Nesta Noite, O Meu Coração Está Na Lapa, No Circo Voador
Logo você receberá os melhores conteúdos em seu e-mail. Foi na capital francesa que conheci Luiz Melodia pessoalmente. Viajei principlamente de Berlim pra Paris pra conhecê-lo. Na data sabia que existia Kátia, assistente de geração. Eu estudava Gestão Cultural e meu sonho era empresariar artistas. Melódia (como o chamam os mais chegados) seria o primeiro artista da nata brasileira, contudo logo notei que o caminhão era muito amplo com finalidade de minha carroça naquela época.
Lá conheci Guto França, o produtor do Luiz e aquele no comando da elaboração da noite de homenagem que acontece hoje, no centro boêmio do RJ, na tenda e nos pé dos Arcos da Lapa, no Circo Voador. Desde Paris eu nunca mais perdi o Luís de visibilidade, de forma especial a começar por Guto, que se tornara um elo e um companheiro e o continua até hoje.
No começo da manhã neste momento logo enviei mensagens recheadas de nostalgia e choramingando dizendo estar com o coração no Rio de Janeiro e pela sofrência por não estar no Circo Voador. Não consigo fazer que o Luiz desapareceu pra a toda a hora. Eu acredito que ele vai aparecer da esquina expor que foi por ai, levando um violado debaixo do braço e que "perdeu a hora". Foram tantos encontros: Em Paris, no momento em que voltando de um jantar depois do show em uma espaçosa Van com toda a tropilha, sugeri aos músicos irmos nas catacumbas de Paris, território imperdível na capital. Eu hein, vou nada!
Van enquanto me olhava espantado. Os outros músicos foram e adoram o caráter inusitado das catacumbas localizadas 4 metros abaixo da superfície e que contam a história urbana de Paris. Anos depois, numa entrevista exclusiva após a passagem de som e antes do show (2012)que aconteceria em Berlim, eu levei ele e Jane Reis, sua esposa, para um restaurante Sushi no bairro de Prenzlauer Berg.
Passamos a tarde toda juntos e eu na paúra do Luiz encerrar de atravessar quantas vezes o gato deve comer por dia som e o Christian não aparecer a tempo pra fazer as imagens. No final, deu tudo certo. Depois fomos para um restaurante de Sushi no bairro de Prenzlauer Berg, pertindo do lugar do show pra fazermos a entrevista.
Ao solicitar os tipos diferentes de Sushi e desejar saber, detalhadamente, tudo sobre isso eles, Luiz quase levou o atendente alemão pra bem perto de um colapso nervoso. O alemão não está acostumado (e nem mesmo conhece) o formato de "pedidos especiais" ou mesmo delongas na hora de fazer o pedido. Foi nesta tarde que fiz a entrevista exclusiva e vivenciei, um dos melhores e mais ricos momentos da minha vida, em todos os âmbitos possíveis.
A primeira quota da entrevista, eu nao localizei nos arquivos, mas uma fração dela consta neste local. Ainda depois nesse encontro em Berlim, 6 meses depois, já no Rio de Janeiro, o Guto me chamou para ir com a equipe para São João de Meriti. Luiz teria uma exibição no Sesc.
Passando a tarde toda ali, percebi o clima do Divino, o bairro retratado pela novela "Avenida Brasil". De imediato ao longo da passagem de som, a fila pela escada e no jardim do Sesc não mostrava mais término. A comunidade estava toda lá e até hoje eu nunca me conformei que a bateria da câmera acabou e, portanto, só foi possível uma mínima palinha.
- Vince e seis/01/2018 16h39 Atualizado vince e seis/01/2018 16h46
- Simbologia dos hormônios; menopausa; gargalhada; a sensacional risada
- 130 El globero Os balões Exposição original: Vinte e três/08/1976. Se quiser saber mais dicas sobre deste cenário, recomendo a leitura em outro fantástico site navegando pelo link a a frente: Clique Sobre Este site.
Ocorrência: Episódio nunca visto
- Knispel: Retrospectiva 1950-2015 - Ilustrador(a): Gershon Knispel - Editora: Editora Maayanot
- Inchaço dos membros, devido ao acúmulo de líquido (edema subcutâneo)
- Horário: 9h
Depois do término do show, dois veículos voltariam pra Zona Sul do Rio. Como eu e Guto queriam comer um cachorro quente (e pra mim este hábito me lembrava dos tempos de moleca), o Roadie ficou uma fera. Não estava a término de aguardar. Entre a conversa vai e vem com o dono da carrocinha, eu vislumbrei o Rodie e seu extenso cabelo que lembrava o do Bob Marley, se distanciando ainda mais da carrocinha até sumir pela noite escura do subúrbio. Sem ceder um pio.
Sem espiar com finalidade de trás. Eu localizei aquilo diferente, mas preferi a opção da boca de Siri. Quando finalmente haviamos deliciado o Cachorro Quente e Guto agora contava com o táxi comparecer a cada instante, comecou a chamar "Leo! O Roadie estava p. da vida em aguardar e preferiu segurar o buzão. De imediato quando estávamos no táxi, eu, Guto e um outro Roadie do qual não me lembro o nome, Guto tirou do bolso um dos seus 2 smartphones e ligou: "Onde é que você está?
Logo na sequência, uma voz consternada."Você foi embooooora, rapaaaaaaaaaz? No banco de traz do taxi ,eu fazia de um tudo para não soltar gargalhadas homéricas sobre a cena novelística-melodramática que presenciava. Apesar de tudo, em solos luteranos, melodrama é qualquer coisa inexistente. Após mais umas duas exclamações, Guto resignou, e no resto da viagem até a zona sul, ele se deu por vencido e não se disse mais a respeito de.
Dialética carioca em teu ápice. Luiz e ao Macalé, autor da música. A última vez que estive com Luiz foi em São João de Meriti, no camarim no término do show onde fizemos uma imagem. No roteiro da noite dessa quarta-feira no Circo Voador, digo, o primeiro ato, o poema feito por Jane Reis será lido por Elisa Lucinda. Luiz morreu. Viva Luiz!
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