Mais Fome No Inverno?

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Com a chegada do gelado, donos de cães, gatos e outros bichinhos devem se preocupar com o bem estar de seus pets. Uma dúvida muito contínuo nesta época é sobre a alimentação. Afinal, eles sentem mais fome no frio? É preciso ampliar a quantidade de alimento? A resposta é: não!



Apesar de que várias pessoas incrementem as refeições dos pets, alegando que eles devem de mais calorias pra preservar a temperatura corporal, essa conduta está errada. Sem saber, estas pessoas estão contribuindo pra um desequilíbrio alimentar, que pode conduzir a um quadro de sobrepeso e até mesmo à obesidade de seus animais.



Principalmente se levarmos em conta que a vasto maioria dos cães e gatos que têm dono vive dentro de casa e não fica exposta por longos períodos às baixas temperaturas. Também é comum o uso de camas, roupinhas e cobertores pra salvar do frio", explica, Keila. A veterinária explica que o inverno brasileiro é desigual de países onde o gelado é bem mais acentuado e, verdadeiramente, o corpo humano do animal tem um gasto energético adicional pra conservar a temperatura corporal.







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Nesses locais de inverno rigoroso, sim, os cães e gatos podem depender de um incremento na quantidade de alimentação pra compensar as necessidades, principalmente se frequentam áreas externas à residência", esclarece. Assim, vale o alerta: em país tropical como o Brasil, o inverno não é desculpa pra aumentar a comida do pet. Porém se o animal viver ao relento em um recinto de frio intenso, a título de exemplo, um cão de pastoreio no Rio Enorme do Sul", exemplifica Keila. Em caso de questões, ela orienta consultar sempre o médico veterinário antes de variar algo na alimentação dos animais. Por outro lado, nesses meses mais frios, é muito interessante não descuidar da hidratação do teu bichionho de estimação, pois que ele poderá constatar menos sede e comer menos água. Vale, assim, caprichar na oferta de água a todo o momento limpa e fresca e impossibilitar muita exposição a aquecedores.



A reação que cada felino fornece pode variar, no entanto eles conseguem sacudir a cabeça, rolar, babar, esfregar o focinho no chão, durante uns 5 a dez minutos. Cerca de 40 por cento dos gatos não tem a prática genética pra resistir ao catnip. Isso exige um gen autossômico dominante e esse modo manifesta-se na exposição à planta.



Várias vezes já falamos dos gatos que tem reação ao catnip, e é um jeito natural, sem nenhuma resultância pros animais. O episódio de desejar ou não de catnip é individual e não faz mal qualquer. Não é viciante, nem ao menos circunstância dependência. Se você tem um gato comedor de plantas, faça uma pequena plantação de grama para ele ou acrescente uma pequena quantidade de vegetais a sua dieta. Não permita jamais que teu gato coma plantas ornamentais de dentro ou de fora de tua casa. Providencie vegetais apropriados para que mastigue sem que corra nenhum risco.



Existe um defeito de modo bastante irritante para os proprietários de gatos denominado de apetite depravado. Isso nada mais é que a ação de sugar, mascar e consumir coisas que normalmente não se considera comida. A mania de comer equipamento estranho não é causada por deficiência nutricional ou irritação gastrointestinal, porém, normalmente por alguma confusão compulsiva.



O exemplo mais comum deste distúrbio é sugar e ingerir lã, ou outros tipos de tecidos usados para confecção de roupas. Infelizmente, esse é um dificuldade mais comum em siameses, mestiços siameses e, ocasionalmente, birmaneses. Na realidade, gatos de todas as raças são capazes de demonstrar este comportamento, que começa logo depois do desmame, e poderá apenas se restringir a sugar seus próprios rabos, garras e pés. Este posicionamento obssessivo-compulsivo, é herdado e começa a ficar exacerbado logo depois da puberdade (5 ou 6 meses de idade), persistindo pelo resto da existência.



Todos os gatos que tem apetite depravado tendem a ser muito destrutivos. Tentar endireitar este jeito poderá ser muito difícil, e às vezes até, impossível. Em alguns casos, comportamentos compulsivos como esses não tem cura, no entanto conseguem ser controlados pelo emprego assíduo de drogas. O proprietário pode oferecer ao gato roupas velhas feitas do utensílio que ele ama roer, e torcer pra que essas sirvam de distração e sejam preferidas às novas roupas.