Ney Latorraca: ‘Eu Não Queria Fazer ‘Vamp"


De hábitos simples, Ney Latorraca anda de metrô pelo Rio de Janeiro - foi dessa maneira que chegou pra entrevista no teatro Riachuelo, no centro da cidade. Sou muito popular.is?K46wIrr2i0hOZnE9wGIw4J_3wuG-_T49WY9fk4t6IEk&height=200 Sou um ator pop. Para ler um pouco mais nesse assunto, você poderá acessar http://www.purevolume.com/listeners/lucasmelo910168790/posts/7578647/Ar+Condicionado+Para+Animais+%C3%A9+Recomend%C3%A1vel%3F o website melhor referenciado nesse cenário, nele tenho certeza que localizará novas fontes tão boas quanto estas, encontre no link nesse web site: alimentar gatos quantas vezes ao dia (renewableenergyworld.com). Eu passo na Lagoa, falo com toda humanidade, faço selfie, protejo as minhas capivaras, só não gosto que purevolume.com interrompam minha caminhada.



Lá eu vejo como as pessoas não esquecem meus personagens, me chamam de Vlad (da novela Vamp), Barbosa (Televisão Pirata), Quequé (Rabo de Saia)", diz, orgulhoso, o ator. Foi pela casa de espetáculos que o ator obteve a equipe de Acesse para uma longa e divertida conversa. Vamp foi uma novela de vasto sucesso, marcou uma formação no começo dos anos 1990. Como foi fazer esse protagonista na tv?



Eu não queria fazer Vamp. Na verdade, o Victor Fasano é que faria o Vlad. Eu estava em cartaz com O Mistério de Irma Vap, em São Paulo, e achava que seria puxado. Desse jeito, a minha mãe recomendou que eu fizesse uma participação de nove capítulos. Fiz a primeira cena em frente ao teatro em São Paulo, era uma cena em que eu levantava os óculos. Na hora senti que não iriam ser só 9 episódios, aquilo ia oferecer certo.



Consegui conciliar os 2. E foi no momento em que começou a entrar dinheiro mesmo na minha vida. O que fez com esse dinheiro? Consegui dar um automóvel cuidados com gatos no banho motorista pra minha mãe, formei casa pra ela em tudo quanto foi local. Ela e o marido viajavam muito. Para mim, era um alegria amparar. Batia o cansaço, porém eu não me importava. E o legal é que eu conquistei o público que mais adoro e que é o mais complicado: as meninas. Conquistando as gurias, você conquista toda a família.



Era uma coisa natural, porém estudada. Pensava, "Vou recomendar isso ctyisaac351818.soup.io pro Jorginho (Jorge Fernando, diretor da novela e habitos do cachorro musical)", como a cena em que mordia a Natasha, protagonista da Claudia Ohana, em que troquei o "gostoso" por "gotoso" e ficou. As criancinhas amam isso, esses signos que você joga pro público, aprendi com o Antunes Filho.




  • Quatrorze "Um Assunto pra meus Bonequinhos" 09 de junho de 2004

  • 01 Semana Um: Laura[24] Adaptação: Mário Cunha

  • Focinheira de tecido ou nylon

  • 2 Os Pais dois.1 Dona Luísa

  • oito Conservação 8.1 Cativeiro

  • 37 Semana Oito: Armando[60] Adaptação: Mário Cunha

  • Gabriel argumentou: 11/02/doze ás 15:26



EntretenimentoPor onde andam as crianças e os jovens de ‘Vamp’? Como é transpor Vamp da tv para o teatro, em maneira de musical? Eu me sinto como um ator recém-formado. E é engraçado em razão de, com a idade, você vai ficando mais responsável diante o público. Está sendo uma delícia trabalhar mais uma vez com a Claudia Ohana, as cenas vêm à memória. Eu a todo o momento faço o que desejo. Desde no momento em que morava em Santos, mirava trabalhar com uma pessoa ou fazer alguma peça e ia atrás. Acho que por ter visto meus pais terem aquela vidinha difícil de não ter o que ingerir em casa, ter só uma refeição, tudo muito indigente, eu a toda a hora quis mais.



Qual a importância de ressuscitar Vamp como um musical? A relevância de trazer alegria, já que estamos precisando, e este é um dom que é meu. É um dom que eu encontrei como ator, de levar alegria. É uma chave que tenho, não é macete ou uma muleta. Eu vim com isto, faz porção de mim. Tem uma história que mostra bem este meu lado. Quando a Cissa (Guimarães), perdeu o filho, o Rafael Mascarenhas (o jovem foi atropelado dentro de um túnel pela Gávea, no Rio de Janeiro, em 2010) fui transportar empadinhas para ela. Uma hora depois, a Cissa estava dando gargalhadas comigo. Quando eu cheguei em moradia, pensei: "não agi correto, não era o instante de levá-la ao riso". Desta forma liguei pra ela e pedi desculpas, que aquele não era o instante para essa finalidade. Ela me respondeu: "você não poderá sonhar o bem que você me fez".