Serial Killer' De Gatos Intriga Polícia E Deixa Famílias Em Luto Na Grã-Bretanha
Ataques a animais de estimação ocorrem há 2 anos em áreas tranquilas de Londres e arredores, e a polícia, ainda sem pistas conclusivas, teme que assassino retorne sua atenção a humanos. Ninguém entende ao correto o que aconteceu com Scooter, a gata preta da britânica Chantelle. Pela última vez que ela a viu, ambas estavam na cozinha em uma noite de verão.
Pela manhã seguinte, a gatinha desapareceu. Quando Chantelle a procurava pela rua, um vizinho a avisou que encontrou Scooter à 1h, morta no lado de fora de sua casa. Ele pensou que a gata pudesse ter sido atropelada, apesar de nunca houvesse muita movimentação de veículos naquela área residencial. O vizinho disse a ela que havia entrado em residência pra segurar um cobertor pra cobrir o corpo humano e, no momento em que voltou, esse tinha desaparecido. Ele presumiu que raposas fossem as culpadas. Porém, mais tarde naquele dia, outro vizinho procurou Chantelle e avisou que também havia localizado Scooter. Dessa vez, a gatinha morta foi vista às 5h30 no gramado da vizinha.
Tua cauda havia sido removida e um corte atravessava o corpo, da cabeça ao abdômen. Suas tripas foram arrancadas e colocadas ao lado dela, pela grama. O segundo vizinho chamou autoridades locais pra afastar o corpo humano, então Chantelle não viu Scooter com os próprios olhos. Contudo ela tinha certeza de uma coisa: a morte da gata não fora um acaso. O caso é um dos tantos atribuídos a um assassino em série que tem atacado gatos de estimação em Londres e arredores, deixando um rastro de aflição, horror e desconfiança que prontamente dura 2 anos. Antes da morte de Scooter, Chantelle imediatamente tinha lido histórias sobre o assunto um assassino de gatos que operava em volta da M25, uma rodovia nos arredores de Londres.
Mas não imaginava que seus animais estivessem em perigo na sua casa em St Leonards-on-Sea, a oitenta quilômetros da capital inglesa. Ela e seu marido estão imediatamente pensando em se variar para uma nova casa, protegendo seus demasiado felinos. A polícia diz ter certeza de que se trata de um homem e que ele pode ter matado mais de 370 animais, principalmente gatos de estimação, entretanto assim como raposas, coelhos e possivelmente uma coruja selvagem. As primeiras vítimas de que se tem notícia são de Croydon, no sul de Londres - dando ao assassino a alcunha de "Croydon Cat Killer" ("matador de gatos de Croydon").
Todavia os assassinatos foram mais tarde reportados em outras áreas de Londres, gerando um segundo apelido, "M25 Cat Killer" ("matador de gatos da via M25"). E seu campo de ação se espalhou para ainda mais afastado do que isso, chegando a diferentes áreas da Inglaterra. No começo de junho, um pequeno grupo de pessoas se reuniu em um salão em Croydon. Eles ouviam uma harpista tocar e acendiam velas numa mesa - sobre a qual se destacava uma amplo fotografia de um gato malhado.
Eles estavam ali pra homenagear os animais assassinados. Ao longo dos últimos dois anos, Boudicca e teu parceiro, Tony Jenkins, têm sido protagonistas na caça pelo assassino de gatos. Em 2015, no momento em que surgiram relatos de mortes de animais e raposas no sul de Londres, o casal se questionou se seria obra de alguma gangue. Boudicca e Tony sem demora cooperam de forma oficial com a polícia londrina, que montou uma potência-tarefa especial para o caso.
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A cada morte reportada, há protocolos - desde observação das cenas dos crimes até autópsias - para tentar definir se esta foi acidental ou se poderá ser obra do mesmo assassino. A Snarl, organização da sul-africana Boudicca, ajudou a criar um perfil dos métodos usados pelo assassino: ele ataca principalmente à noite, em áreas residenciais, normalmente atraindo suas vítimas com ração ou pedaços de frango cru.
Mata-as rapidamente, aplicando qualquer tipo de potência bruta. Houve casos de animais que tiveram suas cabeças ou patas decepadas. Os corpos costumam ser deixados perto das casas das vítimas ou em espaços públicos, como playgrounds. A agressão dos casos chega a deixar as pessoas incrédulas, reitera Boudicca. A discussão chegou às mídias sociais. Pela página da Snarl no Facebook, eclodiram lutas entre quem acusa a organização de exagerar o problema - citando que os animais foram mortos por imprevisto ou por raposas - e quem busca vingança contra o autor das mortes. Com as mídias sociais, Boudicca também conseguiu auxílio de voluntários pra distribuir panfletos alertando para o problema. Julie, agregando que vários temem que o responsável pelas mortes seja cota das próprias comunidades.
Como vários serial killers começam suas séries de matanças com animais, o detetive Andy Collin teme que o matador de gatos acabe voltando tuas atenções a humanos. Um perfil criado na Agência Nacional Anticrimes britânica sugere que a raiva do assassino com gatos derive de um dificuldade mais profundo com mulheres ou com alguma mulher específica. Ele admite uma "enorme frustração" por não ter conseguido descobrir o assassino até prontamente. Em agosto, a polícia chegou a reconhecer um homem de em torno de quarenta anos que foi visto por testemunhas perto de uma cena de crime no sul de Londres, porém pouco além do mais. O fato de a maioria dos ataques ter se dado em zonas residenciais tranquilas não ajuda os investigadores, já que diversas ruas não são filmadas por câmeras de segurança.
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