Jovens E A Web: Como Navegar Pela Rede Com Segurança
É o que mostra um levantamento feito pelo G1 com apoio nos fatos mais recentes dicas para usar a internet com segurança desse ano da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) - veja o mapa. A média do Brasil esconde uma disparidade ainda maior entre os municípios. Como dicas para usar a internet com segurança as corporações são obrigadas a avisar à Anatel a faixa de velocidade de todos os pontos de acesso fixo no país, é possível pesquisar a ocorrência de cada cidade. São 5 tipos de faixa de classificação (0 a 512 Kbps, 512 Kbps a dois Mbps, 2 Mbps a doze Mbps, 12 Mbps a trinta e quatro Mbps e acima de 34 Mbps). São Paulo, tendo como exemplo, tem três,um milhões de pontos.
A maioria deles (47%) se concentra na faixa de 2 a 12 Mbps. Indico ler pouco mais sobre isto por meio do web site como aumentar a velocidade da internet no android navegar com segurança na internet [http://www.nethd.com.br/net-Faturas]. Trata-se de uma das melhores referências sobre esse questão pela internet. Como foi feito o mapeamento? Com apoio na faixa predominante de velocidade de cada cidade, o G1 elaborou um mapa. Ele mostra que em 406 cidades o maior percentual das conexões está na faixa que vai até 512 Kbps.
Fração dos municípios está localizada na localidade Norte e no interior dos estados de Santa Catarina e Rio Extenso do Sul. Como apoio de comparação, a Líbia, lanterna do ranking mundial, tem uma taxa média de 700 Kbps. O diretor de operações da Akamai, Jonas Silva, diz que essa situação reflete a história do povo. Toda a infraestrutura da internet está formada mais ou menos da forma como o Brasil foi colonizado. As cidades costeiras têm mais habitantes, tiveram um desenvolvimento primário melhor que o interior do Brasil. Sendo assim, as velocidades nesses locais são bastante altas", diz.
Nas cidades do Sul, ele cita o evento de estarem próximas da divisa e serem mais rurais como empecilho. O diretor da Akamai coloca o tamanho dos municípios como agravante. Se a cidade tem mais de um milhão de habitantes, tem provedor de acesso que não acaba mais. Poderá escolher o provedor A, B ou C. À capacidade que se entra pra cidades de 800 1000, neste instante começa a cortar a quantidade de provedores.
Na outra ponta da velocidade da internet, estão 456 cidades onde a maioria dos moradores conta com uma velocidade de doze Mbps a 34 Mbps; Noventa e cinco por cento delas estão no estado de São Paulo. Melhor que elas, só Vinhedo (SP), a única cidade do estado que tem como faixa predominante de acesso mais de trinta e quatro Mbps.
A prioridade das operadoras era buscar regiões com alto IDH, alta demanda, e isso levou a uma situação que a densidade de acesso ficou superior no Sudeste", reitera Castro. De acordo com o levantamento do G1, 3.971 cidades têm como faixa predominante de velocidade aquela que vai de 512 Kbps a 2 Mbps. Há ainda 733 cidades cuja maioria da população acessa a internet com uma velocidade que varia de dois Mbps a doze Mbps.
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Só três municípios (Balneário Rincão-SC, Mojuí dos Campos-PA e Pinto Bandeira-RS) não contam com nenhum ponto de acesso de banda larga fixa no povo. O diretor da Sinditelebrasil e o diretor da Akamai concordam que a principal contrariedade hoje está em aprimorar os índices da região Norte. Quando se caminha para o Oeste, existe um dificuldade complicado: não apresenta para passar nada. São regiões inóspitas e de floresta. Elas são servidas, com raras exceções, por satélite.
E ele é por natureza caro e demorado. No caso da Amazônia, pelo lado brasileiro, a floresta restringe a instalação de infraestrutura. Pelo lado vizinho, os Andes impedem a passagem de cabos. Necessita atravessar cabo a 4 1 mil metros de altitude", conta Jonas Silva. Alexander Castro diz que "enquanto não for possível pôr satélites que operem em bandas com custos melhores ao usuário, a circunstância não será revertida".
O Brasil tem nos dias de hoje 24,três milhões de pontos de acesso de banda larga fixa. Destes, quarenta e seis,três por cento estão na faixa de 2Mbps a doze Mbps. O diretor da Sinditelebrasil traça um assunto otimista para os próximos anos. As operadoras começaram a investir em algumas tecnologias. No caso do móvel, a solução é o 4G. Pela banda larga, as operadoras usaram soluções para otimizar o tráfego. Começaram a usar anéis metropolitanos de fibra ótica e até em bairros. A meta do governo é ainda mais ousada. Pra comparecer a este patamar, mas, há um comprido caminho a ser percorrido. Hoje, só quatro,5 por cento das conexões são por fibra ótica, relevam dados da Anatel.
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