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Se haver um WikiProjeto mais adequado, por gentileza corrija esta predefinição. Em rosa: distribuição histórica; Vermelho: distribuição atual; Verde: distribuição não confirmada. O cão-selvagem-asiático (Cuon alpinus) é uma espécie da família Canidae. Bem como é chamado de dhole, raposa-asiática-dos-montes, cão-selvagem-hindu, cão-vermelho, cão-asiático, e o Caçador-de-assobio (devido ao som idêntico a um assobio que ele pode fazer).
Desta maneira os meios de nomes científicos do Cuon alpinus significa cachorro montês ou montanhês. Dentro da família, o cão-selvagem-asiático é inserido em um gênero próprio que tem origem pós Pleistocênica. O cão-selvagem-asiático foi uma espécie distinta durante milhares de anos. Tem mais proximidade genética com os chacais do que com os lobos. Contudo esse animal também é relacionado ao gênero Canis, sendo considerado, por alguns cientistas, divisão do gênero "Canis". Outro gênero referente é o Lycaon (o gênero do cão-selvagem-africano). Geralmente, o cão-selvagem-asiático é mais ligeiro no no início da manhã, e às vezes à noite. Acredita-se que existam três subespécies geográficas: peninsular, Himalaiana e trans-Himalaiana.
O cão-selvagem-asiático podes viver 16 anos em cativeiro. Teu corpo mede por volta de 90 cm, a cauda poderá diversificar de quarenta a 45 cm e mede por volta de cinquenta cm do chão até a altura do ombro. Os animais que vivem pela Rússia costumam ser maiores. Têm um peso semelhante de doze a 20 Kg. O dhole(cão-selvagem-asiático) vive em numerosos tipos de habitat, como florestas densas, florestas caducifólias e até áreas montanhosas.
Come frutas silvestres, insetos e lagartos. Em bandos, assim como costumam caçar outros mamíferos, desde roedores até cervos. Entre os mamíferos prediletos estão porcos selvagens, lebres, cabras selvagens, carneiros e, de vez enquando, macacos. Grupo de cães-selvagens-asiáticos devorando um chital, em Bandipur, Índia, 2012 O cachorro selvagem asiático é considerado por vários um assassino cruel por causa maneira como mata suas presas.
Diferenciado da maioria dos outros canídeos, o cachorro-selvagem-asiático dificilmente mata mordendo o pescoço da presa. Os grandes mamíferos são atacados pelas costas, durante o tempo que os menores são pegos por qualquer porção do corpo humano. Os menores são falecidos por uma rápida mordida na cabeça e os grandes são estripados. As presas maiores incertamente morrem do ataque, porém sim pelo sangue perdido e pelo choque sofrido enquanto seus intestinos, cabeça, fígado e olhos são devorados.
Os cães-selvagens-asiáticos competem por comida, não lutando, contudo pela rapidez com que podem ingerir. Um animal adulto poderá ingerir mais de 4 Kg de carne em uma hora. Dois ou três animais podem matar um cervo de 50 Kg e em menos de 2 minutos eles começam a comê-lo antes de morto.
Caçam principalmente durante o dia. A maioria das caçadas envolve todos os participantes adultos do grupo, contudo indivíduos solitários assim como abatem menores mamíferos. Normalmente as presas são localizadas pelo cheiro. Se a vegetação alta estiver escondendo tua presa, o cão-selvagem-asiático pode dar saltos no ar ou ficar de pé sobre isso as patas traseiras pela tentativa de avistar a presa. O cão-selvagem-asiático vive em florestas (secas, úmidas e tropicais), no entanto as vezes bem como são encontrados em estepes abertas e pradarias.
- 6 Branco Stripe
- 147 aviso? de quê
- 185 Políticas oficiais da Wikipédia
- A movimentação do animal é elástica e potente
Pela Rússia, vivem em florestas de altitudes elevadas. No passado, o cão-selvagem-asiático era encontrado em uma vasta extensão do continente asiático. O Wikispecies tem infos sobre o assunto: Cão-selvagem-asiático Existem 9 subespécies de cães-selvagens-asiáticos. Este artigo sobre o assunto carnívoros, integrado no Projeto Mamíferos é um esboço. Você poderá acudir a Wikipédia expandindo-o. Esse texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Igual três.0 Não Adaptada (CC BY-SA 3.0); poderá estar sujeito a condições adicionais. Para mais dados, consulte as condições de uso.
Parece referir-se assim como de contratransferência que resulta da interferência do paciente, conectado à transferência, reações emocionais inconscientes do terapeuta frente às investidas afetivas do paciente. Contudo, tais reações emocionais consideradas como obstáculos ao tratamento, dessa maneira devem ser diferenciadas das emoções do paciente e no final das contas dominadas. Laura resiste a raciocinar a respeito si, continua a verificar-se conteúdos relacionados com a temática de separação e autonomização, terá de ser clarificado, a temática pai e mãe.
Técnicas usadas: Clarificação, confrontação; interpretações. Mecanismos de defesa: resistência, negação, defesa. Laura tem pouca capacidade de insight, resistindo tratar sobre os sentimentos agregados à sua vivência. Possíveis traços de personalidade "estado limite" a provar. O Alexandre continua resistente a abordar as sensações, emoções e pensamentos associados à queixa de angústia, não expressa. Parece haver uma perturbação de identidade e género a clarificar em próximas sessões.
Possível modelo de vinculação inseguro com as figuras parentais, (pai exigente, mãe permissiva). Esquiva-se de situações difíceis e não colabora com o recurso terapêutico. Os mecanismos mais utilizados são, defesa, negação e identificação projetiva. Chove, Mário sentado pela secretária atende o telefone, ouve sem ser ouvido uma discussão entre Sofia e Ivo, desliga o telefone continua a publicar no seu bloco de notas. Sofia abre a porta do consultório está encharcada, um braço ao peito o outro engessado e a mochila nas costas, Mário pede-lhe que visibilidade uma roupa da sua filha, sempre que a dela seca na máquina. Coloca os braços pra cima pedindo ajuda, pois que depois do acontecimento não consegue vestir-se sozinha, Mário pede a Catarina tua mulher que ajude Sofia.
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