Seca Xixi': Saiba Como Transformar A Urina Do Cão Em Pó


Quem tem um cachorro em casa entende que um dos maiores problemas que podem processar-se é o caso de o animal fazer as suas necessidades fora do lugar adequado para isto. Quem tem arrepios só de fantasiar o potente odor e a sujeira nos lugares mais inadequados, pode ficar mais quieto: há um objeto no mercado que promete fazer com que o xixi se transforme em pó!



Trata-se do "Seca Xixi", um item que com certeza ganhará a afeição de todos os tutores. Com ação bactericida, o Seca Xixi deixa o lugar higienizado e, dessa forma, não é necessário utilizar nenhum outro produto no ambiente afetado. No momento em que o cãozinho fizer xixi em qualquer local - principalmente naqueles onde não precisa - basta jogar o Seca Xixi. Em alguns segundos, a urina vai virar um pó que será capaz de ser varrido, evitando o contato do xixi do cão com as mãos e todo o gasto de papel toalha, panos e itens de limpeza para tentar remover o cheiro. O objeto também é montado especificamente pra ser utilizado em carpetes e, pensando no meio ambiente, bem como poderá-se falar que o Seca Xixi é um muito bom produto, dado que o pó que resta pode ser jogado em jardins ou vasos.



Com o emprego do Seca Xixi, assim como reduzimos o gasto com água e o volume de lixo produzido. O produto também é muito prático nos casos de viagens ou visitas. O Seca Xixi bem como pode ser uma possibilidade para aqueles tutores que possuem animais de estimação que já passaram da fase do cachorro que não domina o ambiente correto de fazer as suas necessidades. O item poderá ser um aliado pra limpar o cantinho do jornal ou do Pipi-dollys.



É uma grande verdade. Merece destaque a contundente entrevista "‘Supremo virou fator de criação de crises’", do professor de Correto da FGV Carlos Ari Sundfeld (21/12, A9), que analisou com pertinência e propriedade os últimos anos de atuação do Supremo Tribunal Federal. Por oportuno, cabe reproduzir dois trechos: "Os heróis do instante são os ministros Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes.



Eles se comportam como dois deuses se digladiando. O Supremo agora foi um aparelho respeitável para acalmar e estabilizar o país. Ele ainda faz isto em novas matérias, no entanto acabou se transformando em um fator de construção de crises. Hoje é um tribunal que está mais gerando fatores de crises do que as resolvendo. É qualquer coisa leve, perigoso e não sabemos como vai terminar". A esta altura dos acontecimentos, não poderia soar mais oportuno e certeiro, porque não? Não é necessários ser professor de Justo pra observar que o que Supremo neste instante faz existe um prazeroso tempo é, na verdade, baixa política, pura e claro, além de excesso de poder, principalmente por ministros indicados pelos governos do PT.







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Pro próximo governo, quem sabe seria uma recomendação ao Senado iniciar um modo de impeachment contra alguns que exorbitaram muito de suas funções, pra pôr a Alta Corte constitucional e ministros em seu devido ambiente. A política é apenas para que pessoas foi eleito para tal. Nos últimos anos, a excelsa Corte diversas vezes agiu, singela ou coletivamente, como um simples e ralés "juizado de porta de cadeia" da mais baixa politicagem.



Pela manchete do caderno "Política" do "Estadão" de ontem: "‘Supremo virou fator de criação de crises’". Pergunto a quem possa responder: nós temos um Supremo Tribunal Federal? O vácuo no poder deixado na derrocada moral da elite política brasileira, que teve como epicentro os governos dos petistas Lula da Silva e Dilma Rousseff, trouxe como decorrência nefasta o abalo à normalidade da democracia no País. Do Supremo Tribunal Federal (STF), digno ele, o baluarte da Constituição, surge a ameaça pelo acordar do viés autoritário de alguns de seus ministros. De fato, as conduções coercitivas realizadas pela Polícia Federal têm acontecido mesmo que o conduzido ainda não se tivesse recusado a depor ou comparecer.



Era, desta forma, um palpável espetáculo pirotécnico, pra conclamar aplausos para os condutores e paras demais autoridades do caso. Na verdade, a OAB, como preservadora dos direitos e garantias individuais, nos termos de seus estatutos, a toda a hora foi contra o feito coercitivo ou desmotivado, porquanto deve a condução coercitiva ser praticada nos termos do Código de Modo Penal. Desse modo, o ministro do STF Gilmar Mendes decidiu nos termos e limites legais. Quanto ao PT, o seu interesse a toda a hora foi a proteção exclusiva de seus integrantes.



Pra colher depoimentos, a Polícia Federal vai ter que requisitar a suspeitos a gentileza do seu comparecimento até o posto policial. E isto graças ao ilustríssimo ministro do STF dr. Gilmar Mendes. Sensibilizada, e penhoradamente, a bandidagem agradece. Sem entrar no mérito, final de ano, recesso, as notícias de "lá" rareiam. Péssimo pras figuras acostumadas à crista da onda. Desta forma, pimba: em decisão monocrática "dele", ficam proibidas as conduções coercitivas.



O cachorro continua abanando o rabo. Decisão monocrática é briga de símios? A desmoralização da Justiça neste instante é sem limites com a divulgação de salários, perda de independência e defasagem dos orçamentos, além da conhecida morosidade. Pra piorar, o ministro Gilmar Mendes definir interpretar a teu bel talante a legislação, proíbe a condução coercitiva e solta a torto e a justo aqueles conhecidos empresários e políticos que destruíram a economia do Brasil. Sem modificar o STF, o Brasil não acredita pela Justiça e duvida de que os culpados serão condenados pela Corte Suprema, que, além de deflagrar a imunidade, é pioneira na impunidade.



Argentina aprova a reforma de sua Previdência. No Brasil a reforma patina. Vereadores de São Paulo criam 13.º para si mesmos. Os salários dos juízes não serão resolvidos durante o tempo que não houver uma política pra toda a administração pública. Gilmar Mendes atende ao PT e à OAB e proíbe conduções coercitivas.