Planos De Saúde Pra Animais Saem A começar por R$ vince e seis Ao Mês


Cuidadoso, Huber apresenta medicamento a Noa, um de seus nove cães. Duas vezes por mês, o professor de espanhol Diego Huber tem um pacto inadiável: dirigir-se ao veterinário. Elton, Athos, Etra, Hera, Samanta, Olívia, Shanti, Noa e Dória, seus 9 cachorros com quem mora em Embu das Artes (SP), dão muito serviço. O dono acompanhou diversas cirurgias, de castrações a cesáreas, e garante que não seria possível arcar com as despesas não fossem os 3 planos familiares de saúde animal que os caninos têm.



Contratar esse tipo de serviço podes parecer loucura para vários. A dona de casa Rita Previdelli conta que algumas pessoas "achavam vulgar" no momento em que ela contava que tinha o serviço para a sua cadela, a poodle Bruna. Eu nem comentava mais, pra não ir desonra. Bruna teve câncer de mama e Rita teve que gastar muito com a operação de retirada da região e a quimioterapia.



Depois de este gasto não planejado, a dona de casa decidiu contratar o plano de saúde que a clínica veterinária oferecia, porque a cachorrinha ainda teria que passar por um tratamento de controle da doença. Achei o plano de saúde curioso, pois ia sair muito mais barato do que pagar avulso. Com o mesmo raciocínio, o professor de espanhol decidiu que faria um plano de saúde para sua primeira cadela, Jolie.



Huber tinha planos de começar a gerar a raça whippet. No momento em que eu resolvi ter um canil, descobri que fosse continuar muito caro, por causa de ela daria algumas crias. Jolie se mudou pra Vitória (ES) para viver com a filha de Huber, mas ele não desistiu dos cães. Pelo oposto, nesta hora vive com 9 cachorros em moradia: 7 filhotes de Jolie, um dog alemão e uma greyhound.



Todos são segurados por um plano de saúde que cobre consultas, remédios, exames, cirurgias, transfusões, próteses, tratamento dentário, pronto-socorro vinte e quatro horas e outras especialidades médicas que muita gente nem ao menos entende que existe para os amigos caninos. O diretor do plano Mister Saúde Animal, Paulo Marcondes, declara que a ideia surgiu nos Estados unidos há 45 anos. A nação tem a superior população de animais domésticos do mundo e, logo em miúdo no ranking, vem o Brasil com mais ou menos vinte e cinco milhões de cachorros e sete milhões de gatos.



A população de caninos equivale a de pessoas em toda a região Sul, tendo como exemplo. GS&MD. É um número bastante significativo se comparado a outros setores: corresponde a 11% do mercado de vestuário; Seis,5 por cento do de alimentos; 12 por cento do de eletroeletrônicos e móveis; e quatorze por cento do segmento de materiais de construção.



Segundo Marcondes, a medicina veterinária no Brasil ainda é uma das mais caras do universo. Por este motivo, diversos proprietários de animais recorrem aos planos. Antes de contratar um plano de saúde para o "melhor amigo", o cliente precisa ficar concentrado a algumas informações. Todo estabelecimento conectado à medicina veterinária necessita ter registro nos conselhos regionais da ordem, seja ele uma clínica, pet shop, salão de banho e tosa, casa de ração ou plano de saúde animal. O consumidor necessita buscar pelo Certificado de Regularidade emitido pelo órgão regional, que tem que continuar afixado em recinto visível no estabelecimento. Também é necessário estar bastante atento às cláusulas do contrato, recomenda o CRMV-SP (Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo). Principalmente aos prazos de carência, que pra alguns procedimentos chegam a até 180 dias. Crie seu e-mail @R7.



No caso de Joelma, para poder entrar pela Espanha, a cadela Nena precisou implantá-lo. Na época, fiquei indignada. Entretanto depois vi que era para a segurança do animal. No instante que se tem o chip é muito menos difícil localizá-lo em caso de perda", lembra. Atenção: caso no desembarque faltar alguma documentação, o animal é muito obrigado a regressar ao Brasil.







    • Preservar a higiene do terrário do gerbo






    • Altura macho: Sessenta e cinco a 75 cm






    • Amanda Nóbrega argumentou: 10/09/doze ás 00:33






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A não ser que o animal seja considerado feroz, não é necessário que ele esteja sedado pra viagem, todavia, se for o caso, o melhor é que possa ser medicado por um veterinário. Existem alguns tranquilizantes que podem ser administrados. Entretanto o proprietário precisa consultar o veterinário que acompanha o animal, que é a melhor pessoa a apontar o tipo de remédio e a quantidade a se fornecida", explica Lorenzoni.



O especialista assim como alerta para que o dono não medique o animal por conta própria, pois, por desconhecimento técnico, pode acabar causando uma sedagem muito profunda, colocando-o em risco. O veterinário Rodrigo Lorenzoni ensina que para evitar ao máximo o estresse do animal, o melhor é colocá-lo na caixa de transporte no último instante.