Review Lenovo Vibe K5: Quando Os Números Enganam [análise/vídeo]

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O foco da Lenovo no Brasil parece ser o gasto-benefício. Pra ocupar os clientes, os chineses colocaram um hardware atualizado, composto por Snapdragon 616 e dois GB de RAM, e também uma tela com resolução de 1920×1080 pixels, acima do que somos acostumados pela ordem. Será que o Lenovo Vibe K5 é agradável? Eu utilizei o aparelho como celular principal por uma semana e conto minhas impressões nos próximos minutos. Insuficiente inspirado, o design do Vibe K5 lembra os smartphones de menor preço da Samsung.



A Lenovo apostou no retângulo de cantos arredondados com borda cromada, além de botões capacitivos sem retroiluminação, passando aquela sensação de "mais do mesmo". A traseira, no mínimo, agrada na finalização memoria ecc ddr3 8gb metálica e pelas laterais levemente curvadas, que contribuem com a ergonomia e tornam o aparelho bem confortável de segurar. Os botões laterais são firmes e passam fantástica impressão de solidez com ligação à construção. Uma característica não muito comum é a localização do conector Micro USB, localizado na cota superior do aparelho, ao lado da entrada de 3,cinco mm para fones de ouvido.



Ao remover a tampa traseira, bem encaixada no organismo do Vibe K5, temos acesso ao slot para microSD, duas entradas para chips Micro-SIM e uma bateria removível de 2.750 mAh. Do mesmo jeito que no Vibe A7010, houve atenção especial aos grande-falantes, que ostentam a marca da Dolby. Eles não ficam posicionados na parcela frontal como no irmão de maior valor, o que por vezes abafa o som, mas possuem qualidade tão boa quanto.



Ao ativar as otimizações da Dolby estrada software, fica nítido como o Vibe K5 emite som grande e de qualidade, sem distorcer o áudio. Só faltou mais cuidado na tela. Eu quase agora tinha me esquecido, para compartilhar este postagem com você eu me inspirei por esse site site, por lá você poderá encontrar mais informações relevantes a este artigo. A resolução de 1920×1080 pixels do painel LCD do Vibe K5, acima dos 1280×720 pixels que as fabricantes costumam colocar nessa faixa de preço, gera boas expectativas. Porém, ao ligar o aparelho na primeira vez, o display retrata cores excessivamente saturadas, estouradas e irreais, lembrando os painéis AMOLED descalibrados de baixa propriedade que encontrávamos há alguns anos. Felizmente, o problema é corrigível via software, com opções de ajuste de matiz e saturação nas configurações do sistema.



Com Android cinco.1, o Vibe K5 fornece a personalização da Lenovo, com suporte a assuntos, gerenciador de arquivos, player de música próprio e ferramentas de compartilhamento e backup de detalhes. A gente de imediato sabe: na hora de diminuir custos pra baratear um smartphone, um dos primeiros componentes afetados é a câmera. Não é distinto no Vibe K5. O aparelho da Lenovo consegue entregar fotos boas em condições ideais de iluminação, porém sofre bastante em ambientes internos e não consegue enfrentar bem com cenários noturnos.



As luzes estouram com facilidade, gerando indesejáveis borrões nas imagens, que parecem estar a toda a hora superexpostas. Em imagens de cenários internos ou noturnos, o grau de ruído se mantém relativamente bem sob equilíbrio pra um celular desta classe, entretanto há ausência de descrição na imagem. Para impossibilitar mais granulação, o software da Lenovo prioriza muito o acrescentamento do tempo de exposição, deixando o ISO mais nanico.



Portanto, é bem difícil retirar fotos de objetos em movimento no momento em que a iluminação não está tão incrível. Também, um enorme defeito da câmera do Vibe K5 é que o tema é demorado e impreciso, principalmente em condições mais desafiadoras. Snapdragon 616 octa-core de 1,cinco GHz, Adreno 405 e dois GB de RAM. Em teoria, este conjunto deveria doar um agradável funcionamento dentro da ordem de smartphones intermediários.







    • Configuração robusta






    • IPhone SE: 12 MP






    • Processador Intel Core i5 (Cache 3MB)






    • A nota fiscal do 719C veio com 1 centavo a menos (R$ 2.945,75)






    • A perícia da bateria de 3.Trezentos mah






    • Tem entrada padrão de fones






    • Acer A515-51G - Com a informação da letra ‘G’ de Graphics - Com placa de filme dedicada Nvidia







Infelizmente, não é o que acontece. O smartphone da Lenovo mostra lentidões memoria ecc dd4 16gb em diversas operações, principalmente na alternância de aplicativos e carregamento de jogos, que demoram mais que o normal pra ficarem prontos. Instalar ou atualizar aplicativos pelo Google Play foi uma tarefa bastante demorada no Vibe K5, mesmo pra softwares básicos, como Facebook ou Evernote. Resetei o aparelho, rodei uma bateria de testes para diagnosticar a dificuldade e concluí que o gargalo estava na memória flash. Provavelmente, para suprimir custos, os chineses utilizaram um componente de baixa característica: um benchmark ilustrou boa velocidade de leitura (93 MB/s), porém taxa de gravação sofrível, de doze MB/s.



Isso é mais vagaroso que o cartão de memória que utilizo num Galaxy S7 Edge, que atinge 15 MB/s de escrita (no armazenamento interno, a velocidade de gravação da memória flash da Samsung chega a 144 MB/s). O Vibe K5 decepciona mesmo em comparação com aparelhos da mesma categoria, como o LG K10 (cinquenta e cinco MB/s) e o Quantum Go (quarenta e um MB/s). O poder de processamento, por isso, fica limitado pelo armazenamento inconsistente.



É como se você montasse um Micro computador com Core i7-6700K e GeForce GTX Titan Z, contudo HD de 5.400 RPM. Depois que os jogos já foram carregados, o funcionamento é decente. Em conjunto com a tela de 1920×1080 pixels, a Adreno 405 mostra seus limites ao enfrentar com títulos mais pesados, como Dead Trigger dois, que começa a expor quedas pela taxa de frames com os gráficos no médio.