fila pra poder se livrar do patrocinador oficial do evento, a cerveja Heineken.



Os cálculos do número de banheiros X pessoas devem ter sido feitos só são capazes de ter sido feitos em qualquer evento infantil ou religioso. Outra coisa inadmissível é a fila para comprar cerveja. Imagino quanto a Heineken não perdeu em vendas de cerveja justamente já que ninguém mais tinha paciência de esperar duas horas para comprar as fichas e apanhar a cerveja.







    • 6 Capítulos de 1996 a 1999






    • Antiinflamatórios (piroxicam, diclofenaco, ibuprofeno)






    • Polly falou: Trinta/01/12 ás vinte e três:08






    • 04 Semana Um: Jorge e Ana[vinte e sete] Adaptação: Mário Cunha







É preciso humildade para constatar que este esquema não deu direito. Em razão de estou descrevendo sobre isso informações para aprimorar o evento, acho que é interessante recordar que a recepção de celular/internet é péssima pela área do Jockey Club. Isto não é apenas uma frescura de gente que quer verificar o Facebook entre um show e outro, entretanto uma realidade midiática.



Como a web não funcionava direito, fico imaginando quanto o Lollapalooza perdeu em termos de mídia gratuita, com a impossibilidade das pessoas de publicarem imagens e artigos nas redes sociais. É sério: era aproximadamente impensável fazer upload de cada arquivo nos arredores do Jockey. Não imagino se era o caso de ter wi-fi gratuito para todos, no entanto pelo menos poderiam alugar umas antenas extras para a localidade durante o período do evento. Duas atrações bem legais prepararam o público para o amplo show da noite, The Killers. Na realidade, o mundo inteiro estava lá pra ver de perto os pop-roqueiros de Las Vegas, a verdade é essa. O Deadmau5 é o DJ mais roqueiro do planeta: quando ele apareceu vestindo uma cabeça de rato gigante eu neste instante sabia que o cara não ia brincar em serviço.



Quando tocou um remix de ‘Killing in the Name’, do Rage Against the Machine, eu vi na primeira vez gente dançando e agitando a cabeça ao mesmo tempo. Eu não sabia que isso era possível. Sempre que isto, os bonzinhos estavam investigando os bons garotinhos americaninhos do Passion Pit tocando teu pop eletrônico e dançante.



É uma banda de um cara só: no disco, o vocalista e tecladista Michael Angelakos toca tudo e ainda produz. Ao vivo tem uma banda para acompanhá-lo, contudo para expressar a verdade acho que o som deles tem êxito melhor no disco do que ao vivo. Ou talvez não seja um show para grandes festivais, entretanto pra um ambiente fechado onde é possível ouvir todas as cores do teu som.



Chegou a hora: The Killers! Como é ótimo ver uma banda pop que não tem desgraça de ser pop. Killers tem tudo que uma banda que um headliner de festival necessita ter: um setlist repleto de hits, uma banda coesa e com um som ideal e um vocalista que gosta de incendiar o lugar. Foi um sucesso atrás do outro: ‘Mr. Brightside’, ‘Spaceman’,‘Somebody Told me’, todas.



Eu mesmo não sabia que The Killers tinham tantos sucessos. No momento em que eu vi banda pela primeira vez, em Nova York, em 2006, o segundo disco da banda, ‘Sam’s Town’ tinha acabado de sair. Pode parecer impressionante, entretanto a diferença entre a banda que eu vi 7 anos atrás e a que enlouqueceu 52 1 mil pessoas não foi tão extenso.



Sim, o repertório é mais variado, há mais sucessos. Todavia desde aquela época imediatamente havia alguma coisa diferente neles, algo que anunciava que eles seriam uma banda gigantesca. Lindsay Lohan assistia a tudo em meio a um monte de seguranças. Não entendi o excesso, havia gente ali bem mais elegante e intrigante que ela.