Meirelles Ministro Não Basta Para Retomar Crescimento', Diz Economista


Um nome robusto pro Ministério da Fazenda não será suficiente pra retomada da atividade no povo, diz o economista-chefe do banco de investimento Credit Suisse no Brasil, Nilson Teixeira. A certeza dos investidores só virá se um eventual presidente Temer for qualificado de negociar com o Legislativo um pacote de medidas vasto, que seja aprovado em no máximo um mês, avalia. Folha - Se Temer assumir o governo, quanto tempo tem para reverter a instabilidade econômica?



Nilson aluguel plataforma elevatória Teixeira - Não há uma clara indicação como será o governo. Há posições que nos parecem díspares, políticas mais liberais e outras que parecem até intervencionistas. Por exemplo, escolher setores para socorrer a levar superior avanço.P2250123-vi.jpg Não é muito desigual do que foi perseguido nos últimos anos. O denominador comum do que tem sido apresentado é um bloco baixo de medidas que será encaminhado ao Congresso. Deveria ser mais extenso, com medidas não obrigatoriamente concomitantes, contudo que deixassem claro ao Congresso e à sociedade quais as medidas necessárias para aperfeiçoar a pergunta fiscal e retomar a atividade.



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Um pacote desses sem quantidade adicional vem com um ponto de interrogação.P2250112-vi.jpg A pergunta fiscal, que tem dois dificuldades: a solvência de alongado tempo e a reversão de resultados muito desfavoráveis do ano anterior e desse assim como, de queda de arrecadação e gastos crescentes. Fazer a reforma da previdência é preciso, no entanto de nada adianta só desenvolver uma idade mínima e equiparar setor privado e público sem uma determinação de transição de curto período. Ou melhor, é preciso atuar no curto período? Sim. A título de exemplo, a DRU tem hoje muito menos efeito, por causa de não intervém pela previdência nem ao menos no gasto com servidores públicos.



Os gastos com saúde e educação estão atrelados ao progresso do PIB, ou melhor, assim como não seriam alterados, como essa de as transferências pra Estados e municípios. Eu quase agora tinha me esquecido, pra compartilhar este post contigo eu me inspirei por este site basta clicar no seguinte site, por lá você pode encontrar mais informações valiosas a este postagem. Só a DRU não vai reverter de forma importante o efeito no curto tempo. Por curto período você ou melhor que limite? 2 anos, mais ou menos. Veja os aeroportos: mesmo com a Copa do Mundo, demoraram, atrasaram.



Não virá desafio para a economia por aí. A terceirização também é uma ideia boa, mas, num local de recessão assim como, não reverterá o acrescento do desemprego. Não vejo gatilhos para a retomada da atividade nem ao menos pra sanar o defeito fiscal. Como reverter o deficit? É preciso conter gastos obrigatórios e renúncias tributárias. Fazer uma reforma potente na previdência e congelar contratações e reajustes do funcionalismo nos três Poderes. São medidas muito duras, no entanto todos teremos que pagar esse ajuste.



Caberá ao Congresso optar por quem pagará mais. Um dos grupos mais beneficiados foi o dos funcionários públicos, que tiveram aumentos bem maiores que os do setor privado. Independente de ser honrado ou não, é natural que eles paguem mais. Outro ponto é o abatimento no Imposto de Renda de despesas com educação e saúde. Quem recebe este privilégio é a categoria mais rica da população.



Contudo é viável politicamente mexer em salário de servidor e Deslocar-se em ano eleitoral? No fundo, a todo o momento irão se ferir interesses. Não há como fazer um ajustamento fiscal sem ferir interesses. E, na circunstância de o vice assumir, caberá a ele arbitrar o método, não de modo isolada. Cabe ao vice-presidente impedir os erros passados e associar os projetos antes de levar pro Congresso, com os líderes partidários, para ter maior competência de aprovação das medidas. Não cabe ao presidente decidir quem será o grupo mais penalizado, isso necessita ser articulado com o Congresso.



dę uma espiada neste web-site Todavia não será possível andar sem ferir interesses. A saída de Eduardo Cunha da presidência da Câmara dificulta o ajuste? O fator crítico é que o presidente seja firme na coordenação de todo o teu ministério e consiga convencer os congressistas a respeito da emergência e indispensabilidade da aprovação de um espaçoso conjunto de medidas. A probabilidade de sucesso desta tarefa no Congresso cresce à proporção que exista uma maior parceria com os líderes dos partidos da base aliada e os presidentes das duas Casas. Os nomes dos envolvidos nessa execução são menos interessantes nessa atuação coordenada do Executivo e do Legislativo, independentemente da maior experiência e influência de alguns congressistas.



Que novas desonerações deveriam ser feitas? A título de exemplo, o tratamento tributário diferenciado para as corporações unipessoais, que executam serviço tipicamente de pessoa física. Existe um tratamento distinto destinado a pessoas que prestam o mesmo serviço. Um médico que dá um recibo com seu CPF paga bem mais imposto que o mesmo médico se iniciar uma empresa. Não parece razoável. A desoneração da folha de pagamento precisa ser discutida. Pesquisas questionam também os benefícios do Descomplicado.



Pois é, e, ao invés suprimir, o caminho oferecido está sendo acrescentar. Essas medidas necessitam ser as primeiras. Botar uma meta fiscal realista. Cabe ao governo fazer as contas, entretanto de modo realista. Pra impossibilitar que daqui a 3 meses tenha que enviar nova meta ao Congresso. Qual seria uma meta realista? Um deficit cerca de 2% do PIB de deficit. Hoje ele está em 2,3% do PIB.



Há uma versátil imprevisível que poderá ter encontro: a repatriação de recursos. Ninguém tem ideia de qual será o valor arrecadado. São hipóteses. É irreal prever. PIB. Há essa variável que é imprecisa, no entanto de qualquer forma não opta a dificuldade do próximo ano. Dessa forma há indispensabilidade de um ajuste no curto prazo, que podes vir um tanto de Cide e corte de renúncias fiscais. O perfeito seria que o "p" seja realmente o "p", provisório, quer dizer, que se anuncie logo qual será o cronograma de reversão.



E um cronograma pra ver outra vez as renúncias que são muito discutíveis, como o Simples e a Zona Franca de Manaus. Se o governo consegue deslanchar este pacote, o que desejamos esperar? E se não fizer? Apresenta com intenção de piorar mais? Não existem só estes casos extremos. Existe um meio termo. Custoso depender, contudo da ordem de três por cento, com deterioração em todas as frentes: inflação, atividade econômica, mercado de serviço e balanço de pagamentos, principalmente pela conta de capital. Teu episódio pessimista pra um eventual governo é, desse jeito, muito igual com o contexto pro governo Dilma?