Saiba Se O Exagero De Carinho Estressa O Teu Gato
Nada de coçar a barriguinha ou afagos constantes: a "personalidade felina" é muito contrário daquela dos cachorros. Eles têm hábitos diferentes e gostam de ser tratados da tua forma. Um estudo publicado em janeiro de 2014 demonstrou que alguns gatos não gostam muito de contato humano: estima seguido ou dono pegajoso demasiado podes deixar os gatos muito estressados! O estudo foi exercido por pesquisadores da Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia da Faculdade de São Paulo (USP), em parceria da Universidade Lincoln, no Reino Unido, e o colégio de Viena, na Áustria. O levantamento foi feito com 120 gatos em sessenta lares diferentes. O objetivo era avaliar em quais situações gatos podem ser mais estressados ou não: aqueles que vivem sozinhos ou em pequenos grupos compostos por dois ou 3 gatos pela mesma casa.
Os donos responderam a questionários relatando o humor dos peludos ("mandão", "tímido" ou "de descomplicado trato") e a resposta a carinhos ("detesta", "tolera" e "gosta"). Também coletaram fezes habitat dos gatos animais, que, em análise, conseguem salientar traços de hormônios ligados ao estresse. Os pesquisadores detectaram que o estilo de vida não tem importância em relação ao estresse: mesmo gatos que dividiam o mesmo recinto com outros animais.
No entanto, alguns gatos que eram acariciados por humanos mais vezes ao longo do dia tiveram níveis mais elevados dos hormônios do estresse liberados em tuas fezes. Os resultados reforçam a credibilidade de que o dono garanta a cada um dos bichos total controle sobre tua área no recinto. Quem tem mais de um gato em casa, necessita procurar ceder a opção de dividir ou não o espaço, com áreas próprias para beber água, comer e fazer as necessidades. E nada de apertar e abraçar o seu gato, eles detestam e incomoda a eles bastante!
Tudo isto sem que seja preciso treiná-los. Os vira-latas mostram tão de forma acelerada sua know-how de apreender e alargar a mente por razões genéticas. Mas bem como porque, desde os primeiros dias de seu nascimento, estão expostos a enorme abundância de experiências sensoriais, especialmente nas patas. Seguem a mãe no capim, na areia, no cimento, na terra.
O agitar da cauda expressa a vida emocional dos cachorros, do mesmo modo que nossas expressões faciais. A cauda é, de certa forma, o rosto do cão. Estudos demonstram que o rabo balança, de forma assimétrica, de um lado para dailystrength.org o outro. O cachorro agita sua cauda mais pra direita na presença ou proximidade de teu dono e em situações de conforto. Ele a balança mais para a esquerda no momento em que está com pânico, cauteloso ou apreensivo. Como diz a lenda, existem vira-latas tão inteligentes que podem jogar pôquer. Mas nunca ganham visto que quando têm um agradável jogo… a todo o momento balançam o rabo. A maior genialidade sensorial do vira-lata é seu olfato.
Além de uma sensibilidade bem estar animal cachorro superior à nossa, o que assombra é sua perícia seletiva. Onde sentimos cheiro de feijoada, o cachorro identifica o odor da linguiça, do feijão, do louro, da cebola e de todos os ingredientes, um por um. O olfato seletivo dos vira-latas permite que sigam uma pista, uma presa ou uma fêmea por longas distâncias. Eles identificam no meio de um saco de lixo a presença de qualquer artigo comestível - isto é, qualquer item orgânico em qualquer estado de decomposição. Se quiser saber mais sugestões sobre isto deste assunto, recomendo a leitura em outro ótimo blog navegando pelo hiperlink a seguir: alimentar gatos quantas vezes ao dia [express.co.uk]. Vira-latas não ruminam. Engolem quase sem mastigar. Seu suco gástrico poderoso transforma todas as matérias e bactérias em nutrientes saudáveis.
Com esse conjunto de excelências, é normal que, como superlativo de beldade, utilizemos, em português, a expressão: "Bonito pra cachorro! Do mesmo modo, um prato delicioso é "Bom para cachorro! Pra elogiar a excepcional eficiência ou o bom funcionamento de uma pessoa, dizemos "O cara é o cão! E a fidelidade a toda prova é descrita como "lealdade canina".
Os vira-latas desembarcaram com os portugueses, participaram das entradas e bandeiras, alegaram o grito do Ipiranga às margens plácidas, a proclamação da República e estiveram presentes nas numerosas expedições do marechal Rondon e dos irmãos Villas Bôas. Há uns 15 anos, ouvi, emocionado, em uma roda de jornalistas, uma lição de patriotismo relatada pelo extenso indigenista Orlando Villas Bôas como quem conta um causo. E vou narrá-la, do jeito que eu me alembro. Orlando estava em uma de suas heroicas expedições pelo Brasil inexplorado, sem contato com a civilização há muito tempo.
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- Porco - Nascidos após três ou quatro de fevereiro de 1923,1935,1947, 1959,1971,1983, 1995 e 2007
- Altura fêmea: 60 a sessenta e oito cm
Um dia, consultando teu diário, realizou que era 7 de setembro. Não teve dúvida. Determinou improvisar um mastro com um tronco de paxiúba. Reuniu todos os seus homens e, em ordem-unida, hastearam a bandeira brasileira e cantaram o Hino Nacional lá no coração da selva. Uma manifestação cívica, sem nenhuma outra testemunha senão a natureza naquele encerramento de mundo. O sentimento foi geral. Terminada a comemoração patriótica, o chefe de seus mateiros, um rude e experimentado sertanejo, aproximou-se.
Com jeitinho, quase confidente, puxou o sertanista de lado e alegou: "Bonita solenidade, hein, doutor Orlando? Dado que é", respondeu o sertanista. Que mal lhe pergunte…", prosseguiu o sertanejo, entusiasmado. Qual foi mesmo a desculpa dessa homenage toda? Ela merece, merece mesmo." "Como dessa maneira? Foi quando ouviu do mateiro: "É, ela memo. Cachorra interessante para paca como a Pendência nunca mais nóis tivemo, depois que aquela onça matô a coitada.
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