Pesquisa Inédita Revela Que Vira-lata é O Cão Preferido Dos Lares Brasileiros
Se você é dono de um simpático vira-lata, pode comemorar. O teu pet é não apenas o mais popular entre os brasileiros, como é aquele que menos fornece dificuldades de saúde, com somente quinze por cento de incidência. Já se você mora com um Lhasa Apso ou um Poodle, prepare o bolso: em ambos os casos, os exemplares da raça não costumam ingerir menos do que cinco serviços a cada ida ao pet shop.
As informações figuram em uma busca online inédita consumada pelo Instituto QualiBest, de São Paulo, que ouviu sete.084 homens e mulheres, de 18 anos ou mais, das classes A, B, C, D, E, de todas as regiões do Nação. Entre os entrevistados que possuem e são responsáveis por pets, 79% têm cães, trinta e nove por cento gatos, 19% aves e 10 por cento peixes. Além de ser o mais saudável, o vira-lata é o cão mais presente nas casas das classes C e D e trinta e três por cento deles foram encontrados abandonados nas ruas.
Daniela Chammas Daud Malouf, diretora-geral do Instituto. A comida é outro fator destaque no levantamento: Doze por cento dos cães que figuram na busca comem a mesma comida que é preparada para o dono/outras pessoas da moradia; Trinta e dois por cento ingerem ração comum e, 38%, ração específica pra seu porte. Em média, os animais são alimentados de duas a três vezes ao dia. Surpreendentemente, oitenta por cento dos cães de estimação não apresentam nenhum defeito de saúde. Entre aqueles que os têm, as doenças mais comuns são alergia cutânea, dermatite, catarata, sobrepeso e otite.
Por mais, porém, que disfarçasse a voz, e procurasse imitar a da cabra, o cabrito teve desconfianças, e chegando-se à porta, citou: Minha mãe, mostre na fresta a tua pata branca; só então lhe abrirei. Pata branca é coisa que lobo não tem; o nosso espertalhão não teve remédio senão arredar-se em jejum.
MORALIDADE: Precauções nunca são além da medida; se fiando-se à senha, o cabrito tivesse aberto a porta, onde teria ido parar? O corvo e a raposa. Um corvo pilhou um queijo, e com ele no bico foi pousar numa á AtraÃda pelo cheiro, veio uma raposa, e logo assentou que seria ela quem comeria o queijo; contudo como! árvore era alta, e o corvo tem asas, e entende voar.
Recorreu porque a raposa à s tuas manhas: ótimo dia, comprade, alegou; quanto folgo de o ver dessa maneira elegante e formoso. Direito entre o povo aligero não há Dizem que o rouxinol o excede, visto que canta; porque eu afirmo que V. Exa. ão canta visto que não quer; se o quisesse, desbancaria a todos os rouxinóis.
MORALIDADE: Desconfie no momento em que lhes elogiarem e gabarem; o adulador escarnece de vossa credulidade, e prepara-se para vos fazer pagar por bom preço os seus elogios. As lebres e as rãs. Corridas pelos cães, de tudo perplexas, vivendo em contÃnuo sobressalto, reconheceram as lebres que um viver em vista disso era um constante penar e resolveram morrer deitando-se todas juntas afogadas. Enfileiram-se, partem à desfilada, e arremetem pro rio.
Súbito salta na á Pra que então nos havemos de matar? á quem sofra ainda mais do que nós. MORALIDADE: Não tem que o homem maldizer tua sorte; em posição nenhuma é ela tão má Os lobos e as ovelhas. Desde o começo do universo houve disputa encarniçada entre as ovelhas e os lobos: por serem fracas e incapazes de defender-se, as ovelhas puseram-se debaixo da proteção dos cães.
Então os lobos viram-se perdidos; às ocultas, só de emboscada, podiam pilhar alguma inimiga com que matassem a fome. Acudiu-lhes um estratagema: humilharam-se, pediram pazes; fizeram com que as crédulas ovelhas se convencessem de sua credulidade; o que aliá ácil, pois que ofereceram ceder como reféns os seus filhos. As ovelhas tudo aceitaram, e até calcularam a amplo economia que fariam, dispensando a guarda e a proteção dos cães.
- ½ copo de vinagre branco (de álcool)
- Passa Anel
- Mercado (experctativas)
- Lorena Castanho Chagas disse
Fez-se a paz, foram fatos os reféns, despedidos por economia os cães. MORALIDADE: No mau que diz arrepender-se não se deve confiar antes de interessante prova. O rato da cidade e o do campo. Um rato que morava na cidade, foi passear no campo. Obteve-o e agasalhou-o um comparsa que o levou para os seus palá
âneos, e deu-lhe um banquete de ervas e raÃzes. Conhecido, tenho dó de você; como pode ficar resignado com similares coisas? O outro aceitou. à noitinha estavam ambos numa esbelta e rica residência, em bem provida despensa: queijos, lombos, o perfumado toucinho, tudo os incitava; desforrando-se de tua longa dieta, o rato do campo regalava-se.
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