Se intensifica O Número De Pedidos De Guarda Compartilhada De Cães E Gatos

is?C7t_9s6XiDdVkEpXw7rS5g9GZTA-VUJkxnaLW9pfTIc&height=192


Diz o ditado, que os filhos de minha filha, meus netos são, todavia os filhos de meu filho, uma dúvida são. Deste modo, muitas crianças ainda são registradas sem um pai. Com o acrescento dos divórcios, muitos são os pedidos de guarda compartilhada entre mães e pais. Todavia e no caso de cães e gatos, como isso ocorre? A melhor data pro comércio, em números de venda e valor médio gasto em presentes, é o dia das mães. Todavia, várias marcas estão investindo em propagandas a término de aquecer as vendas do dia dos pais.



A intenção é valorizar a relação entre pais e filhos. Uma loja de roupas, aproveitou esse mote e acrescentou os filhos peludos, de 4 patas. Será que os pais de cães e gatos tem o que comemorar neste dia dos pais? A administradora Fernanda Seabra é veemente em destacar que sim. Separada há 2 anos, divide a guarda do teu cão Bud, com seu ex-marido Carlos. Depois de 10 anos de casamento, a todo o momento acompanhado pelo cãozinho, Fernanda tinha a certeza que deveria ser a tutora do peludo.



Como fui eu que resgatei, desejei e cuidei do Bud, achava que tinha o correto de continuar com o ele. Carlos citou que deixava o apartamento o pra mim, todavia que do Bud ele não abria mão" relembra Fernanda. Desse modo, como em tantos finais de relacionamento, Fernanda e Carlos descobriram a hipótese da guarda compartilhada, pela qual mãe e pai dividem cuidados, carinhos e despesas do animal. Fernanda conta que teu superior medo era a promessa de uma nova pessoa na vida do Carlos: "Como será que ela iria cuidar meu cachorro?



Será que ele iria esquecer do Bud? Todos seus receios sumiram no momento em que a administradora percebeu que a namorada de Carlos bem como gosta de Bud e assistência no cuidado do filho canino. A relação é de muita segurança e cumplicidade. Todos os finais de semana o Bud vai pra residência do Carlos. Se preciso viajar a serviço, não me preocupo, visto que sei que meu menor estará em boas mãos" diz aliviada. Hoje Bud tem 14 anos e tem de cuidados intensos.



Assim como no caso humano, Fernanda acaba arcando com a maior responsabilidade de conduzir ao médico, fazer checkups, tratamento de acupuntura. Contudo ela explica que foi uma decisão dela. Mesmo assim, os custos são todos divididos com o ex. "Não posso impossibilitar a conexão entre eles. Bud fica muitíssimo feliz quando vê o pai" finaliza. O que a justiça prevê? Em casos de separação, havendo um filho menor de idade, a justiça prevê direitos à guria.







    1. O cachorro Kale Chips






    1. 134 056 (espetadores)






    1. 4 - O veterinário da prefeitura que deveria cuidar dos bichos não está pela ativa






    1. vince e seis/09/2011 às 10:40






    1. oito Pretendo formar um artigo






    1. E assim como fica um charme próxima ao cotovelo






    1. 07 "Feliz Natal pra Todos (O Natal de Todos Nós) (2013)" 25 de dezembro de 2013






    1. Trocar 8 km diários de carro por transporte público - Percorrer de ônibus é 4 vezes mais limpo







Pra assegurar que sejam cumpridos, há o conselho tutelar e a promotoria. São estipuladas regras de convivência e guarda do pequeno, entre mãe e pai. No caso de animais, não há nada disso. Cães e gatos são considerados objetos. Desse jeito, são divididos como um apartamento, como por exemplo. O extenso problema é que não há um embasamento jurídico. O que há é uma analogia" explica o advogado Paulo Bernardo Filho, do escritório Gracia, Bernardo e Filho Advogados. Apesar de especialista em certo criminal e empresarial, Paulo neste momento atuou em numerosos casos envolvendo animais, com ONGs e crimes contra honra nas mídias sociais, crimes virtuais.



Em consequência, é consultado no momento em que há um divórcio litigioso, com disputa pela guarda do animal. Quando chegam até o escritório, é porque agora foi feito um boletim de circunstância. O litígio está bem mais sério, como se um estivesse roubando o filho do outro" diz o advogado. Para não ter necessidade de aparecer a esse patamar, o advogado aconselha que tente solucionar de modo extrajudicial, de comum acordo. Até ter o primeiro despacho, é um ciclo muito extenso. Há a circunstância de fazer um contrato entre as partes, com um acordo de como será a guarda, responsabilidades e divisão de custos com o animal. Este tipo de ação aumentou muito nos últimos cinco anos. Normalmente a mulher se sente no justo de ficar com o animal.



Desse modo, os homens têm buscado, com maior regularidade, uma forma de adquirir o certo da guarda" expõe Paulo. No caso de precisar da intervenção judicial, os juízes estão utilizando o instituto da guarda compartilhada, como uma analogia com a guarda de meninas, devido ao elo afetivo. O animal não tem direitos, ele tem proteção, como conta o advogado: "Ainda é algo embrionário na jurisprudência. Tem julgados para os 2 lados. Tem juízes mais antigos que não entendem o vínculo afetivo e colocam uma das partes como responsável do bem.



Entretanto, há outros que compreendem que os casais estão deixando de ter filhos, pra ter cães". Costumeiramente, o juiz nomeia um tutor provisório do animal, a pessoa com superior cuidado, a qual fica na casa que o animal neste instante está acostumado. Foi exatamente assim sendo no caso da colaborar administrativo Lígia Rosa.