Ney Latorraca: ‘Eu Não Queria Fazer ‘Vamp"
De hábitos claro, Ney Latorraca anda de metrô pelo Rio de Janeiro - foi deste jeito que chegou pra entrevista no teatro Riachuelo, no centro da cidade. Acabei de lembrar-me de outro blog que bem como pode ser vantajoso, veja mais dicas por este outro artigo alimentação para cachorro filhote, http://Wikipedia.org,, é um excelente website, creio que irá querer. Sou muito popular. Sou um ator pop. Eu passo na Lagoa, falo com toda humanidade, faço selfie, protejo as minhas capivaras, só não adoro que interrompam minha caminhada.
Lá eu vejo como dailystrength.org as pessoas não esquecem meus protagonistas, me chamam de Vlad (da novela Vamp), Barbosa (Televisão Pirata), Quequé (Rabo de Saia)", diz, orgulhoso, o ator. Foi na residência de espetáculos que o ator recebeu a equipe de Acesse para uma longa e divertida discussão. Vamp foi uma novela de enorme sucesso, marcou uma criação no começo dos anos 1990. Como foi fazer esse personagem pela tv?
Eu não queria fazer Vamp. Na verdade, o Victor Fasano é que faria o Vlad. Eu estava em cartaz com O Mistério de Irma Vap, em São Paulo, e achava que seria puxado. Assim, a minha mãe sugeriu que eu fizesse uma participação de 9 episódios. Fiz a primeira cena em frente ao teatro em São Paulo, era uma cena em que eu levantava os óculos. Pela hora senti que não iriam ser só nove episódios, aquilo ia conceder certo.
Consegui conciliar os 2. E foi no momento em que começou a entrar dinheiro mesmo pela minha existência. O que fez com esse dinheiro? Consegui conceder um veículo com motorista para a minha mãe, desenvolvi casa pra ela em tudo quanto foi ambiente. Ela e o marido viajavam muito. Para mim, era um prazer socorrer. Batia o cansaço, entretanto eu não me importava. E o interessante é que eu conquistei o público que mais adoro e que é o mais complexo: as meninas. Conquistando as moças, você conquista toda a família.
Era uma coisa natural, mas estudada. Pensava, "Vou sugerir isto para o Jorginho purevolume.com (Jorge Fernando, diretor da novela e do musical)", como a cena em que mordia a Natasha, protagonista da Claudia Ohana, em que troquei o "gostoso" por "gotoso" e ficou. As gurias amam isto, esses signos que você joga para o público, aprendi com o Antunes Filho.
- 14 "Um Contexto pra meus Bonequinhos" 09 de junho de 2004
- 01 Semana Um: Laura[vinte e quatro] Adaptação: Mário Cunha
- Focinheira de tecido ou nylon
- dois Os Pais 2.Um Dona Luísa
- oito Conservação 8.Um Cativeiro
- 37 Semana Oito: Armando[sessenta] Adaptação: Mário Cunha
- Gabriel citou: 11/02/12 ás quinze:26
EntretenimentoPor onde andam as gurias e os jovens de ‘Vamp’? Como é transpor Vamp da televisão pro teatro, em forma de musical? Eu me sinto como um ator recém-formado. E é engraçado por causa de, com a idade, você vai ficando mais responsável perante o público. Está sendo uma delícia trabalhar de novo com a Claudia Ohana, as cenas vêm à memória. Eu a toda a hora faço o que quero. Desde no momento em que morava em Santos, mirava trabalhar com alguém ou fazer alguma peça e ia atrás. Acho que por ter visto meus pais terem aquela vidinha trabalhoso de não ter o que comer em residência, ter só uma refeição, tudo muito carente, eu a todo o momento quis mais.
Qual a importancia de ressuscitar Vamp como um musical? A relevância de carregar alegria, porque estamos precisando, e este é um dom que é meu. É um dom que eu achei como ator, de transportar alegria. É uma chave que tenho, não é macete ou uma muleta. Eu vim com isto, faz quota de mim. Tem uma história que mostra bem esse meu lado. No momento em que a Cissa (Guimarães), perdeu o filho, o Rafael Mascarenhas (o jovem foi atropelado dentro de um túnel na Gávea, no Rio de Janeiro, em 2010) fui transportar empadinhas pra ela. Uma hora depois, a Cissa estava dando gargalhadas comigo. Quando eu cheguei em residência, pensei: "não agi direito, não era o momento de levá-la ao riso". Assim sendo liguei para ela e pedi desculpas, que aquele não era o instante para essa finalidade. Ela me respondeu: "você não pode pensar o bem que você me fez".
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