Que Diversos Economistas Se Recusam A Aceitar

is?DW63bph-uptgKLs3IyEyLJ5q1q0-yIzWp7Z37


Apple, Google, Sony, Microsoft - todas elas criaram produtos que pareciam promissores, porém que fracassaram espetacularmente. São Paulo — Praticamente todas as grandes empresas de tecnologia têm, na sua história, produtos sobre o assunto os quais preferem não tratar. E isto inclui companhias bem sucedidas como Apple, Google e Sony. Em cada caso, é possível distinguir erros graves que transformaram boas ideias e tecnologias inovadoras em prejuízos e frustrações.



Alguns fabricantes erraram no preço, outros na maneira de vender. Outros, ainda, não conseguiram fazer as alianças certas no mercado. Em alguns casos, o item tinha falhas que pareciam irrelevantes para quem o desenvolveu, todavia que se mostraram imperdoáveis pro cliente. Veja, nas próximas páginas, 10 produtos que pareciam promissores, mas que fracassaram espetacularmente. Que tal um meio de intercomunicação apto de substituir e-mail, mensagens instantâneas, websites, wikis, todas as maneiras de conversa por texto, o Twitter e o Facebook?



  • Jorge Negrais argumentou: Trinta/07/doze ás doze:01

  • Clique em "Integrar" no campo "Redes preferidas"

  • 08 - Suspeite de websites não habituais

  • Sempre bloqueie a tela quando terminar de utilizar teu computador, laptop ou telefone


Este item fenomenal ainda seria uma plataforma pra jogos e outros aplicativos. Depois dele, nada seria semelhante pela web e nem sequer pela existência das pessoas. Essa era a proposta do Google Wave quando foi exposto em maio de 2009. Convites para a fase de testes eram disputados ferozmente e até comercializados em sites de leilão pela web.



Lars Rasmussen, o principal líder do projeto (foto ao lado), virou uma celebridade instantânea. Porém o entusiasmo durou pouco. No momento em que as pessoas começaram a utilizar o Wave, perceberam que era apenas um confuso sistema de chat em que todos escreviam ao mesmo tempo e ninguém se entendia. O Google descontinuou o projeto um pouco mais de um ano depois.



O código dos programas foi transferido à Apache Software Foundation, que o mantém como software livre. A expectativa é que uma pessoa acesse alguma utilidade para o que sobrou do Wave. Ao lançar o Windows Visão, em janeiro de 2007, 6 anos depois do Windows XP, a Microsoft prometia modernizar o Computador e colocá-lo, no mínimo, no mesmo patamar do Mac, da Apple. De fato, o Visibilidade trouxe melhoramentos muito bem vindos, como um sistema de pesquisa instantânea abrangendo todo o micro computador. Porém trouxe bem como incompatibilidade com vários aplicativos. Além disso, era pesado demais para a maioria dos Pcs da data. Demorava uma eternidade pra ser carregado no momento em que o computador era conectado e muitos programas rodavam nele com lentidão. A tentativa da Microsoft de fortificar a segurança resultou em incômodos para o usuário, que precisava autorizar - em alguns casos, mais de uma vez - ações supostamente triviais.



Ainda em vista disso, em 2009, o Visibilidade era o segundo sistema operacional mais usado na internet (o primeiro era, ainda, o Windows XP), respondendo por 18,6 por cento dos acessos à rede. Logo, na página principal ele não foi um fracasso total de vendas. Todavia deixou usuários insatisfeitos e provocou um estrago considerável pela imagem da Microsoft. Pela metade dos anos noventa, a invenção do laser semicondutor azul tornou possível gravar, num disco com o modelo do DVD, um volume de dados equivalente a um video em alta definição. Faltava uma pessoa fazer um padrão pra isso. Em 2002, Sony, Philips e outras 7 empresas uniram-se pra criar o que viria a ser o Blu-ray. No mesmo ano, Toshiba, NEC, Microsoft e Intel juntaram-se a estúdios de cinema como a Warner Bros.



HD DVD. Produtos baseados nos 2 padrões chegaram às lojas em 2005, dando início a uma longa disputa comercial. Para o freguês, não havia diferenças técnicas importantes entre Blu-ray e HD-DVD. Num primeiro momento, o HD DVD até parecia estar ganhando a luta. Porém, em 2006, a Sony incorporou um leitor de Blu-ray ao console pra jogos PlayStation 3. Seu sucesso ajudou a entusiasmar o Blu-ray. A Microsoft ainda tentou oferecer um drive de HD DVD pro Xbox, mas era tarde excessivo.



Os estúdios https://mariaceciliatomas.wordpress.com/2018/03/02/consumidor-desconfia-de-site-de-banco-o-dia de cinema que apoiavam o HD DVD começaram a alterar de lado. Em 2007, a balança pendeu decisivamente para o lado do Blu-ray. Em fevereiro de 2008, a Toshiba jogou a toalha, anunciando que estava abandonando o HD DVD. A empresa decretava, assim, a morte do padrão que havia ajudado a elaborar. O sucesso do iPod e da loja de músicas iTunes, da Apple, levou a Microsoft a tentar trilhar o mesmo caminho com seus produtos da série Zune. Apresentado em 2006, o gamer multimídia tinha design construído e parecia atraente do ponto de visão tecnológico.



Mas faltou conquistar o lado emocional dos clientes. Até maio de 2008, segundo a Microsoft, 2 milhões de joaotomas1626.myblog.de unidades foram vendidas. O número é insignificante perto das vendas da Apple, que prontamente havia vendido mais de cem milhões de iPods no momento em que o Zune chegou às lojas. Acabei de me lembrar de outro web site que também podes ser vantajoso, veja mais informações nesse outro post como aumentar a velocidade da internet da vivo (Www.Nethd.Com.br), é um agradável web site, acredito que irá desejar. As vendas caíram ainda mais com o tempo, o que levou a Microsoft a colocar o Zune em banho-maria. Desde 2009, quando foi lançado o Zune HD (na imagem ao lado), nenhum paradigma novo foi anunciado.



A tecnologia sobrevive nos smartphones com o Windows Phone sete, que têm acesso à loja online da organização, com 11 milhões de músicas para download. Mesmo deste jeito, o fracasso do Zune virou cenário de estudo contínuo em cursos de MBA. É intrigante como uma empresa com amplos recursos como a Microsoft foi incapaz de dominar uma posição significativa nesse mercado. No conclusão de 2001, o inventor americano Dean Kamen anunciou que estava finalizando uma coisa que iria revolucionar o transporte urbano. Pessoas que tiveram acesso aos planos de Kamen aumentaram a expectativa com declarações bombásticas.