O Niver De SP E A Programação Possibilidade Pro Feriadão (e Mais
Eu sou homem e imagino. Todo homem domina. Não fale que não entende do que elas estão comentando. Você purevolume.com domina super bem. Nós sabemos. Elas não estão loucas. Não são histéricas. Olha os dados da selvajaria. Os números gritam. Elas assim como. A cultura machista (em mim, em você) agoniza. Nós devemos ser melhores, sim, respondi a um camarada, conversando sobre a dúvida feminista. Todos gostam de amor e sexo, mas não é disso que se trata.
catarinabarros02.soup.io Afinal, eu e você sabemos muito bem o quanto pisamos na bola. Ele sorriu, nervoso, de canto de boca. Nosso perdão envergonhado e quase mudo começa a se ouvir. Nós sabemos, gurias. Desculpem, desculpem… Nós a toda a hora soubemos de tudo! Ouça o que elas estão descrevendo nesses clipes. Homens: não digam que não sabem, que não se reconhecem em nada disso. Vamos aprender com elas. Você aí, homem como eu, meu idêntico, meu amigo.
- Robôs ganham novos formatos e estão cada vez mais inteligentes
- 1 xícara de queijo parmesão ralado
- cinco Madara Uchiha
- trinta e um Patins, com o objetivo de Mim? e Pega para Mim? Vinte de novembro de 2017
Escute por aqui, meu querido, não se faça de desentendido, não finja que não é contigo. Abra os olhos, os braços, a cabeça. E as receba. Destape seus ouvidos, ouça as queixas e perceba: elas estão agindo, reagindo, se insurgindo. As velhas estruturas estão ruindo. Um novo universo vem surgindo. E é melhor. Não ignore, não deboche, não seja mais o ‘macho escroto branco a toda a hora no comando’. Homens, nós sabemos super bem do que elas estão explicando. Cá entre nós: nós sabemos!
Nós sabemos muitíssimo bem do que elas estão postando. Nós sabemos super bem ‘de tudo’ o que elas estão informando. Homens, sejamos homens: nós sabemos super bem tudo o que sempre fizemos (tão normal e naturalmente) de mal. Sabemos que elas têm justificativa do que dizem sobre isto nós. Nãopoetizeomachismo. É uma tomada de conduta de mulheres que sofreram abusos e discriminações em saraus, slams, competições de mcs e em imensos espaços culturais. Entrem pela página, leiam os relatos e vejam imagens das membros (a foto acima, da capa da página, é de Ariane Sartori).
Isto não é a respeito da obra dos homens. É a respeito do quanto uma frase numa obra podes nos depreciar. Podes nos fazer mal. Podes invalidar nossa competição. Podes nos deslegitimar. É sobre isto nós. É sobre isto como alimentar um cachorro nos sentimentos diante de obras aplaudidas e ovacionadas, porém que nos machucam e ferem. Que nos agridem. É sobre agressões.
E não se engane. Isso não é um campeonato de opressão. E nem sequer um jogo para observar quem aponta mais o dedo. Caso você gostou nesse artigo e amaria ganhar mais infos a respeito do tema relacionado, acesse por esse hiperlink clique aqui para ler mais detalhes, é uma página de onde inspirei boa parte dessas dicas. Isto não é a respeito ódio - apesar de que várias vezes ele transborde, por tudo que somos obrigadas a viver e sofrer - tampouco sobre o assunto exibição. Isto não é sobre moral - se temos ou não (moral) para www.purevolume.com apresentar sobre o assunto tal macho que nos violou. Isto é a respeito nossos direitos.
Tão básicos quanto os de cada homem: respeito. Respeito pelo que pensamos. Pelo nosso corpo. Pelo que poetizamos. Que militam causas relevantes pro nosso público. Que bradam isto nos microfones, nos poemas impressos. Oralmente e no impresso. Que nos fazem crer num mundo melhor. Homens que leem nossos relatos. Nossas estatísticas. Eles sabem que o feminismo nunca matou ninguém, porém que o machismo mata diariamente. Eles que irão aos nossos saraus feitos exclusivamente pras mulheres.
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