O Que Fazer Com Os Animais De Estimação Em data De Férias?

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Término de ano, férias escolares, viagem marcada. O que fazer com a Fifi, a Mel, o Bud ou o Totó? São inúmeras as opções entre deixa-lo em moradia ou até leva-lo com você. Mas, cada que possa ser a possibilidade, alguns cuidados devem ser observados. Com as férias chegando, além de organizar a viagem, é preciso decidir o que fazer com os pets.



Ou é melhor deixá-lo ante cuidados de novas pessoas? É essencial que os tutores tenham consciência que é preciso se programar e pensar se o pet será parte dos planos ou não. Nada de deixar teu cão ou seu gato pra trás. Mesmo portanto, o número de animais abandonados nessa época, no Brasil, se intensifica muito. Um desenvolvimento cerca de 30 por cento entre dezembro e fevereiro, segundo dados das ONGs que executam parte do Programa PEDIGREE® Amparar é Tudo de bom. As ONGs, que chegam a continuar no limite da competência, recebem por volta de 30 pedidos a mais de resgate por mês, durante o tempo que geralmente, em média, costumam receber 15 chamados. Nada de deixar o anão para trás.







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Então, é fundamental checar os prós e os contras de conduzir o animal perto na viagem. Sonhe bem no destino, no meio de transporte, nas atividades e pela duração da viagem. Se a viagem for de carro, passeie com o animal antes dele entrar no carro pra que possa fazer suas necessidades. O melhor é acostumar o animal com o movimento antes de dar início o percurso.



Não é indicado que o animal seja alimentado antes das viagens e durante o rumo, pelo motivo de eles podem continuar enjoados. Se a viagem for de avião ou ônibus, veja as regras impostas na organização, como acondicionamento, tamanho da caixa de transporte, documentação exigida e se é permitido a raça do seu pet. Reserve a vaga do seu animal o quanto antes.



Fique atento ao piso quente que poderá queimar as patas e causar desgosto aos animais. Assim como atente ao calor que ele sente quando exibido ao sol, principalmente os gatos e cães de pelos longos e focinho curto. Mantenha a todo o momento água limpa e fresca à disposição. Altere o mínimo possível a rotina do animal (horários de alimentação, passeios e brincadeiras a título de exemplo).



Identifique o pet com plaquinha pela coleira ou microchip. Mantenha vermifugação, vacinações, anti-pulgas/carrapatos em dia. Não deixar o animal sozinho. Disponibilizar alimento e água não garantirá que ele estará bem ao longo da ausência dos tutores. O claro caso de ele estar sozinho em casa já gera um extenso estresse para o animal, que sentirá ausência da rotina da família, da presença física das pessoas, das brincadeiras e simpatia. Busque um serviço profissional especializado, dentre eles hoteizinhos, hospedagem domiciliar ou, logo, pet siters que visitem a casa diariamente. Além de amenizar a ausência da família, irá zelar pelos cuidados de saúde e bem-estar do animal. Faça uma busca criteriosa e uma visita ao local (no caso de hotéis) antecipadamente à estadia. E também um período de adaptação com o animal, antes dele ficar perante os cuidados profissionais contratados.



A veterinária Carolina Rocha, idealizadora da Pet Anjo, indica: "A segurança do animal, perceber teu jeito e noções de primeiros socorros são fundamentais para as pessoas que for permanecer com os bichinhos.", declara. Faça um pré-visita: leve o pet pra entender o local. Certifique-se as entradas e saídas (portões, grades, janelas e varandas) da propriedade pra impedir fugas. Medicamentos e produtos de limpeza da casa devem estar armazenados fora do alcance do pet.



Observe se o recinto contém plantas tóxicas. Antes de mais nada: Identifique o pet com nome e telefone do cuidador, além dos contatos do próprio tutor. Caso seja um gato, ressalte o traço de lipidose hepática (doença comum caso o animal fique mais de 24 horas sem água e alimento).