Mais Fome No Inverno?
Com a chegada do gelado, donos de cães, gatos e outros bichinhos precisam se preocupar com o bem estar de seus pets. Uma indecisão muito frequente nesta data é sobre a alimentação. Por fim, eles sentem mais fome no frio? É preciso ampliar a quantidade de alimento? A resposta é: não!
Se bem que novas pessoas incrementem as refeições dos pets, alegando que eles precisam de mais calorias pra manter a temperatura corporal, essa conduta está errada. Sem saber, estas pessoas estão contribuindo pra um desequilíbrio alimentar, que pode transportar a um quadro de sobrepeso e até já à obesidade de seus animais.
Principalmente se levarmos em conta que a amplo maioria dos cães e gatos que têm dono vive dentro de casa e não fica exposta por longos períodos às baixas temperaturas. Também é comum o exercício de camas, roupinhas e cobertores pra socorrer do frio", explica, Keila. A veterinária explica que o inverno brasileiro é contrário de países onde o gelado é bem mais acentuado e, efetivamente, o corpo humano do animal tem um gasto energético adicional para manter a temperatura corporal.
- 25 "Um Dia de Cão" vinte e quatro de dezembro de 1988
- Cauda implantada no grande e com pequena curva
- Leite para filhotes felinos
- Adapta-se ao gelado: Um
Nesses locais de inverno rigoroso, sim, os cães e gatos podem necessitar de um incremento na quantidade de alimentação pra compensar as necessidades, principalmente se frequentam áreas externas à residência", esclarece. Dessa maneira, vale o alerta: em nação tropical como o Brasil, o inverno não é desculpa pra acrescentar a comida do pet. Exceto se o animal viver ao relento em um ambiente de gelado abundante, como por exemplo, um cão de pastoreio no Rio Grande do Sul", exemplifica Keila. Em caso de questões, ela orienta consultar sempre o médico veterinário antes de mudar algo pela alimentação dos animais. Por outro lado, nesses meses mais frios, é muito interessante não descuidar da hidratação do teu bichionho de estimação, uma vez que ele poderá perceber menos sede e comer menos água. Vale, desse modo, caprichar na oferta de água a toda a hora limpa e fresca e evitar muita exibição a aquecedores.
A reação que cada felino exibe pode variar, entretanto eles conseguem sacudir a cabeça, rolar, babar, esfregar o focinho no chão, durante uns cinco a 10 minutos. Cerca de 40 por cento dos gatos não tem a know-how genética para resistir ao catnip. Isto exige um gen autossômico dominante e esse jeito manifesta-se pela exposição à planta.
Algumas vezes neste momento falamos dos gatos que tem reação ao catnip, e é um modo natural, sem nenhuma consequência para os animais. O fato de querer ou não de catnip é individual e não faz mal um. Não é viciante, nem sequer circunstância dependência. Se você tem um gato comedor de plantas, faça uma pequena plantação de grama para ele ou acrescente uma pequena quantidade de vegetais a sua dieta. Não permita jamais que seu gato coma plantas ornamentais de dentro ou de fora de tua moradia. Providencie vegetais apropriados pra que mastigue sem que corra nenhum traço.
Há um defeito de jeito bastante irritante pros proprietários de gatos denominado de apetite depravado. Isto nada mais é que a ação de sugar, mascar e ingerir coisas que geralmente não se considera comida. A mania de ingerir utensílio esquisito não é causada por deficiência nutricional ou irritação gastrointestinal, porém, normalmente por alguma desordem compulsiva.
O modelo mais comum desse distúrbio é sugar e comer lã, ou outros tipos de tecidos usados pra confecção de roupas. Infelizmente, este é um dificuldade mais comum em siameses, mestiços siameses e, de vez enquando, birmaneses. Na verdade, gatos de todas as raças são capazes de demonstrar este modo, que começa logo depois do desmame, e poderá somente se reduzir a sugar seus próprios rabos, garras e pés. Esse posicionamento obssessivo-compulsivo, é herdado e começa a permanecer exacerbado logo após a puberdade (cinco ou 6 meses de idade), persistindo pelo resto da vida.
Todos os gatos que tem apetite depravado tendem a ser muito destrutivos. Tentar rever esse posicionamento pode ser muito custoso, e algumas vezes até, irreal. Em alguns casos, comportamentos compulsivos como estes não tem cura, no entanto podem ser controlados pelo exercício seguido de drogas. O proprietário pode oferecer ao gato roupas velhas feitas do utensílio que ele ama roer, e torcer pra que essas sirvam de distração e sejam preferidas às novas roupas.
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