Pesquisas Tentam Reconhecer O Que Diferencia Os Cachorros Dos Lobos

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Com 2 meses de idade, eles têm sessenta cm do nariz à cauda e necessitam pesar 7 ou oito quilos. Eles rosnam disputando a posse de um pedaço de pele de veado. Lambem o rosto das pessoas como se fossem amigos queridos ou novos brinquedos. São como cachorrinhos, contudo não muito.



Mesmo deste jeito, os humanos que os montaram devem tomar precauções. Se alguém que os alimentou e que cuidou deles praticamente desde o nascimento estiver ferida ou adoentada, ela não vai entrar na área cercada, pois precisa impedir uma reação predatória. Ninguém sairá correndo pra fazer um desses lobos persegui-lo por diversão. Ninguém vai fingir correr atrás de um lobo. Todo cuidador experiente fica alerta. Visto que se há uma coisa com a qual todos os especialistas em lobos e cães com quem conversei ao longo dos anos concordam, é que não importa a forma em que desenvolveu um lobo, você não pode transformá-lo em cachorro.



Independentemente da proximidade dessas duas espécies -e alguns cientistas as classificam como a mesma- existem diferenças. Fisicamente, a mandíbula do lobo é mais poderosa. Eles se reproduzem só uma vez por ano, não duas, como os cães. E, segundo seus cuidadores, em termos comportamentais, seus instintos predatórios são facilmente atiçados, se comparados com os dos cães.







    • 36 Um Conto de Páscoa 4 de abril de 2011






    • Lita alegou: Onze/09/doze ás 01:07






    • 2 に (ni) e へ (e)






    • dezesseis de agosto de 2017 às 10:57






    • Jurista argumentou






    • vinte e um de setembro de 2017 às dez:09







São mais independentes e possessivos em conexão à comida ou outros itens. Várias pesquisas sugerem que tomam mais cuidado com os filhotes. E nunca chegam perto do nível da cordialidade "eu-adoro-os-humanos" de um Labrador. Não importa o quanto um treinador ou um fabricante de ração promovam o lobo interior em nossos cães, eles não são a mesma coisa.



O consenso científico é que os cães evoluíram a começar por qualquer tipo de lobo extinto há 15 1000 anos ou mais. Alguns lobos foram gradualmente perdendo o pânico dos humanos, conseguindo se aproximar e consumir mais, e também ter mais filhotes que carregaram o DNA que, porventura, deixou os lobos menos temerosos. Isso se repetiu de formação em criação, até que evoluíram para ser, em termos científicos, mais amigáveis.



Esses foram os primeiros cães. As pessoas devem ir vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, durante semanas a fio com filhotes de lobo pra que estes tenham certeza de que os seres humanos são toleráveis. Filhotes de cachorro vão se apegar rapidamente a qualquer pessoa que esteja próxima. Mesmo cachorros da via que tiveram um contato humano pela hora certa são capazes de ser amigáveis. Apesar de todas as semelhanças, há algo profundamente desigual nos genes do cão, ou em como e no momento em que estes genes se tornam ativos, e os cientistas estão tentando precisar exatamente o quê.



Muitas pesquisas recentes sugerem que a afabilidade do cão pode ser o consequência de alguma coisa igual à síndrome de Williams, uma desordem genética em seres humanos que os torna hipersociáveis, e também assegurar novas características. Pessoas com esse transtorno parecem ser muito amigáveis com todos, sem os limites habituais. Outra ideia sendo estudada é a de que um atraso no desenvolvimento, durante um momento crítico de socialização no começo da vida de um cão, pode fazer a diferença.