Gatos' Conta A História Da Cidade E Dos Humanos Pela ótica Dos Felinos

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Quem leu A Cidadela Branca, de Orhan Pamuk - o escritor turco premiado com o Nobel -, precisa-se lembrar do relato que ele fez a respeito do papel que os gatos tiveram na erradicação da peste na Idade Média. Pamuk não é o único apaixonado por gatos - um gatófilo, como se diz - e muito menos na Turquia. Estreou ontem na cidade o longa de Ceyda Torun, Gatos. Poderá parecer maluquice, entretanto a diretora conta a história de sete gatos que vivem nas ruas de Istambul.



Na maior cidade da Turquia - a capital é Ancara -, os gatos não são só bichos domésticos. Vivem soltos nas ruas, nas praças - como os pombos nas praças de São Paulo. Este fazer parte da paisagem urbana poderá estar intimidado pelas modificações que ocorreram, e continuam ocorrendo, na cidade. Redução das áreas verdes, acrescentamento da poluição. Tudo isso se reflete em perigo para imensas espécies, incluindo aquelas que, pela cadeia alimentar, servem de alimento pra esses gatos que vivem em estado (semi) selvagem.



Ceyda, na verdade, utiliza os gatos para expor de Istambul, de alteração - e seus reflexos nas pessoas. Um de seus entrevistados humanos diz que os gatos "são um retrato de nós mesmos". Outro faz uma avaliação, digamos, teológica. Os cachorros pensam que os humanos são Deus. Os gatos têm consciência de que não." Para reforçar o aspecto religioso, um entrevistado conta que o próprio Maomé tinha um gato.







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    1. 22/01/2018 16h41 Atualizado vinte e dois/01/2018 17h00






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E que o Profeta gostava de lembrar - olhem a parábola - que uma mulher foi para o inferno por não alimentar seu gato. Logo você receberá os melhores conteúdos em seu e-mail. Pontualmente a alimentação - Sari, uma das sete ‘biografadas’, vive de caçar alimentos para seus filhotes. Duman rouba peixes defumados e pedaços de queijo nas lojas do mercado. E Bengu, de enormes olhos verdes, é o mais preguiçoso de todos - uma espécie de Garfield do mundo real. É divertido escoltar estes gatos já que a diretora vai além de retratos ‘fofos’ pra fazer observações bem fundadas sobre a topografia da cidade e a meio ambiente dos humanos (e dos bichos). A rigor, seu video, mesmo curto - por volta de 80 minutos - estica o que poderia ser um curta.



Por este porquê não convém por diversas fêmeas pra um só macho; em geral nos criatórios comerciais os animais são postos em piquetes formando casais ou no máximo trios (um macho e uma fêmea ou 2 fêmeas). Artefato muito famoso no Brasil, entretanto utilizado desde a antigüidade. É o artefato que está dando maior impulso à construção comercial de avestruzes nos dias de hoje. Nos dias de hoje o superior mercado comprador está nos EUA e Europa. A Suíça tendo como exemplo importa duzentos-300 toneladas por ano de carne de avestruz.



No Brasil há um amplo interesse por carnes exóticas, e a carne de avestruz a princípio se introduziria neste setor. É um outro artefato muito interessante que vem encontrando amplo aceitação no mercado internacional. Cada animal irá fornecer de um,dois a um,cinco m2 de couro de fácil extração e curtimento, que aceita bem algumas colorações e é naturalmente decorado por causa dos orifícios dos cálamos. O valor europeu do couro é de por volta de USS 200 a USS 300 por peça de couro cru e de USS 500 a USS 600 pelo couro tratado. O teu sabor é muito semelhante ao ovo de galinha. Hoje não se consome pelo motivo de fará nascer um pintinho que vale bem mais.



O rendimento por animal abatido é proporcionalmente nanico (30 por cento do peso vivo) se comparado com o rendimento de bovinos, entretanto esse fato é largamente compensa—o na grande criação anual de filhotes. Durante o tempo que uma vaca produz um bezerro por ano, que vai pro abate com 2 ou 3 anos, uma fêmea de avestruz produz em média 30 filhotes por ano, fornecendo de 800 a 1200Kg de carne por fêmea/ano. Um avestruzinho saudável está a todo o momento em movimento, ciscando no chão, andando, correndo em grupo com a cabeça bem alta.