O Passo A Passo Pra Vender Online

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Presente em 19 Estados brasileiros, com 55 lojas próprias, e também franquias, a Planet Girls faz cota da vida de diversas adolescentes e jovens em todo a nação. No entanto era preciso deslocar-se além. Uma marca que tem como público-centro uma geração que vive conectada, com acesso a todo tipo de fato e, graças ao e-commerce, a todo tipo de objeto, necessitava se posicionar no comércio online. Mais do que trazer este público que está sempre conectado, era preciso discutir, interagir e conquistar. Transportar pra internet a presença e o conceito da marca, cativando um novo público e oferecendo mais um canal pra sua clientela fiel. Foi pra fortificar o sucesso da marca e acrescentar o alcance das lojas físicas, que em julho de 2011 foi lançada a Planet Girls Store, a loja virtual da marca.


Mesmo quando um e-commerce não estivesse nos planos da Planet Girls, a organização, atenta ao modo e aos desejos dos seus compradores, viu uma indispensabilidade de mercado que poderia e deveria ser suprida. Tudo começou no começo do ano de 2011, com o planejamento do e-commerce: a loja online deveria preservar a identidade da marca - imediatamente tão conhecida pelas tuas clientes - : jovialidade, modernidade e a força do poder feminino.


Depois de seis meses de muito planejamento e experimentação, o ecommerce da Planet Girls estava pronto para atuar no mercado. Pela Planet Girls Store o público localiza no online acessórios como fichários, agendas e mochilas, e também linhas de sapatos, acessórios e eletrônicos, como netbooks e pendrives. Além disso, a loja online apresenta linhas exclusivas de roupas, com produtos que não são encontrados nas lojas físicas. Essa foi uma solução encontrada pra um problema que ainda atormenta vários e-varejistas brasileiros: a possível luta entre a loja on e off-line da marca. Porém, como quase sempre ocorre, o início não foi um caminho fácil, acessível e tranquilo. Com este trabalho, a Planet Girls conseguiu modernizar e ajustar o projeto inicial da loja para responder à todas as necessidades do mercado eletrônico. Para começar, foi elaborado um mapeamento de todas as necessidades de fluxos de negócios e funcionalidades pro sucesso da loja virtual.


Com isso, chegou-se a conclusão que era preciso uma plataforma robusta, que entendesse do negócio de varejo de moda online. Logo depois, implantou-se um ERP próprio para e-commerce, que permitia múltiplas árvores de categorização, endereçamento, formação de código de barras para SKU pai e filho, relatórios de picking pra envio dos pedidos e múltiplos endereços para os compradores.


Por isso, os cadastros deixaram de ser feitos manualmente dentro da plataforma, e passaram a ser automatizados. “A situação mostrava uma falha de intercomunicação entre o financeiro e a área de operações da empresa dentro do setor de comércio eletrônico”, explica Lima. Para aumentar as vendas e suprimir as trocas, o ecommerce passou a revelar com uma descrição detalhada de cada peça de roupas, com detalhes sobre objeto e tamanho das peças.



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As medidas de cada peça foram feitas, no instante de geração, e os dados cadastradas no ERP, que por tua vez, disponibiliza para a plataforma quando o produto fica disponível para venda. Para descomplicar a identificação por cota das clientes de seus tamanhos, a marca incluiu uma tabela de tamanhos modelo no detalhe de cada item.


O estoque da loja, no começo, era arrumado como o de uma loja física. Não havia mesa de expedição ou gaiola pra processar e guardar os pedidos antes do envio e não havia um procedimento formal de picking, por exemplo. A reposição do estoque era feita conforme as vendas aconteciam e a mesma pessoa que cuidava do marketing e do cadastro dos produtos era responsável por estoque.


Foi preciso desenhar todos os fluxos operacionais, como pedido de compra dos produtos, cadastro das mercadorias, recebimento no armazém, armazenagem, coleta e expedição dos pedidos, processos de troca e devolução - com ou sem estorno financeiro. Foi preciso também, achar um espaço físico que comportasse toda a suporte necessária pra execução do e-commerce, visto que desde o início do planejamento, a corporação optou por estoques separados para as lojas on e off-line.


O novo centro de distribuição da loja agora era todo paletizado, com estantes e prateleiras pra armazenar as mercadorias de forma endereçada, e ganhou as mesas de saída e gaiolas necessárias. “O lugar onde começamos era anão e mal cabia as mercadorias e os funcionários”, lembra Marcelo Pinheiro, gerente de marketing e e-commerce da Planet Girls.


Com a decisão de soltar os estoques das lojas física e online, a marca acabou por inviabilizar as ações de multicanal, que é no momento em que os canais físicos e online da loja (ou as próprias lojas) executam operações integradas. Desse modo, o freguês que adquirir pela web não tem a hipótese de ir até uma loja fazer a troca do item. “Todas as compras pela loja online são tratadas diretamente no web site.