Hiperatividade E Déficit De Atenção Em Cães
Neste instante há diagnóstico de cães com TDAH (Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade), todavia o que isto ou melhor? Será que teu cãozinho sofre disso? O que gera esse tipo de posicionamento? Apertem os cintos, vamos entrar em uma área de muita divergência entre os próprios cientistas. Quem nunca teve um cachorro super agitado, que aprontava, com energia para oferecer e vender? Antes, tido como normal, hoje poderá ser visto como um transtorno comportamental e até genético. Estudos feitos em países da Europa, Estados unidos e Canadá, indicam que vários tutores afirmaram seus cães como hiperativos ou com dificuldade em se concentrar em uma dada tarefa. Será que os nossos peludos estão passando pelo mesmo que as gurias?
Será que a falta de paciência de pais e tutores estão gerando moças e animais mal compreendidos e diagnosticados erroneamente? A jornalista americana Pamela Druckerman escreveu uma série de livros sobre isto como foi criar seus filhos pela França. No teu livro mais famoso "Crianças Francesas não exercem manha", Pamela indica a formação das gurias francesas, como o extenso diferencial para a educação. Ela mostra que todos os garotos têm a mesma necessidade e modo, entretanto, os pais franceses são mais pacientes no momento em que o assunto é choro e birra, em tal grau em residência, quanto pela via.
Não entendo de garotas, contudo baseada deste livro e em outro com título "Pais franceses não desistem", percebo que o mesmo ocorre com os cães. A charada não é apenas a raça ou o temperamento do animal, entretanto como ele é feito. Com a existência cada vez mais corrida, e os pais se dedicando intensamente à vida profissional, fedelhos e animais de estimação sofrem com o tempo distante de seus pais/tutores.
Ao aparecer em moradia, poderá suceder desses tutores estarem cansados e sem paciência. Contudo, gostam de desfrutar da companhia e estima do companheiro peludo. A grande questão é a inevitabilidade dos animais. Uma voltinha de 30 minutos por dia pode não ser suficiente, depois de oito ou 10 horas sem atividades. O que observo entre meus clientes é a vasto reclamação do exagero de energia que os animais estão apresentando. Vários me pedem calmantes, florais ou algum medicamento que ajude a tranquilizar o animal e cortar essa agitação. Há casos nos quais os medicamentos são necessários.
Quem precisa avaliar isto é o médico veterinário. Entretanto, em mais de 80% dos casos, o real fundamento do defeito é a inexistência de atividade específica para os filhotes de patas. O que declaram os estudos? Apesar da minha linha ser completamente comportamentalista, há outra vertente que explica esta agitação, e até a ausência de atenção do animal, geneticamente.
Um estudo feito na Escola de Columbia, nos EUA, demonstrou a correlação entre 2 genes e hiperatividade em duas raças: pastor alemão e husky siberiano. Foi localizado um encurtamento no gene chamado DRD4. Esse é responsável pela absorção da dopamina no organismo dos cães. A dopamina, em tão alto grau em cães, como em humanos, auxilia pela consolidação da memória, avanço o humor, facilita o processo de aprendizado e de atenção.
Além de estar relacionada à intuição de prazer ou recompensa agradável. Com a baixa absorção desse neurotransmissor, os cães pesquisados são mais agitados e têm problema de focar numa atividade por bastante tempo, podendo ser enquadrados dentro do TDAH. Mas, os pesquisadores são taxativos ao assinalar que não se podes generalizar o estudo para outras raças, já que cada uma tem sua especificidade. Em Boston, bem como nos EUA, outros pesquisadores tentaram correlacionar inexistência de alguns nutrientes e excedente de proteína na alimentação com o comportamento hiperativo.
Contudo, não observaram interferência deste tipo de dieta na agitação dos cães. O estudo que eu mais adoro dessa área foi feito por pesquisadores na Califórnia, EUA. Eles enviaram questionários online para inmensuráveis tutores, questionando se seus cães apresentavam hiperatividade, ausência de atenção ou impulsividade. Segundo a visão dos tutores, vários cães foram apontados com hiperatividade e falta de atenção.
Os cientistas concluíram que diversos desses casos, relatados pelos tutores, eram comportamentos naturais da espécie. Outros, de fato eram dificuldades mais sérios e foram tratados por veterinários, por meio de medicação e terapia. Nesse último caso, o que elaborarava o jeito de hiperatividade ou inexistência de atenção era um fator genético. Mesmo com treinamentos ou com o ir da idade, o animal permanecia com as mesmas características.
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De acordo com o Dr Andreas Luecher, da Instituição de Guelph, em Ontário, Canadá, a hiperatividade em cães é uma queixa comum. Pela maioria dos casos, a hiperatividade não é graças a uma desarrumação fisiológica, todavia é um jeito normal pra raça ou um modo inadvertidamente condicionado pelo proprietário dando atenção indevida.
O tratamento nesses casos, envolve o redirecionamento do questão do animal, pra equipamentos centro apropriados". O pesquisador bem como ressalta que a punição não tem êxito. Pior, ela tende a acrescentar os níveis de excitação e não incentiva o posicionamento desejável. A conclusão de todos esses estudos é muito claro: todo cachorro tem suas necessidades básicas e devem ser atendidas. De nada adianta obter um cachorro achando que ele ficará ao teu lado, como um ursinho de pelúcia, o dia todo.
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