Justiça Estabelece Intervenção Em Canil De Gravataí (RS) Acusado De Maus Tratos
A Justiça do Rio Grande do Sul acolheu o pedido do Ministério Público e mandou intervenção no canil municipal de Gravataí (23 km de Porto Feliz), pela localidade metropolitana. O ambiente tem sido denunciado pelos moradores há anos por falta de estrutura e cuidados com os mais de 350 cães recolhidos na prefeitura da cidade.
Pela última quarta-feira (sete), denúncias de moradores evidenciaram um aparente desdém com os animais. Sujeira, inexistência de funcionários e escassez de comida foram documentados por filmes e fotografias. Mas, o que mais chamou a atenção foi um provável caso de canibalismo entre os cães. Não obstante, a prefeitura negou que isto tenha acontecido e classificou o episódio como "uma claro disputa de cachorro". Nessa quinta-feira, o titular da Promotoria Especializada de Gravataí, Daniel Martini -que encaminhou o pedido de intervenção- explicou que a prefeitura precisa disponibilizar equipe técnica, alimentos e remédios suficientes para os animais. De agora em diante, um interventor judicial será nomeado pela Justiça pra ver todos os dias as atividades do canil.
- 7 de julho de 2017 at 20:18
- Orquestra Experimental de Repertório
- Fezes aquosas
- Falta de apetite
Em caso de descumprimento destas medidas, o município é notificado. O juiz, portanto, impõe a realização das medidas e, se indispensável, manda buscar recursos no próprio caixa municipal para fazer executar a decisão", salienta Martini. Segundo o promotor, desde 2003 há uma investigação em andamento a respeito da atuação da prefeitura e as condições do canil. O canil municipal de Gravataí foi idealizado há mais de 10 anos para receber até uma centena de cães recolhidos das ruas, a suporte abriga hoje quase quatro vezes essa inteligência.
No lugar trabalham um veterinário, um estagiário de veterinária, um motorista e 4 apenados do regime semiaberto, em troca da diminuição de pena. São 150 sacos por mês para alimentar os por volta de 350 cães. O secretário de Intercomunicação de Gravataí, Rodrigo Becker -que tem se pronunciado em nome da prefeitura a respeito do caso- admite ausência de pessoal na assistência aos animais e más condições de estadia. Não é o atendimento mais adequado.
O melhor é que fosse muito melhor. Porém não temos condições de fazer um hotel para os cachorros", citou. Ainda de acordo com o secretário Becker, a prefeitura estuda aumentar o número de acomodações dentro do canil para melhor abrigar os cães. E admitiu: "É um dificuldade crônico de administração, e que não é descomplicado de resolver".
Você e Niko não estarão sozinhos no decorrer da aventura. Personagens como um profeta robô e uma desconsolada engenheira chefe, similarmente mecânica, ajudarão em uns períodos ou darão dicas úteis pra escoltar adiante. O encontro com tais coadjuvantes, entretanto, é ao mesmo tempo formoso e amargurado por virem carregados de revelações e melancolia entregues de modo simultânea.
Em um universo de robôs, muitas vezes percebemos que os protagonistas não possuem personalidade própria, tendo sido programados pra, como por exemplo, apresentarem tal emoção ao encontrarem uma pessoa ou gostarem de um determinado tipo de passatempo. Como não sabemos nada desse mundo, não fornece para não sonhar que nós, assim como, estamos sujeitos a esse tipo de controle, principalmente no momento em que estamos, verdadeiramente, no comando de um protagonista que também discussão com a gente de maneira pré-construída. Surgem neste local, também, novas perguntas relacionadas à robótica, consciência e existência.
Estamos em um mundo devastado, sim, mas ele é habitado por criaturas de metal, em teoria inanimadas, porém que comemoram efusivamente desta maneira que a energia é ligada e elas são capazes de se mexer de novo. Tua localização em relação ao caráter desses seres não influencia nos rumos da trama, contudo podes te deixar numa posição desconfortável diante das responsabilidades adquiridas. De novo, estamos descrevendo da metalinguagem em ação, transformando o que poderia ser um título simples de arrecadação de itens e resolução de enigmas em alguma coisa muito superior. Além das surpresas com o envolvimento de estilos extra-game ao longo da aventura, caso o usuário se envolva, verá a si mesmo pensando sobre isso questões filosóficas e existenciais mesmo depois de OneShot ser finalizado.
A aparente simplicidade de seus enigmas se reflete em praticamente todos os estilos do título. Como dito, só quatro botões do teclado, além das setas que permitem a movimentação, são utilizados para a promoção de todas as tarefas. O jogador tem uma tecla para fazer ações, outra pra cancelá-las, uma terceira para acesso ao menu e a quarta para abrir o inventário e realizar combinações de itens. Entra no caminho dessa objetividade toda, entretanto, enigmas que não é sempre que se apresentam de maneira clara.
OneShot é profundo e o jogador precisa ler todos os arquivos de texto, verificar todos os instrumentos do contexto e comentar com o mundo inteiro, mas, ainda deste modo, nem sempre fica claro o que deve ser feito a seguir. Em alguns ciclos, a união entre itens pra obtenção de um definido efeito é óbvia, mas, em outros, poderá derivar de um método de tentativa e defeito, além de muito tempo rodando pelo mundo. Além disso, existem momentos em que a dinâmica do próprio jogo poderá confundir.
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