Os Homens E Os Animais

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Portanto, conforme escrevi no artigo anterior, cabe a nós, humanos, fornecer ao animal que adotamos as condições para que ele tenha tuas demandas satisfeitas. Entretanto, quais são exatamente essas demandas? Em algumas palavras, do que um cão tem que para ser feliz? É claro que, do ponto de vista físico, fica relativamente descomplicado de detectar do que um cão deve: comida, água, exercícios, cuidados veterinários, mas, e do ponto de visibilidade emocional? Como desejamos fornecer ao nosso cachorro condições para que ele se sinta bem emocionalmente? No livro "O Bem-Estar dos Animais", Temple Grandin e Catherine Johnson, discorrem exatamente sobre o assunto. As autoras falam sobre o assunto como às vezes é custoso para proprietários de animais saber lidarem com essa questão.



Em diversos casos, é impossível conceder a um animal doméstico ou cativo a autonomia de expressão de teu jeito normal. O de um cachorro é perambular vários quilômetros por dia, o que é proibido pela maioria das cidades. Ainda que não seja ilegal, é danoso. É preciso pensar comportamentos substitutos que mantenham teu cachorro feliz e estimulado".



É importante notabilizar que não se trata de conversar "direitos" de animais e humanos, de botar o animal como filiado da família no significado de depender ter as mesmas regalias que a moça humana, a título de exemplo. Até pelo motivo de, não se trata de regalias; trata-se de necessidades básicas mesmo e, desta maneira, as perguntas emocionais e comportamentais dos animais precisam ser consideradas tão sérias quanto as dúvidas físicas, como ingerir e consumir água.



De acordo com Grandin e Johnson, em tão alto grau os animais como as pessoas têm os mesmos centros de emoções básicas no cérebro. Embora os humanos tenham um neocórtex muito maior, os centros emocionais não estão situados nele, porém sim, na quota inferior do cérebro. Do mesmo modo as pessoas que sofrem procuram parar de sofrer, os animais fazem o mesmo.



Panksepp cita 7 emoções básicas: Pesquisa, RAIVA, Susto, PÂNICO, LUXÚRIA, CUIDADO e BRINCAR. Ele citou em uma entrevista à revista Discover que escreve em vista disso, em letra maiúscula, pelo motivo de estas emoções são tão fundamentais que têm funções iguais em todas as espécies. A Procura se diz ao "impulso essencial para buscar, investigar e doar significado ao ambiente". Essa se expõe ao desejo de algo muito bacana e bem como à curiosidade. Essa emoção, assim sendo, fornece a energia pra que o animal persiga seus objetivos, seja ele qual for. A Procura refere-se, assim, a toda a hora a uma coisa que não se tem, seja comida, abrigo ou simpatia, no caso dos cães. Essa é uma emoção muito prazerosa.



Segundo estudos de estimulação elétrica cerebral, o entusiasmo vem de ansiar alguma coisa legal e não o de ter alguma coisa boa. É o sistema que gera nos animais a possibilidade de todo tipo de recompensa", segundo Panksepp. A RAIVA, que acredita-se ter evoluído da experiência de ser capturado e imobilizado por um predador, dá ao animal energia necessária pra lutar violentamente e conquistar escapar da ameaça.



A frustração é uma forma amena da RAIVA, desencadeada por uma coibição mental no momento em que não se pode realizar algo. Animais e humanos sentem Susto quando tua sobrevivência é intimidada de alguma mandeira, desde o grau físico, até mental e social. O PÂNICO, por tua vez, é usado por Panksepp pro sistema de vínculo social. Todos os fedelhos, humanos e animais, choram quando a mãe sai. O sistema PÂNICO evoluiu possivelmente da aflição física.




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A LUXÚRIA diz respeito ao desejo sexual e o CUIDADO é usado pelo pesquisador pra amor e cuidados maternos. O sistema BRINCAR é o que produz as brincadeiras que todos os filhotes animais e moças humanas exercem quando novos. As autoras do livro dizem que até hoje, ninguém entende justo a meio ambiente desse sistema, todavia domina-se que é um sinal de bem-estar, já que o animal lamentoso, aterrorizado ou irritado não brinca.



Em conjunto, estas sete emoções - principalmente as quatro primeiras - explicam por que alguns ambientes são bons pra animais (e pessoas) e outros são ruins. Um bom ambiente assegura um cérebro saudável e poucos problemas de comportamento", dizem Grandin e Johnson. Os cães são muito diferentes de outros animais visto que são hipersociais e hipersensíveis a tudo o que fazemos. Diversas vezes, os cães aprendem abundantes comportamentos sozinhos, pelo motivo de nossas reações sociais reforçam o modo dele. Há cerca de 20 anos, os estudos mostraram que os cães são geneticamente lobos.