Operação De Diminuição De Estômago Só é Competente Se O Paciente Variar Hábitos

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Quem imediatamente perdeu ou tentou emagrecer sabe que não existe fórmula mágica: é necessário fazer atividades físicas e fazer uma reeducação alimentar. Aparentemente acessível, essas atitudes não é sempre que trazem resultados satisfatórios destinado a pessoas obesas, para quem as cirurgias bariátricas (que cortam o estômago e, algumas vezes, o intestino) têm sido um plano valioso. Celebridades como o ex-apresentador do Video Show André Marques surpreendem ao apresentar-se com quilos a menos após o procedimento. Todavia a operação não é milagrosa: ela retrata riscos e assim como requer modificação de hábitos. Pessoas com IMC acima de 35 kg/m2 portadoras de doenças graves e aquelas com IMC acima de 40 kg/m2 são candidatas à cirurgia bariátrica e metabólica, popularmente conhecida como operação de redução de estômago ou operação da obesidade.



Mas o procedimento só é indicado depois de esgotadas todas as escolhas de tratamentos clínicos, esclarece o cirurgião Ricardo Cohen, diretor do Centro de Obesidade, Diabetes e Cirurgia Bariátrica e Metabólica do Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo (SP). A obesidade pode ter origem genética ou estar relacionada com distúrbios e remédios que provocam aumento de peso, como explica o endocrinologista Mario Carra, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). Estresse e transtornos psicológicos também aparecem na relação das causas ou, no mínimo, dos elementos facilitadores da obesidade, tal como o fato de a comida ocupar um espaço essencial no convívio social. Por estas razões, Carra confessa que a obesidade é uma doença crônica sem cura, todavia que pode e precisa ser controlada.



O controle é importante pelo motivo de, quanto superior o IMC, maiores são as oportunidadess de aparecerem outros defeitos de saúde, como hipertensão, doenças cardiovasculares, artrite e diabetes, pra citar as mais frequentes. O câncer é outra patologia associada, se bem que a ligação entre ambos não seja propagada de modo tão explícita. No Brasil, são realizadas quatro modalidades diferentes de cirurgia bariátrica e metabólica.



Por volta de oitenta 1000 pessoas se submeteram ao procedimento no Brasil entre janeiro e setembro de 2013, segundo estimativas da SBCBM. Em contraposição, segundo Cohen, apenas uma parcela mínima de pacientes obesos e obesos mórbidos - entre cinco por cento e 7% - consegue manter o peso perdido com tratamentos clínicos. Bem que competente na maioria dos casos, a operação não é bastante sem a colaboração do paciente.




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O cirurgião Marcelo Zidel Salem, do Núcleo de Transtornos Alimentares do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, diz que mesmo com a técnica do estômago reduzida, a pessoa operada deverá fazer uma reeducação alimentar e praticar exercícios físicos. Além do mais, há inevitabilidade de acompanhamento médico por um alongado período. A orientação nutricional e psicológica (em caso de transtornos, como a compulsão alimentar) bem como faz divisão do pós-operatório.



Assim, os médicos enfatizam que em tal grau o paciente como tua família devem estar conscientes disso para que o tratamento seja bem-sucedido. O Conselho Federal de Medicina (CFM) assim como aprova o balão intragástrico no tratamento pra obesidade. Como esta de as técnicas cirúrgicas que diminuem a capacidade do estômago, esse procedimento também provoca esse efeito e induz a pessoa a um pequeno consumo de alimentos.



O balão é posto com uma endoscopia e depois preenchido com líquido (em torno de 500 ml). É um procedimento que não requer internação, feito sem cortes e sem os riscos de uma operação, como informa o cirurgião João Henrique Lima, do Hospital Vita Batel, de Curitiba. Apesar disso, são comuns os relatos de desconforto abdominal, náuseas e vômitos logo depois da colocação do aparelho.



Os sintomas, mas, são capazes de ser controlados com medicação, segundo o cirurgião José Afonso Sallet, diretor Instituto de Medicina Sallet, em São Paulo. É possível perder até 20% do peso corporal, entretanto como necessita ser removido após 6 meses, tem que haver um serviço de reeducação alimentar conjunto para que os quilos perdidos não sejam recuperados após a remoção do balão. Caso um novo procedimento seja indicado, o paciente precisa esperar trinta dias, no mínimo, para se submeter novamente à técnica. De acordo com Salem, o balão é indicado nas seguintes ocorrências: a necessidade de perda de calorias é pequeno, o paciente fornece grande traço cirúrgico e a perda de gordura inicial pode descomplicar o feito cirúrgico definitivo. Um novo segredo de balão intragástrico que não requer o exercício de sedativos ou anestésicos foi lançado recentemente no Reino Unido.



Em vez de se submeter a uma endoscopia, o paciente simplesmente engole uma cápsula, que infla e se transforma no balão depois de dissolvida. Tua remoção é feita após 3 meses em ambulatório. Foram feitas várias opiniões ao lançamento do produto, sendo as principais delas relacionadas ao caso de se tratar de técnica simples além da medida,com potencial pra conduzir pessoas saudáveis a usá-la com fins estéticos.