Pela última Quinta-feira (17)

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Entre os pré-requisitos de quase todos os programas de mestrado no exterior está “graduação completa” ou, ao menos, alguns anos de experiência pela área. Quando embarcou para o seu tempo de estudos pela Universidade de Umeå, na Suécia, Renata Queiroz Hansen não tinha nenhum dos dois. “Estava no quarto ano da escola e a ideia era fazer 6 meses de intercâmbio.


Como estava próximo da conclusão, contudo, conseguimos fazer outras matérias do em Marketing”, lembra ela, que estudava Administração pela Faculdade de São Paulo. Um golpe de sorte - e uma sensacional dose de alegação - lhe permitiu ficar para concluir o programa de mestrado na Suécia antes mesmo de concluir a sua graduação. “Como fomos a primeira turma desse mestrado, inmensuráveis dos meus colegas pediram para fazer as matérias que faltavam a fim de concluir o programa”, explica ela. A reação inicial foi negativa.


Era impossível, de acordo com o Ministério da Educação sueco, permitir que estudantes undergraduate - ou melhor, sem graduação completa - obtivessem um diploma de Graduate Studies, que era o caso do programa de Mestrado em Marketing da Universidade de Umeå. MBA UFRJ http://www.instituto-internacional.org saída foi um “jeitinho”, possibilitado pela versatilidade do sistema de ensino nórdico: “O Ministério abriu uma exceção e permitiu que nós terminássemos o mestrado, dessa maneira voltássemos, terminássemos a graduação. Todavia só quando finalizei a graduação pela USP meu diploma da Umeå foi liberado”, lembra ela, que hoje mora na Dinamarca e trabalha como Gerente de Marketing da multinacional Coloplast.


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Referência utilizada para criar o conteúdo dessa postagem: https://olioboard.com/users/nedergaard57guy

Renata não passou pelo método de candidatura normal ao mestrado, uma vez que sua candidatura foi feita por meio da USP, que possuía convênio com o colégio de Umeå. Com uma bolsa da Fundação Preparar-se, ela financiou os primeiros seis meses do intercâmbio; ao estender a duração para um ano, conseguiu comprar uma bolsa da Universidade pra arcar com suas despesas no estado.


Na Suécia, boa fração das universidades são públicas e gratuitas. O ritmo do mestrado surpreendeu ISCAP In Portugal , que estava acostumada a uma carga horária intensa de aulas: “No Brasil, estava em sala de segunda a sexta, três ou quatro horas por semana. Lá, tinha 3 ou 4 horas de aula por semana, e muito trabalho de moradia, tanto individual quanto em grupo”, observa. “Além disso, no Brasil recebemos as coisas um pouco mais mastigadas, o professor oferece feedback a todo momento… Lá, necessitava de bem mais disciplina”, completa. O Programa de Mestrado era ministrado inteiramente em inglês, e a experiência foi enriquecida pelo contato com uma turma muito diversa: mais da metade dos seus amigos eram internacionais.


Insegura quanto ao teu nível de capacidade no idioma, Renata ri ao se relembrar que levava um gravador para as aulas, caso perdesse alguma referência: “No final, nem ao menos precisei usar”. Em 2005, Renata obteve finalmente seus dois diplomas: de graduação, pela FEA-USP, e de Mestrado, na Umeå. Isto Acarreta Prejuízo Financeiro E Pedagógico lhe davam a suposição de trabalhar em qualquer um dos 2 países, e ela achou que seria envolvente reverter para a Suécia - sem fantasiar que achar um emprego lá não seria assim tão fácil. Em todas as empresas que conversava, os entrevistadores se surpreendiam com a sua experiência.


“A minha impressão é que eles não fazem em tal grau estágio como no Brasil, desse modo não seria custoso parelhar trabalho… Isto, claro, se eu falasse sueco”, relembra. A barreira da língua, que não a afetou durante o período de estudos, foi um empecilho delicado ao longo da pesquisa por serviço. “Tanto é que sendo assim que acabei o curso de sueco eu consegui um emprego”, afirma. Entre 2005 e 2010, Renata morou em Upsalla e Estocolmo, atuando em empresas de cosméticos. “Na data, mudei de serviço e estava em incerteza se voltava pro Brasil ou não. Sendo assim achei meu marido, que é dinamarquês”, relembra.


Ao se casar, em 2010, ela se mudou pra Copenhage, pela Dinamarca - “uma capital mais cosmopolita, mais perto da Europa”, segundo ela. Teu mestrado na Suécia, em Marketing Internacional, a ajudou a atingir uma localização de gerência na L’Oreal. “Empresas globais não conseguem fazer um plano de marketing e fazer um portfólio sem se adequar aos diferentes públicos”, argumenta ela.


Hoje, além de atuar como Gerente de Marketing, Renata também cuida do filho baixo e participa do conselho da ONG “Mulheres Multiculturais” - que visa motivar e empoderar mulheres de origens étnicas diferentes no mercado de serviço dinamarquês. “Ainda há essa mentalidade de que o estrangeiro teria que fazer o trabalho que Mais ideias inspiradoras . Muita gente torcia a cara no momento em que eu dizia que era Gerente de Marketing”, lembra. Quando entrou no teu primeiro emprego, ainda pela Suécia, ela era a única estrangeira entre os mais de trezentos funcionários do escritório. “Meu chefe me contratou pra meio que gerar um pouco”, explica. “Mas esse cenário está mudando”, http://www.cbsnews.com/search/?q=doutorado .