O Ano Novo Da Onça: Projetos Protegem O Animal Do Traço De Extinção


A onça é carnívora. Não é um bicho "bonitinho" como o panda, nem ao menos pacífico feito a baleia. Seus quase dois metros de comprimento e mais de 100 quilos de músculos, ossos, garras e presas são feitos pra desmantelar. E é bom que seja desse modo. Os grandes predadores — raros por definição — representam um atestado de interessante saúde pra todo o restante da meio ambiente. A onça é um símbolo do vigor do ecossistema visto que encabeça toda a cadeia alimentar. Sobrevive só se houver abundância de alimentos, das pequenos plantas, aos maiores herbívoros.



É correto que a população de onças no nação (estimada em cinco 000) é relativamente pequena, beira o limite do perigo para preservação da espécie. Porém elas estão distante da ameaça de extinção. Pra que houvesse traço, a população teria de ser duas vezes pequeno. A situação não é ruim e vai aprimorar.



Nunca se fez em tal grau pelo grande carnívoro nacional — um trabalho que não se mede apenas em dinheiro. Mais sério é o esforço dos cientistas, que transformam pessoas comuns em agentes de defesa do bicho. Um modelo: em julho deste ano, nasceu o Centro Nacional de Pesquisa pra Conservação de Predadores Naturais, o Cenap. Sediado no Parque Nacional do Iguaçu, Paraná (a sede definitiva ficará em Poconé, no Mato Grosso), o centro tem no comando 8 cientistas bem treinados, capazes de impulsionar as comunidades a favor do felino.



O modo de envolver a população é eficiente. Foi testado com sucesso na proteção às tartarugas marinhas no Nordeste, com o projeto Tamar. Nesta hora, chegou a vez do carnívoro. Até uma ONG, ou Organização Não-Governamental, a onça está ganhando: a Nação Pró-Carnívoros. Ainda em processo de formação — por iniciativa do biólogo Peter Crawshaw, do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio ambiente), o superior especialista brasileiro em onças — a ONG vai ser essencial pro serviço do Cenap.



Ela vai amparar a levantar verbas internacionais pros trabalhos do centro. Crawshaw espera revelar com a assessoria de grandes nomes da ciência mundial. 2 prováveis consultores são o americano Mel Sunquift, zoólogo da Instituição da Flórida, e Peter Jackson, bem como zoólogo, afiliado da IUCN (Combinação Internacional pra Proteção da Natureza). Quando estiver funcionando, a começar por 1995, a nação vai trabalhar em estreita colaboração com o Cenap.







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Outra novidade são as tentativas de saber mais sobre o posicionamento e a situação das onças brasileiras. Já existem projetos sendo tocados por no mínimo dez equipes científicas, do sul ao norte do nação. Porém há um dificuldade: A espécie vinha gradativamente perdendo território — literalmente, por causa de foi acuada pelo desmatamento. Abaixo da Amazônia e do Pantanal, a circunstância é crítica", explica Crawshaw.



É dele a estimativa de que a população de onças no Brasil oscila entre 4 1 mil e seis 1 mil indivíduos. Pela média, 5 000 animais. Existem campanhas pra conservar matas fechadas, habitat da espécie. No entanto esta ação, por si só, não é bastante para salvar os felinos. A onça agradece o interesse.