Morte De Morcegos Pela Raiva Põe Em Alerta Rede De Saúde Em Botucatu
Logo você receberá os melhores conteúdos em seu e-mail. De acordo com a prefeitura, dos cinco morcegos que tiveram resultado afirmativo pra raiva, dois foram achados esta semana, nos bairros Altos do Paraíso e Vila Antártica. Os animais recolhidos não são hematófagos, ou melhor, não se alimentam de sangue, o que corta o traço de propagação do vírus.
Conseguem, porém, atravessar o vírus se forem mordidos por cães ou gatos que, por tua vez, podem difundir ao homem principalmente pela mordedura. A Secretaria de Saúde anunciou alerta pra que as pessoas não toquem os morcegos caídos - vivos ou mortos -, devendo cobrir o animal com um balde ou caixa de papelão e entrar em contato com a Vigilância.
O supervisor de Saúde Ambiental e Animal, Valdinei Campanucci, lembra que os morcegos, presentes nos ambientes urbano e rural, são essenciais à preservação do meio ambiente, deste jeito não precisam ser caçados ou falecidos. Segundo ele, os morcegos são os principais reservatórios do vírus da raiva e, se bem que não sejam animais agressivos, podem morder caso se sintam acuados, transmitindo a doença se estiverem contaminados.
Das sete pessoas que morreram no Brasil na raiva nos últimos 3 anos, 3 pegaram o vírus a partir de morcegos, novas 3 de gatos e só uma por mordedura de cão, segundo fatos do Ministério da Saúde. No Estado de São Paulo, em 2017, o vírus da raiva foi localizado em 91 morcegos - 3 deles hematófagos -, trinta e um bovinos, 27 equinos, 3 caprinos e ovinos e 1 cão. O caso de raiva canina foi inscrito em Jacupiranga, no Vale do Ribeira.
Os canídeos que vivem nas ilhas do Oceano Pacífico foram introduzidos pelo Homem durante a colonização dos inmensuráveis arquipélagos. Os canídeos surgiram no Eocénico superior na América do Norte e Europa , por meio do extinto grupo Miacidae, e espalharam-se na Ásia pra África, por meio do Estreito de Bering no Miocénico superior. Wozencraft, W.C. (2005). Wilson, D.E.; Reeder, D.M. Mammal Species of the World três ed. Baltimore: Johns Hopkins University Press. Este texto é disponibilizado nos termos da licença Creative Commons - Atribuição - Compartilha Similar 3.0 Não Adaptada (CC BY-SA três.0); pode estar sujeito a condições adicionais. Para mais dados, consulte as condições de uso.
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Alexandre Rossi, o "Dr. Pet", está oferecendo um curso online gratuito de três dias para as pessoas que quiser entender dicas sobre isso como tomar conta melhor de teu gatinho. Alexandre, que dará as palestras pelo instituto eduK. Confira abaixo dezesseis dicas do especialista a respeito como tomar conta melhor de seu felino. Stress - Pra aliviar o estresse do seu gatinho, ofereça atividades condizentes com as tuas características comportamentais como espécie, ou seja, deixe-o saltar, observar, escalar, caçar, arranhar e enterrar as necessidades. Solidão - Para saber se se o teu gato está se sentindo sozinho, preste atenção em sua vocalização, que pode ser um indício primordial de carência.
Eles bem como conseguem ser muito sensíveis ao toque, e essencialmente os que gostam nesse contato parecem se "arrepiar" quando tocamos em suas costas. Habitat - O gato podes se encaixar muito em locais menores sem se estressar. Basta o tutor estar preparado para recebê-lo. O animalzinho pode viver super bem em um apartamento e terá seu bem-estar garantido.
Corte da cauda - Denuncie a prática de clínicas que diminuem a cauda do felino. O ato é considerado crime de maus tratos. De acordo com a Dra. Tatiana Pelucio, assessora técnica do CRMV-SP (Conselho Regional de Medicina Veterinária), "as cirurgias estéticas são consideradas mutilações, sendo sendo assim crime ambiental. Isso se aplica a cada animal, silvestre ou doméstico".
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