Nuno Leal Maia Relembra Carreira Em Campo E Apresenta Palpites Sobre isto Novos Rumos Do Futebol
O talento de Nuno Leal Maia não ficou restrito aos seus trabalhos no teatro e pela televisão. E também se comprovar em protagonistas como o professor Fábio de "A Gata Comeu", o Gaspar Kundera de "Top Model", e o Professor Pasqualete de "Malhação", o ator lidou também com as algumas faces do futebol.
Estou calmo. Mais no mar, meu negócio sem demora é nadar. Não sou mais de ter essa "bala" toda, acho árduo reverter ao futebol - lembra o ator, que participou pouco tempo atrás da série "Juacas", da Disney Channel, que será brevemente reexibida pelo SBT. Em entrevista ao LANCE! Nuno Leal Maia dá palpites a respeito da Seleção Brasileira e o futebol mundial. Com a autoridade de quem já esteve em campo próximo a grandes craques, entretanto não se tornou profissional.
Joguei no juvenil e bem como no máster. Na data de juvenil, eu fazia muita musculação e desse jeito era muito "pesado". Como eu jogava pela lateral esquerda e necessitava marcar, pra mim era muito árduo. Eu era a "via Nuno Leal Maia" (risos), desse modo não virei profissional, e terminei indo pro teatro.
- Quinze de março de 2017 às 17:Quarenta e sete
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Inclusive, lá eu reencontrei com o Clodoaldo, que foi meu colega no juvenil. Após a frustração como atleta profissional, Nuno Leal Maia cursou Instituição de Artes e Intercomunicação na USP, teve teu primeiro papel pela tv em "Estúpido Cupido", pela Rede Globo, e adquiriu sucesso anos depois como protagonista em "A Gata Comeu".
Curiosamente, ele reencontrou-se com o futebol pela dramaturgia: interpretou o jogador de futebol Bertazzo, pela novela "Vereda Tropical", em 1984, e o personagem fez um teste no Santos, seu clube de coração. E com certo a "contracenar" com Serginho Chulapa. Pela "vida real", o primeiro reencontro com o futebol ocorreu em 1988, e em consequência a um personagem. Foi pelo motivo de eu fazia um bicheiro numa novela (Tony Carrado, pela novela "Mandala"), e lá no Bangu estavam o Castor (de Andrade) e o Carlinhos Maracanã. Todavia, na verdade, no Bangu eu ficava mais com o Neco, que era diretor. Eles gostavam de mostrar como um "bicheiro", não era eu quem decidia as contratações, por exemplo. Depois da passagem pela equipe banguense, retomou tua trajetória como ator e destacou-se em novelas como "Top Model" e "Vamp".
Em 1993, veio tua primeira chance como treinador, pra comandar o São Cristóvão. Um companheiro meu do time de artistas acabou me levando para comandar o São Cristóvão. Cheguei a armar o time, quando começou a ficar encorpado, numerosos jogadores tinham saído do clube. Fui perguntar para a diretoria, e eles me disseram que os caras tinham ido pro Vasco. O clube era mais uma "barriga de aluguel", vinha a todo o momento gente do Vasco, e a diretoria citou que só tinha interesse em contratar meia dúzia.
No ano seguinte, aceitou o convite do Botafogo-PB. Porque é, levei o Romeu Evaristo para lá, contudo foi muito complicado. No momento em que ele ia para a arquibancada, ficava me detonando, me criticando, só funcionava quando a gente estava junto, trocando ideia. Além disto, tinha aquele negócio, de diretor desejando se referir, muita inveja, não deu muito correto - recordou, a respeito da equipe que ficou na terceira colocação do Campeonato Paraibano. Em 1996, Nuno Leal Maia comandou o Londrina (tendo Romeu Evaristo como contribuir) no Paranaense, em que terminou em oitavo lugar.
Foi um trabalho parabéns. O presidente Marcelo Caldarelli era uma pessoa divertido. A gente sabia que ele estava jogando do nosso lado. Isto é muito primordial. Contudo, tua rotina como ator chegou a lhe render incidentes. Eu estava terminando "História de Amor", tinha as gravações da novela e, nos intervalos, eu treinava o Londrina. O pessoal da Globo ficou meio chateado com isso pela data.
Aí, no último jogo, no momento em que o Londrina agora estava desclassificado e eu tive de destinar-se pro exterior exibir um programa, terminei não comandando a equipe. O desempenho satisfatório acabou rendendo um serviço no Matsubara. O dono do Matsubara (Sueo Matsubara) vendia todos os jogos. Íamos encarar o Corinthians de Prudente, e não eu tinha jogador para eu treinar. Tinha sumido com os jogadores Ele tinha dado uma grana para vender o jogo! Na atualidade, não imagino se tem isso. De notar o ser humano, saber como personalidade, de ter um serviço de grupo.
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