Quer Ter Um Bicho?

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Eles vagam soltos pelas ruas da cidade, sem ter quem cuide deles. Estão expostos a todo tipo de agressividade e perigos. A Prefeitura de São Paulo estima que existam no mínimo 21 1 mil cachorros e 4.500 gatos abandonados na capital. Contudo graças ao serviço de cachorreiros e gateiros existem entidades que não apenas recolhem os bichos das ruas, como cuidam do seu bem-estar até que sejam adotados, o que normalmente acontece em feiras.



Em sua maioria, estes animais são vira-latas. Porém há assim como cachorros de raça, como Hero, um Golden Retriever. Nesses casos, as exigências pra adoção são maiores, explica Fábio Rinaldi, diretor da ONG Loucos Por Bichos. Ele tem porte grande, precisa de muito espaço. A manutenção dele é um pouco mais cara. Extenso parte dos animais acolhidos pelas ONGs têm histórias lastimosos.




  1. Peróxido de sódio

  2. 04 "Campo de Batalha" doze de janeiro de 2013

  3. Focinho comprido e robusto, afunilando até a ponta

  4. 2º Juntar o carro com experiências positivas



Como Hero, que foi abandonado amarrado a uma caçamba de entulho. Estava magro, doente e era apedrejado por criancinhas quando foi resgatado por Rinaldi. Nesta ocasião, aguarda adoção. Prontamente Bob, uma mistura de boxer com vira-lata, estava preso a um poste, com uma das patas dianteiras amputada e ainda com os pontos da operação. Uma voluntária da entidade Projeto CEL (Casa Expectativa e Autonomia para Animais Carentes) o resgatou. Pensei em todos os defeitos que poderia ter com ele. Entretanto o adotei e não me arrependi.



O Bob se dá bem com todos. Só não podes enxergar motoqueiro que fica ouriçado, desejando morder. No dia da entrevista, ela estava preocupada com um cachorro cego, abandonado em uma laje, sem comida. A família se mudou e não o levou próximo. Estamos lotados, com 450 animais. Estou olhando se consigo alguém pra continuar com ele.



Eliete entrou pela batalha para encaminhar gatos e cachorros de via para adoção sem perceber. No momento em que chegou a São Paulo, vinda do Paraná, recolheu o primeiro bicho, uma cachorrinha que apareceu em frente a sua residência. Em menos de 6 meses tinha trinta animais dentro de casa. E a todo o momento apareciam mais.



Dessa forma, com a auxílio do meu marido, comecei o projeto. A entidade organiza feiras nos finais de semana. Nessas ocasiões, em torno de trinta animais descobrem um novo lar. Entretanto antes de levar o bicho com intenção de residência, os interessados necessitam ir por uma entrevista de em torno de meia hora. E os futuros donos ficam sabendo que serão procurados após a adoção, para mostrar várias informações a respeito do bicho. Há seis anos, Fábio Rinaldi toca a ONG Loucos Por Bichos, que resgata animais sem dono.



Hoje, segundo Rinaldi, há por volta de 400 deles espalhados entre os protetores independentes - pessoas que gostam de bichos e têm espaço em residência para cuidar deles até que encontrem um lar definitivo. Da mesma forma Eliete, Rinaldi tem visto histórias deprimidos. Uma delas é a da cadelinha Bianca, da raça Collie que, numa luta de casal, foi arremessada do quarto andar de um edifício. Ela se salvou visto que, antes de tocar na grama, teve a queda amortecida por um toldo.



O porteiro a socorreu, não a devolveu aos donos e procurou Rinaldi. Denunciamos o casal por maus tratos, cuidamos da Bianca e ela foi adotada por um homem que dizia ter um quintal amplo. Contudo os apuros de Bianca não haviam terminado. Rinaldi fez uma visita surpresa ao novo dono da cadela e a encontrou em um quintal realmente enorme.