Queijos Dieta Low Carb: O Guia Definitivo De Laticínios E Low Carb
Como perder gordura Em 2018?
No momento em que viajamos a países distantes — seja fisicamente, a partir de livros ou programas de Tv — é bastante comum nos depararmos com tradições que, para nós, são superestranhas e parecem não fazer o pequeno significado. No entanto, nem sequer dessa maneira esses costumes deixam de ser surpreendentes. Aliás, estas manifestações culturais ajudam a tornar o mundo mais sensacional, você não acha?
Dessa forma, caro leitor, convidamos você pra embarcar nessa viagem com a gente para ver um pouco mais a respeito alguns costumes culturais com intenção de lá de curiosos que existem — ou agora existiram — pelo mundo. O Chánzú — que literalmente significa “pés atados” — foi um costume seguido por mulheres chinesas durante mais de 1000 anos. A prática consistia em enfaixar os pés para evitar que eles crescessem e, dessa maneira, pudessem caber em sapatinhos de pouco mais de sete,5 centímetros. E para alcançar o resultado esperado, as chinesas eram obrigadas a começar a prender os pés bem cedo, geralmente no momento em que ainda tinham entre 4 e seis anos de idade. O procedimento envolvia deixar os pés de molho em água quente e, depois de certas horas, bandagens umedecidas — que encolhiam depois de secas — eram atadas firmemente para segurar os dedos.
Esses eram dobrados em direção à sola e, no decorrer do procedimento, os ossos dos arcos dos pés eram fraturados. O ritual era repetido a cada 2 dias e, basicamente, se resumia em comparecer fragmentando os ossos conforme os pés iam crescendo. E também bastante penoso, muitas coisas podiam dar falso. Se as unhas não estivessem bem aparadas, elas poderiam ferir a pele e causar infecções.
- 4 colheres de sopa de azeite
- Substitua a margarina
Chá de Menta, Hortelã ou Mint Tea
20 Gramas de chá verde
Guaraná, extrato de chá verde, gotu Kola
Outro problema era a gangrena, que podia se instalar caso as bandagens estivessem apertadas demais. Isto sem apresentar que as fraturas diversas vezes provocavam inchaços e inflamações graves. O Chánzú foi banido em 1949, entretanto ainda existem chinesas com pezinhos minúsculos da época em que o hábito era popular. Abolido pelo Império Britânico em 1829, em razão de a prática era considerada aterrorizante, hoje o Satí é considerado como um ato criminoso perigoso pela Índia, apesar de que o ritual ainda ocorra em raras ocasiões.
A prática consiste no sacrifício voluntário de viúvas que se atiram nas piras funerárias nas quais seus maridos estão sendo cremados pra queimar com eles. Em algumas palavras, trata-se do suicídio cometido por mulheres que acabaram de perder seus esposos. Segundo os relatos de testemunhas, o Satí era cometido de várias formas, ainda que fosse prática comum que a viúva se deitasse junto ao defunto ou se sentasse ao lado do corpo humano antes de a pira ser acesa.
Praticada pelos monges budistas Sokushinbutsu, a automumificação consistia em um ritual no qual estes homens tiravam a própria vida por intervenção de um comprido e doloroso modo que, ao mesmo tempo, irritava a mumificação de seus corpos. Desta forma, durante uma etapa de mil dias — ou por volta de 3 anos — os monges se submetiam uma estrita dieta ao longo da qual somente comiam sementes e frutos secos e seguiam uma dura rotina de exercícios físicos. O intuito era o de diminuir toda a gordura corporal possível e, depois desta primeira etapa, os monges passavam outros mil dias consumindo um chá tóxico preparado através da seiva de uma árvore chamada Urushi. Este preparado irritava o vômito e, então, resultava na perda de fluídos corporais.
Ademais, o tal chá supostamente evitava que o corpo humano fosse corrompido por vermes após a morte. Por último, os monges adotavam a posição de lótus no interior de tumbas e esperavam pela morte. Essas sepulturas contavam só com uma passagem de ar e um sino, que era tocado diariamente para dizer que o ocupante continuava vivo. Apesar de que centenas de monges tenham tentado realizar o ritual, somente um número entre 16 e vinte e quatro corpos automumificados foram encontrados até hoje.
Famadihana é o nome de uma tradição funerária que consiste em transportar os falecidos pra dançar. Segundo a crença do público malgaxe, os espíritos dos defuntos apenas se reúnem com seus ancestrais depois que seus corpos enfim se decompõem completamente. Desta maneira, a cada 7 anos proximadamente, os familiares se dirigem ao cemitério, desenterram seus entes queridos e trocam os tecidos que envolvem os cadáveres.
Depois, os corpos exumados são levados para dançar em torno das sepulturas pelos parentes, e a cerimônia é animada por uma alegre banda de música, como você pode observar no filme acima. Além disso, os familiares assim como realizam oferendas em dinheiro, bebidas alcoólicas e, inclusive tiram fotos com seus mortos antes de enterrá-los de novo.
Vinte Dicas Pra ti Persistir Pela Dieta
O ritual é repetido constantemente até que os ossos enfim se desintegrem. Este exótico ritual ocorre anualmente há centenas de anos, e é executado por pessoas que pertencem à casta dos dalits, também populares como “intocáveis”. A solenidade consiste em estes pobres discriminados rolarem sobre isto os restos de comida deixados pelos brahmins — ou melhor, monges e integrantes de castas superiores — do lado de fora do templo Kukke Subramanya.
Com isto, os devotos acreditam que todos os seus males serão curados e dificuldades solucionados. Milhares de dalits participam do Made Snana todos os anos e, apesar de esta prática ser considerada humilhante e ter sido condenada por imensas organizações, os “intocáveis” se recusam a abandonar a prática por pura fé no ritual.
Todos querem um abdômen bem fabricado e com os famigerados “gomos”, no entanto para isto é preciso treinar de maneira resistente, faça chuva ou faça sol. E mesmo quando não temos tempo de dirigir-se a academia (principalmente com as festas de fim de ano chegando), o abdômen é um dos poucos grupos musculares que você podes treinar de fato sem utilizar equipamentos.
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