Nuno Leal Maia Relembra Carreira Em Campo E Oferece Palpites Sobre isso Novos Rumos Do Futebol
O talento de Nuno Leal Maia não ficou restringido aos seus trabalhos no teatro e na tv. Além de se comprovar em personagens como o professor Fábio de "A Gata Comeu", o Gaspar Kundera de "Top Model", e o Professor Pasqualete de "Malhação", o ator lidou bem como com as algumas faces do futebol.
Estou quieto. Mais no mar, meu negócio neste momento é nadar. Não sou mais de ter essa "bala" toda, acho dificultoso regressar ao futebol - lembra o ator, que participou pouco tempo atrás da série "Juacas", da Disney Channel, que será brevemente reexibida pelo SBT. Em entrevista ao LANCE! Nuno Leal Maia fornece palpites sobre a Seleção Brasileira e o futebol mundial. Com a autoridade de quem imediatamente esteve em campo ao lado de grandes craques, entretanto não ficou profissional.
Joguei no juvenil e bem como no máster. Pela data de juvenil, eu fazia muita musculação e portanto era muito "pesado". Como eu jogava pela lateral esquerda e precisava marcar, para mim era muito dificultoso. Eu era a "via Nuno Leal Maia" (risos), desta forma não virei profissional, e acabei indo para o teatro.
- 15 de março de 2017 às 17:Quarenta e sete
- vince e seis "Inseturminha" 13 de abril de 2014
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Inclusive, lá eu reencontrei com o Clodoaldo, que foi meu colega no juvenil. Depois da frustração como atleta profissional, Nuno Leal Maia cursou Instituição de Artes e Intercomunicação pela USP, teve seu primeiro papel pela televisão em "Estúpido Cupido", na Rede Globo, e ganhou sucesso anos depois como protagonista em "A Gata Comeu".
Curiosamente, ele reencontrou-se com o futebol na dramaturgia: interpretou o jogador de futebol Bertazzo, pela novela "Vereda Tropical", em 1984, e o protagonista fez um teste no Santos, seu clube de coração. E com certo a "contracenar" com Serginho Chulapa. Na "vida real", o primeiro reencontro com o futebol ocorreu em 1988, e devido a um personagem. Foi porque eu fazia um bicheiro numa novela (Tony Carrado, pela novela "Mandala"), e lá no Bangu estavam o Castor (de Andrade) e o Carlinhos Maracanã. No entanto, na verdade, no Bangu eu ficava mais com o Neco, que era diretor. Eles gostavam de mostrar como um "bicheiro", não era eu quem decidia as contratações, como por exemplo. Depois da passagem pela equipe banguense, retomou sua trajetória como ator e destacou-se em novelas como "Top Model" e "Vamp".
Em 1993, veio tua primeira chance como treinador, para comandar o São Cristóvão. Um camarada meu do time de artistas acabou me levando para comandar o São Cristóvão. Cheguei a armar o time, quando começou a permanecer encorpado, incontáveis jogadores tinham saído do clube. Fui perguntar pra diretoria, e eles me disseram que os caras tinham ido para o Vasco. O clube era mais uma "barriga de aluguel", vinha sempre gente do Vasco, e a diretoria dialogou que só tinha interesse em contratar meia dúzia.
No ano seguinte, aceitou o convite do Botafogo-PB. Pois é, levei o Romeu Evaristo para lá, entretanto foi muito complicado. No momento em que ele ia para a arquibancada, ficava me detonando, me criticando, só funcionava quando a gente estava junto, trocando ideia. Além disto, tinha aquele negócio, de diretor desejando se conferir, muita inveja, não deu muito direito - recordou, sobre a equipe que ficou na terceira colocação do Campeonato Paraibano. Em 1996, Nuno Leal Maia comandou o Londrina (tendo Romeu Evaristo como contribuir) no Paranaense, em que acababou em oitavo espaço.
Foi um trabalho ótimo. O presidente Marcelo Caldarelli era alguém envolvente. A gente sabia que ele estava jogando do nosso lado. Isso é muito sério. Todavia, sua rotina como ator chegou a lhe render incidentes. Eu estava terminando "História de Afeto", tinha as gravações da novela e, nos intervalos, eu treinava o Londrina. O pessoal da Globo ficou meio chateado com isso na data.
Aí, no último jogo, no momento em que o Londrina de imediato estava desclassificado e eu tive de encaminhar-se para o exterior apresentar um programa, acabei de terminar não comandando a equipe. O funcionamento satisfatório acabou rendendo um trabalho no Matsubara. O dono do Matsubara (Sueo Matsubara) vendia todos os jogos. Íamos confrontar o Corinthians de Prudente, e não eu tinha jogador para eu treinar. Tinha sumido com os jogadores Ele tinha dado uma grana para vender o jogo! Hoje em dia, não entendo se tem isso. De ver o ser humano, saber como personalidade, de ter um serviço de grupo.
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