Incrível! Cadela Pula Pela Piscina Para Salvar Filhote


O instinto materno é muito comum assim como entre os bichos. Uma cadela viu que seu filhote tinha caído pela piscina e pulou no mesmo instante pra salvar o indefeso cachorro. A mãe usou o corpo humano e o focinho pra auxiliar o cão. Depois do susto, a cadela sai outra vez da piscina e puxa o filhote com a boca.



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    • 139 "Bulma descobre um amplo mistério!" O Mau Presságio treze de Maio de 1992






    • 27/09/2011 às doze:05






    • 11 de outubro de 2017 às 09:Cinquenta






    • 148 trinta e dois "Aranhinha II - A Origem" vinte e dois de novembro de 2017






    • quarenta e oito vinte e dois "Troca-Troca" 15 de outubro de 2014






    • 07 Primeira Série do Cartoon Network (Assunto dos Cine Gibis 4 e 5) 2009






    • Fica bem sozinho: 3






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Pra quê, se aqui temos garantia de impunidade? Ele é acusado pela Justiça dos Estados unidos de participar de um esquema de recebimento de propina com cartolas da América do Sul, assim como que Ricardo Teixeira. E José Maria Marin, seu antecessor, encontra-se preso e sendo julgado nos EUA por extorsão, fraude financeira e lavagem de dinheiro. Que modelo estupendo para a Justiça brasileira, a mais bem paga do mundo! Dentre as 32 confederações de futebol que participarão da Copa do Mundo, no ano que vem, "somente" o Brasil não foi representado pelo teu presidente. Porquê da falta: se saísse do Brasil, seria confinado por corrupção internacional.



Como uma quadrilha de bandidos em máscaras passadistas, os focinhos dos guaxinins começam a aparecer em meio à vegetação rasteira, numa noite recente no Central Park de Nova York. Os flashes das câmeras dos celulares executam com que seus olhos negros brilhem em meio ao pelo escuro que maneira uma espécie de máscara em seus focinhos. Aparentemente nada aterrorizados, incontáveis dos animais deixaram a proteção da vegetação e se aproximaram dos fotógrafos, pela pista pavimentada.



Novos guaxinins os seguiram - e ainda outros fizeram o mesmo. No total, vinte e dois guaxinins deixaram o mato e se reuniram no pavimento, no limite sudeste do parque, onde ele faz fronteira com a rua cinquenta e nove em Manhattan. Eles caminhavam por lá despreocupados, e um bando de espectadores tentava tomar selfies com os animais. Karen Nevis, cinquenta e seis, turista vinda de Greensboro, pela Carolina do Norte, à sua irmã Stefanie Price, que vive em Manhattan, no momento em que as duas passaram perto dos guaxinins.



Um dos animais se aproximou sorrateiramente de um piá que estava no carrinho, farejando. Price, quarenta e oito. "Porém eles são tão bonitinhos". Na verdade, a multidão de guaxinins à beira do lago do Central Park tornou-se uma espécie de atração turística, com espetáculos extraoficiais a cada começo de noite. Gorduchinhos por conta da pelagem de inverno (e quem sabe de todos aqueles pretzels), em duplas ou em grupos de dezenas de animais, os mamíferos noturnos passeiam pelas vias de pedestres do parque, desta maneira que escurece.



Estão à busca de transeuntes carregando comida. A prática de alimentá-los, por mais que pareça digna de uma imagem no Instagram, não é visão com bons olhos pelo Departamento Municipal de Parques de Nova York e por especialistas em fauna. Sarah Aucoin, diretora de fauna e educação no departamento de parques, numa mensagem de e-mail. Em 2010, surgiu um vasto surto de raiva entre os guaxinins do Central Park.



E 4 casos da doença foram reportados em 2015 em Staten Island. Os guaxinins não estão atraindo atenção só em Manhattan. No Brooklyn, especialistas em captura de animais conseguem ter piorado o problema ao apanhá-los em quintais e soltá-los em parques. E fazê-lo não é necessário. Benning DeLaMater, porta-voz do departamento, por e-mail.