Preferido Dos Paulistanos, Buldogue Francês Aprecia Companhia E Requer Cuidados No Calor
Quando a empresária Walena Guergik, quarenta e seis, foi procurar seu buldogue francês, Tyson, estava preparada pra um palpável caos. No entanto parece que a chegada do peludo rejeitou as expectativas da família. Água Fria, zona norte da cidade. Mais do que de morder, o "frenchie", como é chamado por causa de seus admiradores, gosta mesmo é de atenção e simpatia.
O primeiro registro da raça data de 1885, em Paris -acredita-se que era um cão bastante comum entre açougueiros e comerciantes, e que, por seu porte físico chamativo, se tornou querido bem como pelas famílias mais abastadas. Apesar de relativamente nanico -o modelo da Confederação Brasileira de Cinofilia aceita que o animal tenha de oito kg (fêmea) a 14 kg (macho)-, o buldogue é um cachorro parrudo, com musculatura e ossos densos. Faz fração da família dos braquicefálicos, ou seja, cães que têm focinho achatado, o que o torna mais propenso a dificuldades respiratórios, principalmente no calor. Cristiano Feliciano Pinto, proprietário do canil Baby Pet, em São Roque (SP), que cria a raça. Desse modo, o interessado em ter um buldogue francês necessita lembrar: passeios, só na manhã e no fim do dia, no momento em que a temperatura está amena (em residência, vale ter ventiladores ou ar-condicionado pros dias mais quentes). No mais, os donos prometem: vale todo o investimento -de tempo e de dinheiro.
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- Ventilador como aliado
- Amanda Nóbrega argumentou: Dez/09/doze ás 00:Trinta e três
Além de escoltar as dicas acima pra amparar a impossibilitar doenças, é considerável ficar ligado a dificuldades decorrentes de fatores externos, como é o caso de parasitas. Pulgas, ácaros, carrapatos, entre outros, são as principais causas de coceiras e mordidas nas patas. Eles adoram procurar locais seguros e quentes pra se alojarem, e entre os dedos é genial.
Já ouviu discursar de doença do carrapato em cachorros? Nesse caso, procure um veterinário para cuidar o problema da maneira correta. O mesmo vale em casos de alergias, dermatites e outros tipos de infecções. Os cuidados com as patas do cachorro precisam sempre estar em dia, evitando desse modo qualquer tipo de doença.
E qualquer coisa acompanha uma porção de infos: um poste é uma referência rica de notícias, diz se outro animal passou por ali, quem era, e há quanto tempo isto aconteceu. Ainda é inadmissível aguçar nossos sentidos, entrar pela pele deles e perceber a fortuna de cada cheiro, som, imagem ou sabor. Contudo oferece para entender como eles veem o mundo e achar por que seus pets insistem em fazer coisas que você odeia - ou gosta de. Rememore a primeira fato dessa matéria: gatos e cães constroem o mundo com cheiros, sons e um pouco de imagens.
Pros cães, o olfato é fundamental. Existem entre 120 e trezentos milhões de células olfativas dentro do nariz. Nós temos somente 6 milhões. O que isso significa? Que eles conseguem até detectar câncer em humanos só farejando nosso hálito. É o que pesquisadores do hospital Schillerhoehe, na cidade de Gellingen, Alemanha, constataram em 2011. O oncologista Thorsten Walles e seus colegas deram amostras de tumores pra que os cães farejassem. Os alemães fizeram mais ou menos isto, só que com demonstrações de células cancerosas. Depois, pacientes com câncer de pulmão em estágio inicial sopraram dentro de tubos de ensaio (que eram tapados logo após). Os cientistas treinaram os cachorros para sentar em que momento sentissem "cheiro de câncer" em qualquer desses tubos de ensaio.
E os cachorros acertaram setenta e um por cento dos casos. A ideia dos pesquisadores já é desenvolver uma espécie de "nariz eletrônico" que possa ser apto de discernir os mesmos elementos químicos peculiares de câncer que os cães farejam. Seria uma máquina capaz de detectar a doença logo nos estágios iniciais - uma revolução no universo dos diagnósticos, que claramente salvaria vidas.
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