Gato Doméstico (Felis Catus)
Os gatos domésticos são animais pertencentes à Família Felidae, e Gênero Felis. Alguns autores os consideram como uma subespécie do gato silvestre, o Felis silvestris, restringido à África, Ásia e Europa. Outros declaram que ambas são espécies distintas. Portanto, os gatos domésticos conseguem ser atendidos pelos nomes científicos Felis silvestris catus ou, simplesmente, Felis catus. No momento em que não são criados solitários, em ambiente doméstico, gatos costumam viver em bandos, geralmente compostos por diversas fêmeas e seus filhotes; sempre que os machos vivem solitários, aproximando-se do grupo nos períodos reprodutivos. Com cinco meses de idade, as fêmeas prontamente atingem a maturidade sexual, ao passo que nos machos tal período ocorre por volta de um ano de idade. No decorrer do acasalamento, emitem um som inconfundível, igual ao de uma menina chorando.
A gestação costuma durar um pouco mais de 2 meses, dando origem a similares cinco filhotes que terão promessa média de vida de quinze anos. A mãe fornece assistência à sua cria durante imensos meses, até que conquistem maior liberdade. Tais animais possuem em média 30 centímetros de altura, 55 de comprimento e três quilogramas de massa.
São muito flexíveis, dotados de patas almofadadas e unhas retráteis; e o tato, visão e audição são bem apurados. Além disso, têm duas características comportamentais bem curiosas: o feito de se lamberem e o fato de que não são muito obedientes se comparados aos cachorros. Gostaria de fazer a referência nesse texto em um serviço escolar ou acadêmico? ARAGUAIA, Mariana. "Gato doméstico (Felis catus)"; Brasil Universidade.
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- Sônia Cristina comentou: 10/09/12 ás 00:52
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Essas espécies forneceram a linha de referência para que as divergências encontradas entre os detalhes, na família Felidae, fossem estimadas. Os cientistas analisaram o DNA dos cromossomos X e Y e das mitocôndrias (partes da célula que geram energia e são transmitidas a partir da linha materna). Eles se concentraram na seqüência de DNA de trinta genes diferentes, ao todo 22.789 letras de nucleotídeos para cada espécie de felino. Aproximadamente a metade dessas seqüências é modificável ao longo das diferentes espécies.
É nessas diferenças que os investigadores se baseiam para definir o parentesco entre os grupos e em que data eles surgiram. Os genes acumulam transformações no decorrer do tempo. Se não forem prejudiciais, essas mudanças persistem. Desse jeito, uma espécie que emerge primeiro tem mais tempo para seus genes sofrerem transformações e exibir maior variante em um correto gene. Então é possível declarar com segurança que espécies cujos genes compartilham transformações similares estão mais próximas. Como a observação do DNA permitiu que os pesquisadores esclarecessem os nós das ramificações ou forquilhas pela árvore da família dos felídeos, eles se concentraram na análise dos fósseis, para amar quando realmente aconteceram.
A idade de dezenas de fósseis de felinos ancestrais foram estabelecidas por paleontólogos usando métodos de datação. Certos fósseis de felinos considerados elos perdidos (ancestrais comuns mais novas de grupos como o dos grandes felinos, linces ou jaguatiricas) forneceram 16 datas pra pontos específicos de ramificação pela árvore genealógica dos felídeos.
Posteriormente, programas matemáticos de computador baseados em um relógio molecular acumulativo consecutivo transformaram os dados genéticos em estimativas do tempo transcorrido depois de cada nó de divergência. A idéia do relógio molecular pressupõe que novas modificações evolutivas ocorreram a uma taxa regular. A título de exemplo, mutações conseguem ser incorporadas ao DNA de genes a uma taxa permanente ao longo de milhões de anos. A contribuição mais recente foi o seqüenciamento genético completo de um gato da Abissínia batizado Cinnamon (Canela). Wild cats of the world.
M. Sunquist e F. Sunquist. Tears of the cheetah and other tales from the genetic frontier. Phylogeography and conservation genetics of tigers (Panthera tigris). S. J. Luo e colegas, em PLoS Biology, vol. 2, págs. Big cat genomics. S. J. OBrien e W. E. Johnson, em Annual Reviews of Genomic and Human Genetics, vol. 6, págs. The late Miocene radiation of modern Felidae: a genetic assessment.
A tendência climática, ao longo de toda a era Cenozóica, foi a de uma temporada mais curta de progresso em grandes latitudes. No início, esta tendência aumentou o semblante mosaico das florestas, dos arbustos e dos campos em todo o mundo. Esse acrescentamento da complexidade da vegetação sustentava uma fauna diversa e grande. Na verdade, a disperção das gramíneas promoveu a disperção da fauna. Respondendo à disperção dos campos, os ungulados (animais com casco nas patas), normalmente grandes, atingiram teu máximo de diversidade no Mioceno Médio, contribuindo significativamente para o número de gêneros de mamíferos populares daquela época. No entanto conforme a tendência a extremos sazonais de temperatura e de aridez no Pleistoceno continuou, a diversidade da vegetação entrou em declínio.
A flora, por grandes áreas continentais, se alterou de um mosaico de associações entre plantas para uma zonação latutudinal e altitudinal de amplos grupos de comunidades vegetais de baixa diversidade. A mais baixa diversidade de floras e a maior homogeneidade regional atingiram seus máximos depois do avanço da glaciação de Wiscosin. A diminuição da diversidade vegetal pode ter eliminado alguns herbívoros, especialmente os grandes, restingindo todas as espécies a áreas limitadas.
Aliás, o ato de se cobrir de cheiros fortes pode ter um propósito parecido e herdado de outros parentes selvagens. Ao invés se acobertar para caçar, poderá socorrer a camuflar canídeos menores de outros predadores. Samantha Harrison estava entre os que aconselharam que o jeito poderia ser um tipo de camuflagem.
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