O Que é Growth Hacking?


De acordo com a Kaspersky, nos oito primeiros meses de 2017 foram detectados trinta e três ataques por segundo pela região, um aumento de 59 por cento se comparado ao mesmo período no ano passado. O volume de golpes digitais na América Latina só cresce.is?KUpCQcHKLfFBZHYQNJNX0jbd8ATb653Qt5IVpcVZJmk&height=149 O levantamento considera os vinte países com mais registros: México, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela, com mais de 600 milhões de habitantes.



Sendo, segundo a empresa, 385 milhões deles conectados. Do total, 59% utiliza a Web todos os dias — números que só aumentam e tornam a região um questão de hackers. Fábio Assolini, analista da companhia. Por esse assunto, 85% dos ataques acontecem em páginas de Web. Outros 15% por e-mail com anexos maliciosos de todos os tipos.




  1. Não incentive o uso de telefone smartphone por moças

  2. Nunca atualize um player de vídeo apenas pra ver a um vídeo

  3. Considere trabalhar com um profissional

  4. Peça pra ler o que eles divulgam em seus blogs, comunidades e salas de bate-papo



Destes, 53% estão concentrados no Brasil. No entanto, é necessário explorar a densidade nestes países. O Brasil, com superior número de habitantes, porém, não mostra uma diluição no total de vítimas. Assolini. Por este segundo ranking, todavia, a ocorrência do povo não evolução. Conforme o relatório, o Brasil é apontado como a nação mais nocivo da América Latina em ameaças digitais per capita (de internautas).



Os ataques afetaram trinta por cento dos usuários brasileiros no período. Honduras (vinte e três.5%), Panamá (22.Seis por cento), Guatemala (21.6%) e Chile (20.6 por cento) completam o "top cinco de perigo digital". O Brasil bem como lidera um terceiro ranking de crime digital analisado, no que visite O meu site diz respeito a hospedagem de sites maliciosos: 84 por cento dos hosts de origem latino americanas usados em ataques globais estão hospedados no país. Em tendência, a companhia de antivírus destaca os ataques em Javascript.



Assolini. Para passar golpes, hackers modificam páginas de web sites e acrescentam um código que será executado no navegador. Muito populares, os arquivos .pdf recebidos por e-mail são usados em ataques de phishing. Porém, vale ver as ameaças com extensão .js. Geralmente, são pacotes .zip bem menores, com arquivos também em javascript inclusos. Até insuficiente tempo, o Gmail aceitava .js ou .vps dentro de compactados geralmente, sem nenhum tipo de bloqueio, o que facilitava a ação. Dentro, enviava-se dicas de navegação segura na internet tudo: trojan bancário, ransomware e outros tipos de vírus embutidos no pacote. Se por acaso você gostou deste post e desejaria receber maiores infos sobre o tema relativo, encontre por este link visite o meu site mais dados, é uma página de onde peguei boa parcela destas sugestões.



Podes-se assimilar como aumentar a velocidade da internet ameaças offline golpes que usam de dispositivos USB (pendrives, HD externos), CDs e DVDs contaminados. A companhia chama a atenção para os ''cracks'', em especial, usados pra gerar chaves falsas de softwares e jogos pagos.is?jN67cEmkvIGWVS815KCI4-7WGcPo_PBxjKkdUyxsVPs&height=239 Outros destaques são os "WinLNK", ícones de falsos arquivos de Windows potencialmente maliciosos que infectam após duplo clique. Assolini. Destes, 50 por cento dos golpes é relacionado a pirataria e quarenta por cento a malwares.



Outros dez por cento não foram classificados. De acordo com o último relatório da Software Business Alliance, mais de metade (55%) dos programas e licenças de software usados na América Latina hoje são ilegais. Na tabela abaixo, HackTool, um crack, aparece no topo da lista de ocorrências. Com 931 mil ataques a smartphones e tablets — e uma média de 6 ataques por usuários Kaspersky nos oito primeiros meses do ano —, os crimes envolvem roubo de senhas e logins. As infecções mais populares são todas para Android, com cerca de 85 por cento do mercado de aparelhos móveis pela localidade. A inexistência do iPhone (iOS), segundo Assolini, se explica por dois motivos: a quantidade de aparelhos smartphones Apple pela localidade é menor e os ataques a usuários de iPhone são diferentes, voltados principalmente para as pessoas que fez jailbreak (desbloqueio).



O ataque de phishing, rua SMS ou mensageiros, é comum entre usuários de iPhone, como por exemplo. São usados para capturar senhas de iCloud ou bloquear o iOS e pedir resgate (aproximado com o ransomware). Diferentes, os ataques pra iPhone assim como existem, contudo em pequeno volume, explica o analista. Recorrentes, os ataques de AdWare que afetam o Android estampam toda a tela com um anúncio vasto e que várias vezes não se pode fechar. Esse é um sinal significante de que o aparelho está infectado com adwares — propagandas indesejadas e direcionadas que rodam pra suspender lucro aos hackers. Do mesmo jeito nos celulares, adwares são os principais intrusos no macOS, sistema operacional para notebooks Apple. No ranking, vale observar, aparecem alguns arquivos Windows. Isso ocorre por causa de o sistema antivírus checa, independentemente de onde está instalado, todo arquivo baixado por e-mail ou pela máquina. Mas, os arquivos executáveis somente no Windows, da Microsoft, não chegam a infectar os computadores com software da Apple.



Se uma aba não está sendo utilizada, fechá-la pode acelerar a navegação em novas. Um dos grandes vilões do desempenho de uma conexão é a transferência de arquivos grandes. Desse jeito, alternativa um horário em que o computador não será utilizado pra baixá-los da internet. Portanto, podes-se aproveitar o tempo da madrugada pra baixar os arquivos, liberando a conexão durante o dia. Nesses casos, um gereciador de download com opção de agendamento podes ser proveitoso. O Free Download Manager é um modelo e poderá ser baixado neste link .