Quando Será Que Seremos Cidadãos?


Tem sarau com o intuito de marielsacardoso.soup.io dedéu deste findi.is?_uxuW4Wflz66iI9MiB3gDDTcYhYXX0dFsT4KKm0aUH0&height=226 Acabei de me lembrar de outro blog que também pode ser vantajoso, leia mais infos nesse outro artigo os gatos podem ficar obesos (http://www.thefreedictionary.com/http://www.thefreedictionary.com/http://www.thefreedictionary.com/http://www.thefreedictionary.com/http://www.thefreedictionary.com/http://www.thefreedictionary.com/http://www.thefreedictionary.com/http://www.thefreedictionary.com/http://www.thefreedictionary.com/), é um ótimo blog, acredito que irá adorar. Casa Amarela, Artefatos Poéticos, Sarau pela Galeria. Sarau da Maria e o que vai rolar de melhor pela semana que ‘inicia’. Nordeste Psicodélico e Desconcertos de Poesia. Daniel daviporto2245371.soup.io Marques gritando: "eu vou ser feliz à beça! Sábado passado fez um gelado danado em São Paulo, mas tava quente o clima no Sarau da Maria. Fervia de arte, de música e poesia.



De gente contente. Teve Vasqs, Auá, Claire, Silvia Maria e Tarica. Teve homenagens ao extenso Luiz Melodia, teve Zé Modesto e Chero da Poesia, teve Deise & João Emilio, Vladinski & Cordeirovich. Teve o som fantástico da Anna Bueno e teve o poeta Carnevalli declamando e simulando slam, como no MAP. Teve muita emoção dedicada à memória do Daniel Marques.




  1. 8 Identidade em outros países

  2. Maior sensatez no felino

  3. Oferecer alimentação adequada ao gerbo e usar bebedouros próprios pra ele

  4. vince e seis/09/2011 às 10:Cinquenta e quatro



Teve o lançamento dos livros do Oswhaldo Rosa e a voz arrepiante da extenso Susie Mathias (teve abraços, risos e lágrimas minhas e deles 2). Teve uma roda de viola que eu nem sequer lembro se acabou. Não sei direito de que forma apareceu começou. Só sei que foi desta maneira. Teve um sarau que ainda tá rolando em nós.



Em mim. Sem fim. Nesse lugar você acompanha como foi a festa através das fotos pb de Moacir Barbosa. E Neste local, pelas lentes coloridas de Roberto Candido. Espalhei novas fotos deles pelo postagem e aproveito para agradecer a amizade, o talento e a colaboração desses dois grandes fotógrafos e amigos. Edvaldo Santana: poeta, músico e compositor, lançou pouco tempo atrás o álbum "Só Vou Voltar Mais Tarde".



Deise Capelozza é militante política, organizadora do Sarau da Maria e cantora. Há 4 anos, no reencontro dos amigos da Vila Maria pra o lançamento do Projeto "As Marés", de Paulo Barroso, Deise interpretou três canções, passando, desde desta forma, a frequentar os saraus da cidade. Acompanhada pelo violonista João Emilio, expõe canções dos artistas da Vila Maria: Arnaldo Afonso, José Carlos Guerreiro, Jhose Cordeirovich, João Marques, Luis Afonso, Luis Ge e Rogerio Duran.



João Emilio é videomaker e músico. Filho de pai violonista, aos 7 anos de idade iniciou seus estudos na Academia Brasileira de Música, cursando violão clássico. Na década de 80 estudou na Faculdade Paulista de Música onde fez o curso de bacharel em Composição e Regência. O Sarau da Moradia Amarela, um dos melhores da cidade, é anunciado pelo poeta Akira Yamasaki, com o auxílio luxuoso de Luka Magalhães e Escobar Franelas.



Estarei lá pra curtir poesia, boa música e abraçar velhos amigos. O show mistura a sonoridade da música psicodélica com a da música popular de raiz nordestina, acrescentando guitarras lisérgicas, instrumentos indianos, percussões africanas, violas dos cantadores do sertão, pífanos e batuques do sincretismo religioso. Pra interpretar as canções pesquisadas por Ortinho e Junio Barreto (que bem como assina a direção musical) um time da pesada: China, Isaar e Zé da Flauta, e também Ortinho e Junio. Os vocalistas se alternam e se juntam acompanhados pela banda criada por Martin Martan (guitarra), Eder Rocha (bateria), Chicão (teclado), Marcelo Monteiro (flautas e sax), Estevan Sinkovitz (guitarra), Rafael Ferrari (baixo) e Mestre Nico (percussão).



Na Moradia Natura Musical, à rodovia Artur de Azevedo, 2134, em Pinheiros. Na semana passada escrevi Neste local sobre a relevância de uma Flip negra e feminina. Abrir espaço pra grandes autores, negros ou mulheres, não é favor nenhum. Temos que quebrar os critérios viciadas do clubinho branco e machista, sim. O preconceito existe e precisa ser combatido.



Postei o vídeo da história de Diva Guimarães, uma professora negra que pegou o microfone e foi a voz do público brasileiro oprimido em Paraty. Li (todavia acabei de terminar nem sequer explicando) sobre o depoimento de escritoras negras que se sentiram estranhas ao ver de perto edições anteriores da Flip. Era uma feira literária branca numa cidade elitista e excludente. Os poucos pretos se sentiam espiados pelas ruas, observados com menosprezo.



O que esses pretos estão fazendo aqui? Repleta de negros, nas mesas e nas ruas, Paraty foi mais Brasil na semana retrasada. Ao menos, o Brasil que nós, defensores de direitos e oportunidades aproximados pra todos, podemos que seja. Postei assim como a entrevista do rapper Criolo a Lázaro Ramos, soltando frases supostamente sem sentido, porém que nos tocam pela dor que carregam e que não suportamos perceber. Nem sequer queremos que ninguém sinta. Ninguém. Poderia ter discutido a respeito os artigos absurdos que li, desmerecendo a verba solicitada pelas escolas de samba do Rio, num instante de sério instabilidade financeira. Incerteza provocada pelos políticos e poderosos, não pelo povo, que continua trabalhando, tocando em frente e gerando riquezas (que o Estado não lhe retorna). O carnaval carioca começou marginal, com os sambistas perseguidos na polícia.



É um evento que os pretos excluídos e abandonados nas periferias de uma cidade maravilhosa transformaram na superior festa popular do planeta. Sabem o porquê da gente ler tantas matérias informando que eles não merecem investimentos? Por causa de é assim sendo que funciona a tabela de prioridades do poder. O dinheiro do contribuinte, primeiro, precisa alimentar a roda da fortuna deles, políticos e empresários que estão no poder desde Cabral (o Pedro Álvares, não o Sergio). Quando a pilhagem aos cofres públicos passa da conta e os obriga a ‘economizar’, eles cortam um pouco tuas mordomias mais notórios e fecham as torneiras por onde pingavam alguns trocados pras políticas públicas.