Pequenos Negócios Viram Saída Pra Desemprego, Todavia Oportunidades De Fracasso Também Aumentam

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Nunca houve tanta gente no Brasil interessada em abrir o respectivo negócio. A principal definição é o desemprego, que atingiu doze milhões de pessoas em setembro, o que vem estimulando o serviço autônomo e a abertura de micro e pequenas corporações. Pra especialistas, porém, muitas decisões estão sendo tomadas no desespero e sem planejamento, o que se intensifica as chances de fracasso.



Conheça a seguir alguns caminhos para abrir um negócio de miúdo investimento e ficar distante da quebradeira. O primeiro semestre de 2016 foi histórico: pela primeira vez, mais de um milhão de pessoas fizeram registro de CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) num tempo de 6 meses. A cada ano, mais de um milhão de pessoas entram nesta classe, que acrescenta manicures, cabeleireiros, jardineiros, motoristas, entre outros. A alta dos pequenos negócios assim como é verificada pelo desenvolvimento do Supersimples, a modalidade de tributação que concede impostos mais baixos pra empresas de pequeno porte.



Enio Pinto, gerente de Atendimento Individual do Sebrae Nacional (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Organizações). Ele destaca, não obstante, que muita gente "está empreendendo não pelo motivo de é vocacionada, entretanto por inevitabilidade de sobrevivência". Antes da recessão econômica, o Sebrae estimava em até setenta por cento o número de empreendimentos abertos por oportunidade e 30 por cento os negócios por necessidade.



Imediatamente está meio a meio, o que gera "grandes preocupações". Quem empreende por necessidade domina que o seu empreendimento é temporário, dessa forma ele não investe tal pela qualificação como empreendedor. Ele pensa que está ali até achar um emprego, reverter para o mercado. Como é temporário, obrigatoriamente vai ser um trabalho precário.



Não irão ter diversos investimentos na empresa nem sequer no profissional como gestor, e a chance de ele quebrar em curto prazo é muito superior do que aquele que empreende por chance. José Rubens Oliva Rodrigues, diretor de microfranquias da ABF (Liga Brasileira de Franchising), destaca o avanço do setor de franquias mesmo nos anos recentes de recessão econômica, especialmente o dos pequenos negócios, que costumam amadurecer mais. Esse ano assim como haverá crescimento, entretanto num ritmo pequeno.




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Do mesmo jeito que o diretor da Sebrae, Oliva Rodrigues alega que a afinidade pelo segmento escolhido é o principal fator de sucesso ou fracasso dos empreendimentos. O grande defeito hoje é a pessoa escolher a franquia pelo valor do investimento, e não pelo segmento. Isso pode talvez levar ao prejuízo. Com tantos negócios por indispensabilidade, a expectativa é de que a taxa de mortalidade das organizações nos dois primeiros anos de atuação, que gira por volta de vinte e cinco por cento a trinta por cento, aumente daqui com o objetivo de frente, de acordo com o gerente do Sebrae. Isso precisa continuar acontecendo nos próximos 2 a 4 anos, muito em função do amadorismo de quem empreende por indispensabilidade.



E é bastante coesivo, porque o sujeito está apertado e tem que fazer dinheiro, desta forma abre qualquer coisa correndo sem muito planejamento, sem preparo e sem estudo. Como não entrar num barco furado? A vantagem imediata de se abrir um nanico negócio é que o investimento inicial é mais pequeno. Mesmo dessa maneira, diz Pinto, um planejamento mínimo é necessário.



O Sebrae sugere 3 primeiros passos antes de embarcar na jornada do empreendedorismo. Primeiro, fazer uma autoavaliação, uma reflexão pessoal, para localizar se o potencial empresário tem mesmo características para empreender. Em seguida, é preciso fazer uma avaliação de mercado, ou seja, uma análise de clientes, concorrentes e fornecedores. Após as duas etapas, é hora de fazer contas: há dinheiro para essa finalidade?



Quanto vai custar a operação? Há indispensabilidade de contratar funcionários e pagar aluguel? Qual a possibilidade de faturamento? Desse instante, quem puder manter uma reserva técnica de seis meses para o funcionamento da empresa de imediato larga pela frente, diz o gerente (veja mais dicas ao desfecho). Ter os recursos próprios é a melhor escolha, por causa de de imediato começa com um gasto a menos, sem ter de pagar a bancos ou a terceiros.