Morador De Rodovia Passa Noite Pela Porta De Abrigo Esperando Descobrir Tua Cadela Perdida


Morador de via perdeu sua cadelinha e gastou todo o dinheiro que tinha pra dirigir-se procurá-la em um abrigo. Um funcionário da ONG DeKalb County Animal Services, pela Geórgia, EUA, estava chegando no trabalho quando encontrou um morador de via dormindo pela porta. O recinto, todavia, não foi escolhido por acaso: o homem foi até lá pelo motivo de havia perdido tua melhor amiga, a cadelinha Tata, e esperava encontrá-la ali.



Karen Hirsch, representante do abrigo, ao website The Dodo. Segundo ela, o homem gastou todo o dinheiro que tinha pagando uma passagem de ônibus até o abrigo. Ao ouvir a história do homem, o funcionário lembrou que a cadela de fato havia sido encontrada, a dificuldade é que ela havia sido enviada pro abrigo da organização, que fica localizado do outro lado da cidade.



O homem ficou muito melancólico e, pra proteger, o funcionário pagou uma passagem de trem para que ele pudesse chegar até o abrigo. Chegando lá, felizmente, ele encontrou Tata, que estava saudável e feliz. O abrigo não cobrou as taxas que costuma cobrar e ainda disponibilizou assistência para o homem, caso sua cadela queira de cuidados e tratamentos.



Ele se esfrega nas nossas pernas e tem muitos bigodes, como os gatos", reconhece a tutora. Lívia conheceu o cãozinho quando estudava na Bolívia. Ela ilustrou ao site que, na ocasião, não pensava em adotar um pet, mas o bichinho chegou a partir de uma colega. Essa minha colega queria adotar a irmãzinha dele, entretanto a dona só deixaria se adotasse os 2.



Pois, ela meio que forçou a barra, levando ele na minha residência. Ela sabia que eu amava animais e que não resistiria", reconhece. De acordo com a médica, o cãozinho vivia em um ambiente humilde, com casas de madeira e chão de terra. Lívia alega que Johnnie tem "cidadania brasileira". A transformação para o Brasil dependeu de documentação -que adiciona parecer de um veterinário.



Acho que ele ficou com muito pânico no avião. Infelizmente, não pôde destinar-se comigo, foi no compartimento de carga. Quando cheguei em São Paulo deu afim de perceber que ele estava desesperado", conta. No entanto o empenho valeu à pena. Filho único", Johnnie é amado, adora brincar, passear na via e se demonstrar com seu patinho de brinquedo.



Ele é rico em características. Meio gato, meio cachorro, meio pelo de bode e meio lobo. Ele uiva parecido lobinho, não sei onde aprendeu. No entanto não importa. Veio para encher a residência e meu coração de amor", alega. Você tem alguma história interessante sobre isso teu cachorro? Escreva pro website.



Ela pode ser compartilhada aqui! Qual a história do seu cachorro? Conte pro blog! Scooby, 9, e Ricardo Henrique Nonato Cunha Ramos, 16, cresceram juntos. Dividiram cama, brincadeiras, momentos felizes, todavia precisaram se isolar no ano passado, no momento em que o guri viajou pra aprender no Canadá. Todavia deixar o companheiro peludinho no Brasil não foi simples.







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Eu não esperava que a angústia de deixar meu companheiro fosse tão forte. E eu chorei abraçado ao Scooby, que sentiu minha amargura e simplesmente ficou imóvel sentindo minhas lágrimas caírem a respeito seus pelos", lembra o adolescente, que estuda o 3º ano do ensino médio na Royal Bay Secondary School, em Victoria. Para amenizar a saudade, Henrique utiliza até videochamada pra ver de perto Scooby. Este intercâmbio, além de cuidar para meu desenvolvimento cultural, serviu pra que eu percebesse o valor de um camarada de 4 patas", diz.



Eu o peguei no colo, perto o pacote de ração e uma pergunta: que nome dar a esse amigão? Lembrei do desenho animado mais engraçado que eu gosto. E em vista disso o Scooby chegou em moradia. Não tive questões: ali nasceu nossa amizade. E e eu o vi crescer pulando pelo quintal, desejando subir pela minha cama -entretanto isso só acontecia no momento em que minha mãe não estava olhando.