Projeto Busca Gerar Renda Com Publicidade Em Bairros De Periferia
Celso Trindade estava desempregado no começo nesse ano no momento em que uma coordenadora da empresa Outdoor Social entrou em contato com ele na sua casa, no município de Cajamar, na Grande São Paulo. Ela veio, bateu na minha porta e explicou o projeto. Foi um dinheiro que ajudou bastante naquele instante. Imediatamente trabalhando como encanador e eletricista, Trindade, de 41 anos, diz ter se atônito com a abordagem da coordenadora. Por aqui as pessoas só pedem autorização para pintar algo no teu muro, e isso no momento em que pedem.
Até me surpreendi quando ofereceram o dinheiro em retorno. Nesse lugar em moradia tem bastante muro, se quiserem, podes até por mais cartazes. A coordenadora que abordou Trindade faz cota de uma rede de 150 pessoas, espalhadas em todas as capitais do país, e em cidades do interior, como Juazeiro do Norte (CE) e Campinas (SP), explica Emília Rabello, sócia-fundadora da Outdoor social. Diversas vezes participantes das comunidades onde atuam, eles recebem por outdoor instalado, além da verba pra transporte.
Queríamos um empreendimento que gerasse embate positivo nas comunidades onde são instaladas, em tal grau para o morador que recebe os cartazes, quanto pro entorno. E não temos dúvidas obter isso com essa rede de coordenadores. A corporação atua em comunidades periféricas de baixa renda em enormes cidades ou no entorno, como Cajamar, que possui o sexto pior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) da Amplo São Paulo. A campeã negativa da estatística na região é Francisco Morato, onde vive outro beneficiado pelo projeto, Leonardo Mendes.
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O garçom e técnico em informática de dezoito anos relata que conheceu o projeto de cartazes publicitários nos muros de imóveis particulares de forma igual a Trindade. Foi até engraçado. Escutei o cachorro latindo um dia a tarde e fui ver de perto o que era. Quando cheguei pela calçada, o pessoal da organização estava conversando com um vizinho, e depois veio comentar comigo pra apresentar o projeto. Eu morava em Brasília, em vista disso consegui combinar essa ponte entre o governo federal, que precisava conseguir essas comunidades com a intercomunicação, e os moradores, que poderiam receber por essa iniciativa. A jornalista de criação que tornou-se empreendedora imediatamente tinha experiência com a divulgação nesse tipo de dado.
O governo federal tinha a necessidade de dizer com o interior do país, que contava só com a rádio interior. Então em 2006 achei uma organização que trabalhava com carros de som, e passei a ser comerciante entre o prestador de serviço e a procura. Mais tarde, no momento em que o projeto de comunicação chegou à Amazônia, o estímulo aumentou em razão de algumas localidades da localidade são acessíveis somente por barco ou avião.
A solução encontrada por Emília, ainda sob a organização Minas de Ideias, foi utilizar grandes barcos de passageiro com sistemas de som e placas nas laterais. Com a experiência aplicada no Outdoor Social, campanhas de conscientização sobre isto febre amarela, malária, tuberculose, brutalidade doméstica contra mulheres e falta de água, além de outros mais, foram realizadas em comunidades, sob encomenda do governo federal, estaduais e municipais.
Neste ano abrimos um escritório em São Paulo para atingir as organizações que conseguem vir a ser anunciantes. Uma das maiores campanhas, em grau nacional, foi encomendada pela Votorantim, fabricante de materiais de construção. Graciela Mognol, Gerente Geral de Marketing e Comunicação da empresa, explica a seleção por esta mídia.
Fizemos uma ação com o Outdoor Social pra publicar durante 6 semanas a nova linha de cimentos ensacados. Com a parceria, estivemos presentes em 117 comunidades, anunciando com 670 famílias. Além dos anúncios nacionais, Emília conta que a mídia comunitária tem a vantagem de se noticiar diretamente com o cliente de uma loja ou serviço, direcionando as campanhas de acordo com os locais.
Uma indústria de alimentos utilizou essa publicidade direcionada pra uma campanha de biscoitos e massas que utilizou o muro de Marilene Duarte, moradora da Praia do Futuro, em Fortaleza. Responsável por uma campanha que reúne roupas e algumas necessidades pra idosos carentes de Fortaleza, Marilene conta que utiliza o valor pago pela instalação dos cartazes publicitários na sua residência como doações pras ações do grupo. Até hoje foram três campanhas. O legal é que eles pagam acertadamente, tudo por intervenção de depósito bancário, e é uma assistência de custo interessante. Nós não temos que vigiar o tempo todo a placa, no entanto observar quando possível e avisar a equipe se alguma coisa suceder.
Emília explica que cada família membro do projeto recebe trinta e cinco por cento do valor pago pelos anunciantes pelos cartazes. É relevante pra nós termos esse lado feito de forma certo. Hoje mesmo contamos com doze pessoas apenas pra cuidar da logística de pagamentos, porque são em média 1.000 mensais, é necessário um controle. O Outdoor Social está presente em quase 11 mil pontos, focados em moradia de pessoas das classes C, D e E, que de acordo com o IBGE, em 2010, corresponde a 168 milhões de pessoas.
Acreditamos que utilizar uma área muito amplo é uma estratégia das matilhas de não pressionar muito estas populações e mantê-las estáveis. Os cachorros-vinagre são muito nômades e ficam apenas por volta de 2 meses em cada sítio de caça pra não dizimar tua presa principal. Neste instante a devastação pelo homem do habitat das duas espécies potência as matilhas a viajarem ainda mais para acharem suas presas. Pela região de Nova Xavantina, leste do Mato Grosso, onde o estudo foi conduzido, a maior quantidade da vegetação natural de Cerrado foi removida para o cultivo de lavouras e pastagens, sobrando menos de 30 por cento de área conservada.
Em vista disso, quase a plenitude das localizações dos animais (95%) foi obtida em regiões conservadas, quando eles estavam em repouso, caçando ou comendo, sempre que pela maioria das localizações em área cultivada eles se moviam mais rápido. Em qualidade da fragmentação de seu habitat, as matilhas têm que percorrer muito para variarem seus sítios de caça e encontrarem as presas - conta Lima.
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